
Em alta no município de Santarém nos últimos 5 anos, o nepotismo também expôs seus tentáculos no esquema de corrupção montado por Reginaldo Campos (PSC) na Câmara de Vereadores no transcorrer do seu mais recente mandato de presidente da Casa (2015-2016).
Na operação Perfuga, deflagrada na segunda-feira, 7, a prática veio à tona.
O parlamentar arranjou emprego para sogro, Mário Francisco Fialho Cabral.
Cargo: chefe de gabinete.
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Agravante do crime, segundo as investigações da Polícia Civil e MP do Pará: o sogro era fantasma. O salário dele era repassado direto para o vereador.
Reginaldo Campos também usou Vânia Lúcia Fialho Cabral, irmã do sogro, como servidora fantasma da Câmara.
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