Um flagrante, na tarde de ontem (25), do leitor Kleber Serique numa das ruas de Belém. Percebe-se como a campanha do “Não e Não”, contrária à criação do Tapajós e Carajás no plebiscito do dia 11 de dezembro, incita uma latente intolerância (“Nem pelo caralho”) contra tapajoaras e carajaenses.
O presidente do PV no Pará, José Carlo Lima, é um dos que insufla esse sentimento belicoso contra os defensores do “sim”, ao tachá-los de “esquartejadores”, termo também empregado por figuras como o deputado federal Zenaldo Coutinho (PSDB).
Eles são os representantes dessa elite “Vida Boa” de Belém, que circula por aquela cidade adesivando preconceitos, para manter o status quo de colonizadores.
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Plebiscito terá propaganda nacional.

DIVIDIR O PARÁ??
NEM PELO CARALHO!!!
DIVIDIR O PARÁ NEM PELO CARALHO, COMO DIZ ESTA MENTE PEQUENA E SUJA
FAZ BEM A CARA DAQUELES QUE ILUDEM O POVO DE BELÉM HÁ NÃO VOTAREM NO “SIM”
QUE JÁ E UMA GRANDE BOBAGEM, E SO OLHAR PRA REAL REALIDADE CARA DE BELÉM, SEM ÁGUA TRATADA E FALTA DE ILUMINAÇÃO PUBLICA EM ALGUNS BAIRROS D CAPITAL,
SEM FALAR EM SAÚDE PUBLICA E OUTROS RECURSOS QUE O POVO PARAENSE E LAZADO, CHEGA CHEGA CHEGA DE SER ENGANADO POR ESTES POLITICO SUJOS QUE SO FAZEM PRA SI, PRA VER A VEWRDADE DE TUDO ISSO VEJA HOJE OS NOSSOS PROFESSORES SE UMILHANDO PRA OBTEREM UM SALARIO DIGNO AI NESTA BELÉM
POR AMIGO VC NÃO PODE ESTA FALANDO ESTAS PALAVRAS DE BAIXO CALÃO EM VEZ DISSO OLHE COMO BELÉM ESTAR E PROCURE VOTAR NO ” SIM “, PORQ O QUE ADIANTA UMA PARÁ GRANDE E RICO EM SUA INSTENÇÃO E A MUITO TEMPO CONTINUA ASSIM
AMIGO ABRA BEM O SEU OLHO E IMAGINE UM PARÁ MENOR QUE PODE SE MANTER E TRAZER MELHORIAS A ESTE POVO.
com o meu futuro eu não brinco !! voto 55 !!!!
Como estou na minha pesquisa exatamente delineando alguns escombros que o péssimo ensino de matemática tem provocado no curso de engenharia da UFPA, aproveitei para falar um pouco disto transbordando para o social. Eis o que relato que se complementa com o que vai anexo:
¨E o maior de todos agora se desenha, via a divisão do Pará. No começo dos anos 90 estive em Santarém ministrando disciplina e pelos os corredores exalavam o inconcebível: gente com cargo de docente discursando que enquanto não houvesse o Estado do Tapajós, o campus só iria receber de refugo ao rebotalho do campus de Belém. Obviamente que tudo estava sendo feito com a plena anuência da cúpula da reitoria, bem como determinado estava que por mero interesse político esses preferiam considerar-se parte dessas impropriedades do que ter postura de interesse pela educação.
De fato, desprezo e até leniência pela assistência estudantil – garantia de alojamento, comida, livros e bolsa para todo aluno carente – sempre foi comum pelo Brasil, mas no Pará, pela sua imensidão e condições sociais, sempre tornou estudar na UFPA/Belém fator de desigualdade absurda entre os estudantes paraenses. Assim como, haver isso em quantidade razoável não anularia toda necessidade da interiorização. Entretanto, até mais do que desenvolvê-la, abusar dessa situação por tais interesses e como fonte de ganho extra, sempre foi um ato dos mais escandalosos da história da educação paraense.
Lembrando que sou cearense, fator que pede moderação nisto, agrava-se pela minha condição de docente, a qual exige que não deixe algum aluno ser induzido ou se auto censurar em função da minha posição. Além disso, educação de qualidade torna nenhum assunto proibitivo, porém exige cuidado para não resvalar para situação mais trágica. Menos ainda, como nesse caso, quando há outras, e embora aparentemente distante, como é o caso da internacionalização da Amazônia, que podem aflorar com mais vigor.
Logo, o que reclamo é do fracasso patente e até construído pela UFPA, portanto, todos nós agora, por não ter historicamente atuado de forma que o debate fosse respaldado com um pouco mais de educação de qualidade, já que os sentimentos sinceros de cada grupo precisam ser respeitados.
Para mim, a maior ofensa ao SIM, e a todos que lutam pelo mesmo, é ver a cara do Lira Maia se amnifestando e sendo liderança do movimento. Pior, muito pior, que destruir carros e etc e tal, é a destruição da moral de todo povo do Pará tendo indivíduos como este como nossos representantes. Por isso, só por isso, ainda não decidi meu voto.
Então decida pelo SIM Observadora, porque não é para ele ou por ele ( Lira Maia) que estamos lutando, mas por nossa populaçao que tem direito as políticas públicas de qualidade, para que possa ter qualidade de vida. Na hora dos investimentos em nossa região não somos considerados paraenses, somos esquecidos. os investimentos são apenas para a capital e area metropolitana. É SIM, SSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIMMMMMMMMMMMMMM
77 77 77 77 77 77 77 77 77 77 77 77 77
POR AMOR E RESPEITO AO NOSSO POVO!
Decida pelo SIM, vote 55 no dia 11 de dezembro.
Ruim com o Lira, pior sem ele. Não podemos deixar de reconhecer o substancial apoio ao plebiscito em decorrência da sua atuação no Congresso Nacional.
A nossa luta pela emancipação é centenária.
Saudações
Observadora,
as divergências sempre vão existir e ninguém pode impedir um cidaão de participar de um movimento como esse, a não ser a justiça. Assim como Lira Maia é do sim, outros políticos também apóiam o não. O mais importante é ver q vc não é contra a causa. Acredite, nóis podemos fazer a diferença!
a justiça do Pará ficou ao lado do grileiro e de seus herdeiros, quando ele morreu, em 2008.
Por Lúcio Flávio Pinto . 03.11.11 – 07h59
A grilagem recorde
A maior propriedade rural do mundo deixou de existir legalmente na semana passada. O juiz Hugo Gama Filho, da 9ª vara da justiça federal de Belém, mandou cancelar o registro imobiliário da Fazenda Curuá, que consta dos assentamentos do cartório de Altamira, no Pará. O imóvel foi inscrito nos livros de propriedade como tendo nada menos do que 4,7 milhões de hectares.
