Jurista e professor, Wálter Fanganiello Maierovitch analisa neste interessante artigo – Supremo cai em descrédito enquanto Jader Barbalho e eleitores fazem festa da vitória – em quais circunstâncias ocorreram a decisão do Supremo que liberou a diplomação e posse do político paraense.
– Quando se negou a dar voto de desempate nos autos do caso Roriz, o ministro Peluso afirmou, pela televisão e urbi et urbe, que só um déspota usaria do tal voto de qualidade. A pressão do PMDB, a ameaça de atraso na aprovação da ministra indicada, a questão dos reajustes remuneratórios e salariais e o precedente de não se aplicar a Lei da Ficha Limpa às eleições de 2010, levaram, ao que parece, o ministro Peluso a praticar um ato despótico – escreve o articulista do Terra Magazine.
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Livre, leve e solto.