Coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo:
Ao “abrir mão” da autorização prévia para a publicação dos livros, as celebridades queriam uma contrapartida: inserir no texto em discussão capítulo que dissesse que a intimidade era inviolável.
“É uma proposta inaceitável. O mundo todo reconhece que privacidade de celebridade não é absoluta pois elas escrevem a história”, diz o deputado Newton Lima (PT-SP), autor do projeto que acaba com a autorização prévia às biografias.
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“A lei não pode dizer em momento algum quais assuntos são permitidos e quais são proibidos, ou sua ideia central de liberdade será ferida de morte.”
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