Seu suposto proprietário podia se considerar dono da 23ª maior unidade federativa do Brasil, com tamanho superior ao dos Estados do Rio de Janeiro, Alagoas, Sergipe e do Distrito Federal. Suas pretensões poderiam ainda exceder essas dimensões. Através de outros imóveis, pretendia alcançar uma área de 7 milhões de hectares, duas vezes e meia o tamanho da Bélgica, país onde vivem mais de 10 milhões de habitantes.
Como uma pessoa – física ou jurídica – consegue se apresentar como detentor de uma área dessas proporções e se manter nessa condição por tanto tempo, como aconteceu no caso da Fazenda Curuá?
Responder a esta pergunta de maneira satisfatória e eficaz pode contribuir para fortalecer o primado da lei nos “grotões” do país, as distantes e geralmente abandonadas fronteiras nacionais. De forma inversa, manter tal anomalia significa perpetuar o domínio da violência e do respeito às regras da vida coletiva e ao superior interesse público.
Em primeiro lugar porque o Estatuto da Terra, editado pelo primeiro governo militar pós-1964, o do marechal Castelo Branco, continua em vigor. Esse código agrário sobreviveu à Constituição de 1988 e se revelou superior em confronto com as regras da Carta Magna. O estatuto, com seu propósito de modernizar o campo brasileiro (mesmo que de forma autoritária, à semelhança do que fez o general MacArthur com o Japão ainda semi-feudal, derrotado pelos americanos na Segunda Guerra Mundial), proíbe a constituição de propriedade rural com área acima de 72 mil hectares (ou 600 vezes o maior módulo rural, o destinado ao reflorestamento, com 120 hectares).
A Fazenda Curuá foi registrada com quase 60 vezes o limite legal. Por que o cartorário legalizou a matrícula do imóvel com sua fé pública, ele que é serventuário de justiça, sujeito à polêmica (e questionada pelo Conselho Nacional de Justiça da ministra Eliana Calmon) Corregedoria de Justiça do Estado?
A apropriação ilegal de terras públicas, fenômeno a que se dá a qualificação de grilagem, é simples, embora de aparência complexa para o não iniciado nos seus meandros. Ainda mais porque lendas são criadas em torno da artimanha dos espertos e passam a ser apresentadas como verdade.
Muita gente acredita que a expressão grilagem se deve à prática dos fraudadores de colocar papéis para envelhecer artificialmente em gavetas com grilos.
A verdade é menos engenhosa. A origem é romana e diz respeito ao fato de que a terra usurpada serve para a especulação imobiliária e a formação de latifúndios improdutivos. Tanta terra não cultivada acaba servindo de pasto para grilos. Uma maneira de estigmatizar o roubo de terras públicas de forma popularizada.
O espantoso, no caso da Fazenda Curuá, é que o golpe tenha se mantido por tantos anos. A ação de cancelamento foi proposta em 1996 pelo Instituto de Terras do Pará. Apesar de ter provado que nenhum título de propriedade havia na origem do imóvel, a justiça estadual manteve o registro incólume, decidindo sempre contra o órgão público. Até que o Ministério Público Federal e outros órgãos da União conseguiram desaforar o processo para a justiça federal, que, afinal, reconheceu a ilegalidade da propriedade e cancelou o registro.
Essa tramitação acidentada e pedregosa seria evitado se a justiça do Pará tivesse realmente examinado as provas dos autos. Neles está demonstrado que o uso das terras no rico vale do Xingu, onde está sendo construída a hidrelétrica de Belo Monte e agem com sofreguidão madeireiros e fazendeiros, começou em 1924.
Moradores da região foram autorizados a explorar seringueiras e castanheiras localizadas em terras públicas, através de concessões com tempo determinado de vigência e para fim específico. Exaurida a atividade extrativa vegetal, a área deixou de ter uso, mas algumas pessoas decidiram inscrevê-la em seu nome. Como os cartórios não se preocupavam com o rigor da iniciativa, até mesmo dívidas em jogo deram causa à transmissão da inexistente propriedade de um detentor para outro, formando cadeias sucessórias.
A lesão ao patrimônio público por causa dessas práticas ilícitas permaneceu latente até que uma das maiores empreiteiras do país colocou os olhos nesse mundo de águas, florestas, solos e animais. A C. R. Almeida, criada no Paraná por um polêmico engenheiro, Cecílio do Rego Almeida, que nasceu no próprio Pará, comprou uma firma de Altamira por preço vil (sem sequer pagá-lo por inteiro).
No ativo da firma estavam as terras cobiçadas. Não conseguindo regularizá-las pela via legal, por ser impossível, o empreiteiro decidiu se apossar da área à base do fato consumado e passando por cima de quem se colocasse no seu caminho. Montou uma pequena base no local, contratou seguranças, seduziu os índios vizinhos e fez uso da máquina pública que se amoldou à sua vontade. Os que resistiram à grilagem foram levados às barras dos tribunais, que sempre decidiram em favor do grileiro.
Os magistrados da justiça estadual não se sensibilizaram sequer pela publicação do Livro Branco da Grilagem, editado pelo Ministério da Reforma e do Desenvolvimento Agrário, que não deixava dúvida sobre a fraude praticada. Nem pelos resultados das comissões parlamentares de inquérito instauradas em Belém e em Brasília. Ou pelas seguidas manifestações de todas as instâncias do poder público, estadual e federal. Enquanto exerceu sua jurisdição sobre o caso, a justiça do Pará ficou ao lado do grileiro e de seus herdeiros, quando ele morreu, em 2008.
Foi preciso que o processo chegasse à justiça federal para, finalmente, 15 anos depois da propositura da ação pelo Iterpa, secundado por outros agentes públicos, a situação se invertesse. Não é ainda uma decisão definitiva. Os herdeiros da C. R. Almeida deverão recorrer. Mas já sem o registro cartorial que lhes permitia manipular terras como se fossem os donos do 22º maior Estado brasileiro.
Quem sabe, a partir de agora, a intensa grilagem, um dos males que assola a Amazônia, não possa refluir?
Eu sou uma menina de 10 anos nasci e moro em Belém não conheco o interior do meu estado, estava fazendo uma pesquisa para o meu colegio sobre a divisão do estado, e dicidi defender a divisão, porque acho justo e acho que o Pará, Tapajós e Carajás vão se favorecer muito com a divisão.
Muito bem.
Manuela querida convido você e sua família a conhecer o interior do seu Pará, sua sensatez me impressionou, venham a Santarém, podem ficar na minha casa e levo vocês a conhecerem um pouco daqui e você verá que não se arrependeu na sua escolha!
Quem é GANSO será se esse cara está preocupado com o PARÁ.
