Azedou – como nunca na história de Santarém – a relação até então harmoniosa, sem qualquer ruído, entre empresários e a multinacional Cargill.
É que a empresa, na hora da coleta de fundos para bancar as despesas da campanha em prol da criação do estado do Tapajós, se recusou a dar um mísero centavo.
Alegou que não doaria nada porque não se envolvia em “questões políticas”. E ponto final.
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