Na tabela abaixo, as contas da Caixa Econômica Federal que tiveram o sigilo bancário quebrado, por decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), nos autos do inquérito que apurar desvio de recursos públicos da primeira etapa da orla de Santarém.
O deputado federal Lira Maia (DEM) é o único indiciado neste inquérito ( nº 2.991).
Era ele quem estava à frente do município quando a obra foi executada, com recursos federais, na ordem de R$ 10,7 milhões.
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Ao todo, 22 contas de 8 instituições bancárias diferentes tiveram o sigilo quebrado, a pedido do MPF (Ministério Público Federal).
| Agência | Conta | Onde fica |
| 621 | 3639689 | Belo Horizonte (MG) |
| 134 | 9003677 | Nova Lima (MG) |
| 2255 | 5010575 | Belo Horizonte (MG) |
| 82 | 3005020257 | Belo Horizonte (MG) |
| 2426 | 35009061 | Belo Horizonte (MG) |
A empreiteira da obra, Mello de Azevedo, tem a sua matriz em Belo Horizonte. A conta-mãe da empresa, na qual a Prefeitura de Santarém fazia os depósitos do dinheiro pela obra da orla, era a de nº 63.1574 (Bradesco).
O blog ainda vai mostrar as demais contas com sigilo bancário quebrado.