Jeso, hoje na Folha de São Paulo tem uma noticia que o Ganso doou duas camisas do Santos para as frentes contrarias a criação de Tapajós e Carajás, para leiloarem, iniciativa do Zenaldo e do Ophir Cavalcante, vamos nos manifestar contra no site UOL.
Vitória de Pirro
Independente do resultado, o Pará já está dividido, embora não geograficamente. A campanha publicitária é a expressão da ausência de argumentos. Por que não dividir? Porque não. Esse é o argumento (?). Antes de morar no sudeste do Pará, era contra a divisão. Nasci e me criei em Belém, não admitia que forasteiros (olha só a minha visão) viessem para a minha terra e dela se apossassem (como se a União não tivesse criado a colonizacão no Estado). O “não” não vai vencer. Ou melhor: já venceu nas urnas e perdeu nos coracões e mentes daqueles que só querem que a União invista um pouco do que Belém não quer e não pode investir nas regiões separatistas. Dia desses, conversando com um policial do interior, ele me disse que nenhum carro novo da polícia vai para o município dele (e ele é do Pará dividido). O governdo do Estado está tentando um empréstimo para água e saneamento que só vai beneficiar um município separatista (Alenquer). Embor não seja nas urnas, o “não” definitivamente perdeu.
Não, Nem pelo C…
Esse povo de Belém tem uma verdadeira obsessão pelo C… Trata-se de um verdadeiro endeusamento. Esse impulso obsessivo fica mais latente principalmente quando eles estão nos estádios. Quem reina soberano nos campos de futebol de Belém é o C…
A sublimação do C… começa com a entrada dos times em campo; se for o Remo que entra, a torcida em uníssona agitação logo grita: solta a fera C… Se o jogo demora a iniciar em decorrência da costumeira embromação do árbitro, logo surge nas arquibancadas o clássico inicia essa P… C… Se há um ataque do Remo (Claro! Sou Azulino), e o atacante Ró (vixe!) demora a arrematar, as arquibancadas vociferam estrepitosamente, vaiii, vaiii C… chuta logo essa bola C… Na verdade, em Belém o C… é artilheiro e é tão ídolo quanto o Ronaldinho, no Flamengo, ou o Neymar, no Santos. O Ganso pra eles, por exemplo, joga pra C…
Não sei não, mas acho que é por isso que eles querem C… (azar) a campanha plebiscitária. E isso – creio eu – pode ser até bom pra nós. Porque caso eles tenham que optar no momento do voto entre o “Não” e o “C…”, certamente eles irão votar no “C…”, e como esse símbolo fálico deles não concorre, o voto será nulo.
E tem outra que eu não posso esquecer. Essa de “Não e Não” contra o plebiscito, demonstra o quanto são imaturos esse povo de Belém. Esse slogan mais parece com os ralhos da vovó. Quem já não foi ralhado pela vó com a sonora afirmação, “eu já não disse: não, não e não… eu não vou deixar…” Decerto que pra mim o Não deles contra o Tapajós tem uma denominação bem infantil: “O Ralho da Vovó”, mas sem ser do C…
John Sum
toma te !! toma te !!! vai dividir o caralho !!! quem manda vocês acordarem o espirito cabano ?? péssima idéia e pessima hora de levantar a bandeira de dividir o mais sacaneado estado do brasil !!! dividir e esquartejar e se lacupletar do meu estado ? NEM PELO CARALHO !!!!!!
Hummm… coisa saltitante! Péssima idéia e hora é …?! Se nem o teu c* é teu!! Aberração ambulante.
kkkkkkkkkktoma-lhe aberraçao!
É por isso, e por outras coisas mais que o plebiscito não é a última palavra para se criar estados pela emenda constitucional atual. Quem vai decidir é o congresso nacional. Se ao menos 90% da populaçõao da área que quer se emancipar votar a favor do SIM e a região metropolitana votar contra, o congresso vai levar em conta vários fatores, inclusive os fatores desleais, desonestos, compra de votos, campanha do não com dinheiro público, indimidações com insultos ao preconceito e intolerância, etc. Todos esses fatos, se filmados, fotografados e conprovados bem como os seus mentores, vai servir com toda certeza, como informações fortíssimas para o congresso decidir se aprova ou não aprova a criação dos novos estados. Resta saber se o pessoal do SIM está atento a tudo isso, colhendo esse material, filmando, fotografando e cohendo mais provas de toda essa sujeira que ameaça ao estado de direito democrático. Posso afirmar, sem medo de errar, que o feitiço pode virar contra o feiticeiro.
URUBUS DO VER O PESO, BANDO DE COMEDORES DE BARBEIRO, SEUS DIAS ESTÃO CONTADOS….!!!!!!!!!!!!!!!
FLAGRANTE DESRESPEITO A LEI DE TRÂNSITO. É ESSE O COMPORTAMENTO DAQUELES QUE OPTAM PELO “NÃO”. A SABER:
1- O TAXISTA COM FITAS AMARRADAS À PLACA DO CARRO, COM O OBJETIVO DE DIFICULTAR A INDENTIFICAÇÃO DA MESMA.
2- O MOTORISTA DO CARRO VERDE, FALANDO AO TELEFONE CELULAR ENQUANTO DIRIGE.
BELOS EXEMPLOS!!!!! É O QUE NOS ESPERA, SE CASO O “NÃO” VENÇA.
SIM, SIM, SIM e SIM. PELA LIBERDADE DO NOSSO POVO!!!!!!!!!!!
Então pronto pra ninguém ficar melindrado eu digo:
NÃO E NÃO! MINGUÉM DIVIDE O PARÁ.
DIA 11/12 VAMOS DIGITAR DUAS VEZES 55.
MARCOS você é infelizmente um legítimo representante do NÃO, sem argumento nenhum, procure conhecer a nossa realidade, quando eu digo nossa, refiro-me ao Pará inteiro, pois, a redivisão vai ser benéfica para todos, não deixe essa oportunidade passar, reflita, pense, analise, não se deixe levar pela classe política dominante do nosso estado que está sediada em Belém, que não estão preocupados com a população, mas somente com a preservação de seus privilégios.
Sou paraense de Belém, amo o meu Pará, entretanto, dentre as suas riquezas, amo mais a sua maior riqueza que é o seu povo, que alias é bastante sofrido, que não reflete a grandeza tão propalada pela campanha do NÃO, por isso pense na “grandeza” correta, que deve ser a da população, e não a do espaço geográfico.
Não deixe esse cavalo selado passar, junte-se a nós que estamos preocupados com um futuro melhor para a nossa gente, vote com sentimentalismo sim, mas bastante recheado de razão, por isso vote no SIM 77.
VCS SERÃO POR MUITO TEMPO.” CAPACHOS” da administração pública que se instalará nessas regios caso haja a vitoria do sim.
acordemmmm….!!!!!
aprendam a votar…é isso que falta………os maiores bandidos da politica são eleitos por ai……por isso e essa miséria no estado como um todo…
NETO,
CITE ALGUM DEPUTADO DA REGIÃO OESTE DO PARÁ QUE ESTEJA ENVOLVIDO NA ROUBALHEIRA DA ALEPA ( ASSOCIAÇÃO DOS LADRÕES DO ESTADO DO PARÁ ) E EU
NUCA MAIS VOTO NELE.
À PROPÓSITO, ALGUÉM FOI PRESO POR CAUSA DAQUELES MALFEITOS NA ALEPA?
COMO É QUE TERMINOU AQUELA PUTARIA?
QUANTO MILHÕES MESMO FORMA ROUBADOS? E O ROB GOL, TÁ PRESO? E A MÔNICA?
SE ALGUÉM SOUBER DE ALGUMA COISA FAVOR POSTAR UM COMENTÁRIO.
CHAGUINHA AD
77 PELO TAPAJÓS E CARAJÁS!!
Neto, você parte do pressuposto que só a bandidos na política, e que os maiores bandidos são eleitos por aqui, como o CHAQUINHA AD já te respondeu sobre essa questão, que não é bem assim.
É interessante fazermos uma outra abordagem sobre a sua “preocupação”, já que todos são bandidos, nos deixe votar nos nossos, só vocês querem ter esse direito ?, por favor, tente mudar meu voto, me trazendo argumentos condizentes, pois, se forem plausíveis não tenho problema nenhum em mudar de voto (SIM 77), fico no aguardo.
Hummm… geralmente quem qr aparentar q é ‘o fodão ‘ ou ” o muito escroto”, como este ser humano do retrato, é pq é um gayzão ou um gayzinho incubado, ou no mínimo tem o pau atrofiado.
Jeso disculpa pq sei q/ teu blog é de familia mas defronte de uma provocação dessa so cabe isso.
Éinteressante fazer a leitura completa das inscrições presentes nesta imagem: “Vida Boa” “Não Porra” “Nem pelo Caralho”.
Praticamente não há o que dizer. Elas expressam muito bem o perfil de quem as expresam: Colonizador; etnocêntrico; homofóbico; e tantos outros que a lista ficaraia interminável e me forçaria a usar palavras de baixo calão.
Melhor ficar apenas com estas, e com a esperança de que esse tipo não seja tão numeroso, e, mesmo sendo, resta-nos a esperança histórica de que, apesar de difíceis, são muitas as lutas em que Davis vencem Golias.
Para finalizar, eu continuo insistindo em um ponto: Se esse grupo do NÃO é tão ferrenhamento apegado ao Pará grande, que tratem de cuidar dele. Pois depois desse movimento todo, não vão ter sossego. Os Davis vão se dar conta de que o Golias pode ser enfrentado, e derrotado. Mesmo que não seja no plebiscito, será derrota no que tem de arrogência e de desrespeito para com as regiões mais afastadas do centro do poder encastelado em Belém.
Esse não só tem tanto respaldo porque a pobreza metropolitana não se deu conta de que o Pará ficando menor em tamanho geográfico, os governantes terão que mostrar serviço, pois não terão mais a desculpa de dizer que fizeram obras pelo interior, pois muito mais pessoas terão a possibilidade de constatar que se trata de mentira. Hoje, essa mentira pode até colar, pois muito morador do território do “velho Pará” não tem a mínima idéia do que se passa no restante desse estado que é quase maior do que a Europa.
Voto SIM não por vaidade ou ilusão de que os problemas serão resolvidos de forma mágica e imediata. Voto SIM tendo a compreensão de que, cada povo deve ter o direito de construir sua história, de enfrentar suas dificuldades e encontrar caminhos para superar os seus limites. Trata-s de um direito universalmente aceito, embora nem sempre respeitado (temos como exemplo a luta do povo palestino).
Voto SIM com convicção formada na vivência na região que às vezs, parece não pertencer a estado algum, tamanho o descaso das autoridades constituídas, e que não raras vezes, só circulam no entorno da capital, ou, no máximo, em cidades que tem ao menos um aeroporto (e como são raras no Pará…).
Em síntese, voto SIM não pelo simples sim, mas por razões históricas, teóricas e práticas.
Belém tem milhares e milhares de veículos. Esse, objeto de toda essa seleuma, e outros que, porventura usem termos tão impróprios para essa perlenga, representam 0, (zero vírgula) % do universo de carros de eleitores da cidade. Então, não vale a pena usar isso para inflamar as pessoas. A grande maioria dos paraenses – e os novos vizinhos, se for o caso – jamais pensam em viver isolados ou deixarão de ir e vir por estas plagas. As ligações são enormes. Muitos dos executivos, e profissionais que aqui labutam, são de Santarém, de Marabá e de outros tantos lugares. Irmãos, filhos, pais, amigos, etc. vivem aqui e acolá, se visitam, fazem festas e vivem harmoniosamente.
E também, é bom lembrar que todo esse ímpeto, dos favoráveis a separação, fica um pouco comprometido, pelo fato de o projeto da divisão não ter tido a origem em representantes das áreas em questão. O projeto é de um senador de Roraima – Mozarildo Cavalanti. Se fosse proposta de um político local – ou até um projeto de inciativa popular – , com certeza, teria muito mais chance de ser concretizado, por ter nascido de uma legítima iniciativa da população interessada. Em artigo publicado pelo jornalista José Ribamar Bessa Freire
09/10/2011 – Diário do Amazonas – consta: “Por isso, o Conselho Indígena dos rios Tapajós e Arapiuns, sediado em Santarém, representando 13 povos de 52 aldeias, se pronunciou criticamente em relação à proposta. Em nota oficial, esclarece:
“Os indígenas, os quilombolas e os trabalhadores da região nunca estiveram na frente do movimento pela criação do Estado do Tapajós, porque essa não era sua reivindicação e também porque não eram convidados. Esse movimento foi iniciado e liderado nos últimos anos por políticos. E nós temos aprendido que o que é bom para essa gente dificilmente é bom para nós”.
“
Meu caro, gostaria de lhe passar uma informação. O projejto de Lei que aprovado que propõe e divisão realmente é do Mozarildo, porém outros projejtos com o mesmo objetivo, do Deputado Hilário, há época, foram propostos sem sucesso, todos de deputados locais, outros ainda estavam em tramitação sem sucesso devido ao boicote de políticos da capital e demais entraves conjunturais.
O anseio é legítimo e tem origens históricas que remontam mais de cem anos conforme demonstrou Manoel Dutra em seu livro “O Pará dividido”.
Essa história de que o projeto é de gente fora não cabe em relação ao Estado do Tapajós, do qual falo com conhecimento de causa.
Dizer que é projeto das elites locais também não cabe: é anseio de todos. As pesquisas locais demonstram isso. Eu, por exemplo, sou filho de carpinteiro e uma dona de casa. Estudei na UFPA inicialmente em Santarém e conclui na capital meus estudos. Conheço a realidade paraense na práxis. Defendo o Projeto de Criação do Estado do Tapajós e entendo que será bom para todos inclusive para as pessoas que moram em Belém, as queis continuaram sendo meus colegas e irmãos amazônidas.
Voto 77.
Primavera Tapajônica já,assim como a Primavera Arabe.Nossa campanha tem que ser direcionada ao povo que vive nas periferias de Belém,aqueles que estão desempregados na Capital do Pará,o povo pobre de Belém e região Noroeste,concerteza,a nossa margem de SIM 77 ira aumentar.Fazer quetionamentos tipo Por que a segunda maior cidade do Pará não está no nosso estado e sim no AMAZONAS,uma cidade com mais de 300mil habitantes.Trazer para a Campanha o POVO POBRE de BELÉM,mas aquelas pessoas que não tiveram oportunidades,e mostrar a verdadeira CARA DO PARÁ.
sabias que hitler fazia isso tb, ele massificava a campanha pró guerra dentro dos guetos miseráveis e dizendo que seria mais vantajoso a todos a raça ariana tomando conta do mundo, e depois….mandava matar os miseráveis…..
mais ou menos isso…..e com cetteza é a tua postura miller tapajós….hehe..
procure ler a historia…..
Se a Cargill não quer contribuir com a campanha pela criação do Estado do Tapajós, ela já pode ir embora, não precisamos desse tipo de Empresa em nooso Território, By, By, Cargil… ja vai tarde!!!!
Jeso;
É por este motivo que não tem representação politica forte na região, é por isso que elegemos apenas um deputado federal (que lesgila mais em causa própria) do que 2 ou 3 federais, é por isso que somos esquecidos até pelos nossos…
É lamentável não aceitar a opinião dos outros, cada um se expressar da forma com que se deseja, até com palavras chulas… muitos pensam desta forma, mas não tem coragem de expressar…
Adesivos… nossos táxis e ônibus estão cheios… e daí… todo mundo vai se expressar…
Alguns poucos querem transformar isto em um batalha, são uns ignorantes, não será assim que se conseguirá obter maioria do sim, só conseguiremos, idiotamente, elevar a gana da Pará Remanescente a pocisão contrária, e se ‘eles decidirem de fato votar, serão mais de um milhão contra um pouco mais da metade disso…
Aos ideológicos radicais… afundem-se nesta lama de hipocrisia que querem criar…
O Tapajós, o Pará não é de uns poucos é de uma população que merece o melhor para si.
Devemos parar de falásias, de picuinhas, de idiotices, devemos parar de tratar esta campanha de ser o certo contra o errado, de ser o justo contra o injusto, tratemos como o melhor para a população de todos o ESTADO, todo e não só de ‘lá’ ou ‘daqui’.
E, caros amigos, tenho certeza absoluta que até o final de semana teremos um adesivo tão ‘forte’ quanto este a favor do sim… porquê? por que nós reclamamos mas colamos tudo da capital.
SIM Tapajós, Não Carajás!
Aqui tbm temos gente do mesmo nivel intelectual, até melhores, c/ posdoutorado em estábulo, se desse oportunidade para eles teríamos um espetáculo de palavrões e vulgaridade. Nível?! Se o próprio ESTADO PERMITE q/ um evento democrático vire esta zona! Eu me sinto constrangida perante a afrontqa c/ q/ contestam, e piora se estou c/ meus pais vendo tamanha falta de respeito. É degradante esse tipo de coisa. O ESTADO está incentivando rixa a anarquia a patifaria quando permite esse tipo de manifestação desrespeitosa. O alicerce do nosso Estado é mesmo a DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA?!
Temos que usar essa propagando do não contra eles,e mostrar para o POVO do PARÁ a verdadeira FACE DO NÃO.VAMOS USAR ESSA PROPAGANDA CONTRA ELES
Se os do contra a redivisão baixarem o nível é melhor para os a favor que não baixarem o nível.
A população não é imbecil e esse tipo de propaganda é infrutífera.
Vamos fazer uma campanha com emoção do bem e com razão e argumentos que não faltam para a redivisão. Não podemos ter medo de sermos felizes.
Sempre disse e digo que Tapajós e Carajás têm muito mais condições de ser Estado do que Acre, Amapá e Roraima.
E para os que falam em elite política, quer mais feudo que São paulo, há quase 20 anos governada pelo PSDB?
É só do lado do não que há pessoas ignorantes? Quantos do lado do sim não tem as mesmas atitudes? Quanta hipocrisia!!!!
Temos som muitos radicais do SIM,
Temos sim muitos radicais do SIM, o problema é que a intolerância do Não é quase oficial, os panfletos, as declarações na imprensa, a incitação a xenofobia e o apoio ao ódio parecem fazer parte da estratégia do Não.
Ao invés dessas atitudes serem reprimidas pela coordenação das duas campanhas (Não ao Tapajós e Não ao Carajás), parecem é serem apoiadas, como no caso das vaias e desrespeito causados por apoiadores do Não em um debate na UFPA (que não foram reprimidas pelo mediador) e o caso do carro depredado de um aluno da mesma universidade por possuir um adessivo do SIM.
Radicais dos dois lados sempre vão existir, mas utilizar dessas atitudes extremistas como parte da campanha é inadmissível.
intolerancia é isolada em todas as ramificações….são pessoas sem argumentos ou, pobres na discussão…
essas manifestações tanto pelo sim como pelo nao, acho que nao deveriam ser discutidas…
JA LEU SOBRE HIREMILDO O IDIOTA?
pois é….
existe nos dois lados…fazer o que?
os caras nao estudam, então , nao sebem defender ideias……..
VOTO NÃO – POR UM PARÁ UNIDO E A ANIQUILAÇÃO DOS POLITÍCOS QUE ENRIQUECERAM COM DESVIOS DE VERBAS PARA O DESENVOLVIMENTO DO ESTADO.
SERÃO MAIS BANDIDOS, SENADORES,DEPUTADOS,VEREADORES,SECRETÁRIOS JUIZES……PROMOTORES……..UMA QUADRILHA…ALIAS………..DUAS QUADRILHAS….PERIGO ISSO……acordemmmmmmmmmmmmm!!!!!!!!!!!!!!!
É por estas barbáries que queremos mudar a região, se desligar deste tipo de gentinha, porem estive em Belém e vi muitos NÃO em panfletos e adesivos dos carros, ai fui olhar de perto e dizia realmente NÃO, mas a CARAJAS, não se referiam a Tapajós. Voltarei SIM é claro para o Tapajós e NÃO para o Carajás, quem manda eles se meterem nesta divisão. Nós começamos a luta primeiro.
Sabe o que pior, é que se der uma zebra e não ganharmos, os santaremos nas próximas eleições vão continuar votando nos cadidatos de Belém como sempre fizeram.
Jeso:
Embora preocupante, a mensagem mostrada na foto acima, tem vários significados. Apenas recomendaria mantermos o nível do debate. Tenho falado que pela primeira vez desde que comecei a votar, o plesbicito será a oportunidade de votarmos em uma idéia onde políticos de todas as tendências e ideologias estão unidos.
Quanto ao posicionamento exacerbado beirando a insanidade do Zé Carlos, presidente regional do PV, é lamentável mas ao mesmo tempo, se considerarmos as suas desastradas decisões políticas, eu fico tranquilo pois as mesmas resultaram SOMENTE EM DERROTAS é só verificarmos o apoio ao prefeito de Belém e a opção doentia de apoio a Candidatura da ex-governadora Ana Julia.
Podalyro Neto
Quem não tem proposta, apela para a ignorancia.
Outro dia, conversando com uma cidadã daqui de Belém, eu disse que o povo da região oeste do Pará estava muito mais unido em torno do objetivo comum e que possuíam uma boa argumentação pró desmembramento do Estado.
Ela me disse: nós não precisamos destas coisas, nós já ganhamos.
Parece que alguns moradores da capital não se dão ao trabalho de escutar ou ler nem as argumentações contra, nem a favor do desmembramento do Estado do Pará.
Ao que parece, no dia 11 de dezembro, alguns zumbis desta capital irão apenas apertar duas vezes no número 5, sem ao menos saber o que realmente isto significa para eles e para os pró Carajás e Tapajós.
Não importa o quanto o Pará, a União, empresas privadas e etc invistam nessas regiões, elas sempre irão pedir pela separação, o motivo? Máquina pública, cabides de empregos, chances de enriquecer sem muito trabalho. Manipuladores daquelas regiões já fizeram o que tinham que fazer para arregalar os olhos de sua massa de manobra em cima das ‘oportunidades’ que uma máquina pública estatal gera em determinada região.
Eles não estão errados de querer isso, não, afinal de contas, quem não quer auferir grandes vantagens sem grandes esforços? O que me deixa pasmo é a hipocrisia, de dizerem que querem a separação porque se acham ‘esquecidos’ pelo Estado e são coitados nessa história, francamente…se falassem a verdade, ou seja, “queremos emprego público seguro e fácil, e a oportunidade de mamar nas tetas do Governo para enriquecer como qualquer capital de Estado”, aí eu nem me daria ao trabalho de postar aqui, mas pelo menos eles não estariam sendo hipócritas com a população e com o país, dizendo que sofrem ‘maus tratos’ do Goveno do Estado.
Em hipótese alguma estou negando o fato de que a região sofre com problemas de falta de estrutura, mas a questão é, que cidade do Pará não sofre?! Acho curioso comentar neste grupo e dizer que uma cidade como Parauapebas (exemplo) é tratada pelo Estado como ‘resto’ enquanto Belém e região são superbeneficiadas, ora, convido você a conhecer a região nordeste do Pará, e nem precisa ir muito longe de Belém, aliás, nem precisa sair de RMB, vá nas periferias de Belém, vá em lugares como o Aurá em Ananindeua, visite pequenos municípios do nordeste paraense como Augusto Correa, perto de Bragança, e veja se eles estão no nível de Parauapebas…você voltará de lá com os olhos sangrando, amiga, depois de ver tanta miséria, e o pior, sem nem 10% da oportunidade de empregos que existe em Parauapebas. Nos pequenos municípios do nordeste do Pará não existe mineração para salvar a população da fome, querida.
Depois de Belém (que é a capital, e como em todo país, é a mais rica do Estado), as cidades com maiores PIB são Barcarena no nordeste do Estado (pelos projetos da ALBRAS e ALUNORTE, ambas empresas PRIVADAS, não tem Estado ladrão e sugador aí), e depois vemos as ‘problemáticas e esquecidas’ Parauapebas e Marabá, depois delas temos Ananindeua, a segunda maior cidade do Estado e uma das maiores da região norte, e que pasme, tem um PIB de pouco mais de 2 bilhões, sendo que tem aproximadamente de 500 mil habitantes, e aí, cadê o Estado ladrão que não ajuda essa cidade tão problemática, e que por sinal, é vizinha da capital?
Depois de Ananindeua, vem a candidata a sede do Governo do futuro Tapajós, Santarém. E depois dela, amiga, nenhuma outra cidade tem PIB acima de 1 bi, nenhuma. Castanhal é uma cidade que vive praticamente de comércio e serviços, assim como Belém, a pequena Capanema (que tem uma pequena indústria de cimento) no nordeste do Estado, sobrevive por isso e por ser um pólo de comércio de pequenos municípios próximos, o mesmo acontece com Bragança. Saindo dessas cidades citadas do nordeste do Estado, o resto é lamentável, você vê municípios minúsculos e sem perspectivas de geração de emprego e renda que possam fazer, a médio e longo prazo, com que a economia da cidade levante, o contrário das tão esquecidas Parauapebas, Marabá, e Santarém, que depois da capital do Estado, são as únicas com comércio pujante, terão inclusive Shopping Center, as únicas do Estado também.
Shopping e comércio pujante no nordeste do Pará, fora da RMB, será que existe? Ou melhor, será que um dia vai existir? Quem sabe, mas com certeza não será nessa década.
As cidades do Sul do Pará estão começando a colher os frutos da mineração agora, são cidades novas, raras as que tem mais de cem anos, e queriam o que? Ter o PIB e a estrutura de Belém? Que tem quase 400 anos? Ah vá…essas cidades crescem em ritmo alucinante, e os políticos da região sabem que dentro de alguns anos, serão verdadeiros pólos comerciais e de emprego, e querem garantir sua parte nesse futuro, por isso fazem tanto lobby em cima da criação do Estado, não há coitadismo da população do sul do Pará que não tenha no nordeste do Pará! Repito, NÃO HÁ! As dificuldades que tem no sul, tem no nordeste, a diferença é que o sul pelo menos tem perspectivas de melhorias! Então antes de conhecer toda a realidade de um Estado, evite fazer essas afirmações difamatórias!
Você não vê a quantidade empregadas domésticas e camelôs que existem em Belém, provenientes do nordeste do Estado, que preferem viver na miséria aqui, no meio da lama e dividindo espaço com traficantes e assassinos, do que passar a extrema miséria e fome de seus municípios no nordeste do Estado. Você vê até gente do Maranhão em Belém atrás de emprego, mas raramente verá alguém do SUL DO PARÁ em Belém atrás de emprego!
O iludido aqui, amiga, com todo respeito, é você, e não nós. Vc é de Belém, você foi pro sul em função do que mesmo?! Ah, acredito que foi emprego que apareceu pra você lá, não é?! Mas em Belém e no nordeste do Estado, se não for por concurso público ou por meio de profissões liberais, o máximo de emprego que você (e qualquer um) iria conseguir, era de vendedor de loja ou atendente de caixa, porque se você achar emprego bom por aqui nessa região ‘rica’, favor me avisar. Não é por acaso que das metrópoles com mais de 1 milhão de habitantes, Belém é a que tem os piores índices econômicos e sociais. Ache uma foto panorâmica da RMB em que você não encontre uma favela ou bolsão de miséria, e eu te dou parabéns.
A cidade tem ricos, tem prédios lindos e etc, a diferença é que os ricos daqui moram em prédios, e os de Marabá em mansões encrustradas em fazendas que valem milhões de reais. Os pobres de lá e os daqui sofrem as mesmas mazelas, então essa de coitadismo não desce a minha garganta! Se você achar o lugar pra onde estão indos os investimentos provenientes do ‘furto’ da receita do Sul do Pará, me dê um toque, que eu também quero saber.
Se tem uma região que eu acho que mereceria uma máquina pública como incentivo no Estado, é a região de Itaituba, conhece? Se o que os separatistas realmente quisessem fosse igualdade, então eles não escolheriam Santarém como a capital do Estado de Tapajós, sendo que a região de Itaituba sofre muito mais com a falta de estrutura.
Para finalizar, antes de você inflamar uma discussão tão séria com achismos, seria bom procurar conhecer a realidade de todo o Estado, e ver que as dificuldades estão em toda parte, e não concentradas em pólos com riquezas minerais furtadas. Porque você acha que a região nordeste do Pará e não pede emancipação de Belém para formar um pequeno Estado? Simples, lá não tem políticos assentados sobre bilhões em minério, daí não há interesse, e também não tem uma cidade grande como Santarém para se candidatar a capital e concentrar cabides de empregos públicos.
Se o discursso se manter em cima da tese de que a separação é pela nobre causa dos menos favorecidos, eu não aceito, agora, se mudarem e discursso e assumirem que é por ganância, então esses políticos e latifundiários manipuladores pelo menos teriam um mínimo de dignidade, pelo menos assim estariam mostrando para a população os seus reais interesses.
Irmão Marcos, depois de toda essa miséria que tu contas e é a mais pura verdade, ainda queres que fiquemos atrelados à incompetência e à corrupção dos desgovernos do Grão Pará? Pelo amor! Deixa nosso povo seguir seu caminho, como filho que adquire maioridade, constitui família e novo lar. Assim é a vida. Deixa a gente ir…
Prezado marcos, a divisão representará um fardo a menos para a região do entorno de Belém, sera a oportunidade ao estado do Pará de ver menos problemas e poder trabalhar nos que estão mais próximos.
O Tapajós terá que cuidar da metade dos problemas do Pará, 1/2 é melhor do que um inteiro.
Jeso, como você pode ver, o vida boa que anda de Land Rover tem outro adesivo que diz “GENTILEZA GERA GENTILEZA”. Pode??!!
Querendo eles não! Deus ja disse SIM ao TAPAJÓS – 77!
Esta decretado por ele na no céu! Tapajós Estado, Santarém – Capital!
É a famosa raiva de quem não gosta e não está acostumado a ser contrariado, quem acha que manda e não tem que explicar suas vontades.
Mas uma prova da soberba que comanda o Não e muitos Belenenses que se acham seres superiores, quase arianos por morarem na “capital”, alguns que acham que falando qualquer coisa convence e se não convencer, apelam para a base da blasfêmia e da covardia.
Afinal para eles somos reles caipiras sem cultura e educação que vivem no interior. Devem ficar pensando: “como esses seres ignorantes conseguiram elaborar e aprovar um plebiscito?”.
“Quem acha que manda…”, hum… Eu sou de Belém mas não faço parte das panelinhas nem do Duciomar e nem do Simão, portanto não “mando” pô nenhma aqui na “capitar”, quanto mais nas “tribos” tapajoara e carajazista… Nada obstante, sou contra a divisão do Pará, ainda que eu continue sem “mandar” pô nenhuma nessas elites carcomidas e corruptas nas três esferas… Para mim o que vale é a UNIFICAÇÃO contra a CORRUPÇÃO – seja em Belém, no Tapajós, em Carajás ou em Brasília, onde, nem a propósito, caiu hoje mais um ministro demitido não pela Dilma, mas pela MSV, ou seja, a Mídia Sempre Vigilante que os “allogianos” chamam ede PIG.
Vivemos em um estado corrupto quebrado mais unificado. Sr almofada Espera sentado que vai nascer ai em “Belém” que não e de Nazaré político que tu deseja.
Saiba que a massa corrupta do Pará mora bem do teu lado.
Tá, Alice, mas o Lira Maia já bateu o record do Jader em processos no STF. Tu sabes de onde ele é?
Não deveria mais vou te responder, lira e do Cipoal! E agora almofada to sabe a onde fica o cipoal? Já teve a oportunidade de conhecer o resto do lixo do nosso estado? Ou tu só conheces o ladinho da capital Salinas Mosqueio e a Belém Brasília.
Se não tivermos bom senso o pós-plebiscito deixará mágoas. Não é isso que queremos, a violência está em todos os lugares mas nós, cidadãos de bem, não podemos deixar que ela prevaleça.
Tenho lido e comentado algumas postagens em diversos blogs e percebo a animosidade, os argumentos dão lugar à paixão. Tenho visto mais a questão da corrupção e ladroagem que campeia pelas hostes politiqueiras como a fuga da discussão mais criteriosa.
Aos divisionistas que reclamam da conduta desonesta dos políticos e governantes e, que, alegam uns de que vai melhorar se o “sim” ganhar, outros que vai piorar se o “não” ganhar, ou ainda, que tudo vai ficar como dantes no “quartel de abrantes”, menciono para uma reflexão, um pequeno trecho do parecer do Pe. Antonio Vieira ao Rei de Portugal no século XVII. Foi no momento em que o padre Antônio Vieira, conselheiro do rei de Portugal, D. João IV, convenceu o monarca a fazer exatamente o contrário, criandoúnico governo para a capitania do Maranhão e Grão-Pará sediado inicialmente em São Luís e depois em Belém. Para isso, o missionário jesuíta usou um argumento singular. Ele alegava que se o rei criasse outras/os capitanias/estados no norte do Brasil, teria que nomear mais governadores, o que dificultaria o controle sobre eles. É mais fácil vigiar um ladrão do que dois, escreveu Vieira em carta ao rei, de 4 de abril de 1654:
“Digo, Senhor, que menos mal será um ladrão que dois, e que mais dificultoso será de achar dois homens de bem que um só”.
Portanto meus amigos divisionistas e não divisionistas, aos larápios atuais vamos puní-los com a “Ficha Limpa”, e aos larápios que se candidatam a governo dos possíveis novos estados, peçamos a eles que repessem suas práticas. O povo agradece. Dessa forma: NÃO e NÃO! NINGUÉM DIVIDE O PARÁ!
Esse texto de 1654 tem uma relevaaancia…. A propósito é o povo que luta pela divisão! Nosso sim tem nome, não é o não pelo não, é SIM ao TAPAJÓS e SIM ao CARAJÁS! Pelo menos tenham a decência de dar nome aos bois coloquem Não ao Carajás e/ou Não ao Tapajós, pra lembrar contra quem realmente estão lutando.
Nota-se que esse cidadão leva uma ” vida boa” e pelo perfil do seu carro tem condições de passeio e lazer, deve ter boas oportunidades e o egoísmo da elite opressora da capital não está nem aí pra os sem oportunidades, aliás com seu jeito arrogante não quer nem conversa.
Mudanças não ocorrem da noite pro dia. O Tapajós já é vitorioso mesmo que o NÂO prevaleça e não creio que os Tapajônicos irão desistir desse sonho. Porém, só venceremos se estivermos de cabeça erguida e não com a imagem de “Explorado e abandonado pelo governantes”. Parem com esse preconceito idiota. Não deixem que o Tapajós se torne um novo Amazonas, pois no fim os únicos que sofrerão com isso são os Tapajônicos que tanto precisam do Pará e de sua capital (ou vcs acham queo Tapajós se tornará um estado de “1º mundo” da noite pro dia?). Deixem as pessoas que são contra falarem o que quiserem elas estão no direito delas (mesmo que esse direito não seja de fato). Façamos uma Campanha limpa, mostrando que o Norte do país tem a capacidade de gerar um Estado digno para a Nação. Esqueçam essa aliança oportunista do Carajás que é o mais beneficiado de todos. Esqueçam, também, de levar como porta-voz políticos corruptos. Vamos mostrar que o nosso Tapajós é feito de homens honestos e trabalhadores.
COM CERTEZA ESSES CARAS NÃO SÃO TRABALHADORES, VIVEM MAMANDO NO ESTADO EMPOBRECIDO E NÃO QUEREM ABRIR MÃO DISSO. NA VERDADE TAMBÉM QUEREMOS QUE ESSES CANALHAS ( Q NÃO TRABALHAM) SE FODAM….
Lembro-me Jeso quando participei de um seminário de marketing politico em Belem, mas precisamente no Hilton Hotel, e estávamos ouvindo o cientista politico, Torquato, que falava sobre a ética, quando o publicitário Walter Junior perguntou:
– E a ética na política professor?
Ele respondeu:
– Ética? É Remo X Paysandu!
Então minha gente, não vamos esperar ética em campanha politica, vamos botar pra fuder! Cada um por si e Deus contra.
Pô, Dudu, até com Deus CONTRA? Assim vocês jamais vencerão, SE DEUS QUISER!!!
O opressor lema da campanha revela algo que poderia ser compreendido aparentemente como infantil, a reproduzir certa fala de determinada fase da vida. Poderia, mas não é. Tem outro sentido expresso pelos vocábulos que nada dizem em essência: duas negativas unidas por um conectivo aditivo, como se não houvesse saída ou possibilidade de diálogo, algo que asfixia e impossibilita qualquer pessoa de se comunicar. Para mim, reproduz bem a precária interlocução entre a capital e o interior.
SIM PORRA!
SIM ATÉ PELO CARALHO!
Bem que poderiamos colocar adesivos assim em nossos carros né, mas como disse disse o Padre Sidney é triste, cômico e ao mesmo tempo ignorante!
Jeso, a imagem também reflete o nível de civilidade, cultural e de preparo para a vida democrática da maior parte da elite belemense. O José Carlos Lima e o Zenaldo são os maiores representantes dessa elite submundana que, em virtude da miséria intelectual e racional na qual sobrevive, recorre à selvageria para impor seus interesses. Essa elitizinha sequer têm vergonha de expressar o quanto é irracional e medíocre, violenta e vulgar, digna de desprezo.
edai podaliro a turma do pavu digo paju vai ficar calado!
não fala mal do jose carlos lima que a miguelita vai ficar brava,ela quando fica brava é igual a osga
ISSO E A EDUCAÇÃO QUE O POVO DE BELÉM ESTA DEMONSTRANDO , ISSO MOSTRA QUE ELES NÃO SÃO NENHUM POUCO EDUCADO E E DEMOCRÁTICO.
HOJE VIVEMOS EM DEMOCRACIA , MAS O POVO DE BELE SÃO TANTO IGNORANTE QUE NÃO TEM NEM PALAVRAS
Jeso, só para constar, hoje pela manhã estive no aeroporto de Belém e pude verificar que grande parte dos táxis da cooperativa estão com os adesivos que veiculam a propaganda do “não”. Portanto, as autoridades – notadamente os membros do mp eleitoral – não têm como alegar desconhecimento do fato, pois obviamente frequentam o aeroporto. A situação é a mesma nos demais táxis e coletivos da cidade, sem qualquer ação das autoridades no sentido de reprimir tal prática, conforme já foi denunciado aqui no blog. Não bastasse o teor intolerante e agressivo da mensagem, expressamente nos rotuando como “ninguém”, é cada vez mais evidente que lutamos, também, contra instituições que deveriam não só revelar imparcialidade,mas agir para que a paridade de armas fosse garantida. Os “bons”não podem silenciar, porque nesta luta ninguém é bom o suficiente para se omitir.
Jeso, esta foto foi tirada na Doca (ta la o prédio da Big Ben pra confirmar). A “obra de arte” em questão é do “talentosíssimo” Almirzinho Gabriel.
Isso é lamentável ainda mais por dirigir falando ao celular ! Sim ao Tapajós !
Vale lembrar Jeso que o presidente do PV José Carlos Lima manisfestou-se publicamente favorável à criação do Estado do Tapajós em pelos menos duas oportunidades em Santarém, a primeira durante a última eleição em que o mesmo foi candidato a Deputado Federal. Na última, há aproximadamente 2 meses, Zé Carlos ratificou seu posicionamento favorável em uma reunião com os filiados do PV de Santarém, onde estive presente naquela época ainda como filiado.
Foi com indignação, mas não com surpresa, que tenho visto o “novo” posicionamento de Zé Carlos Lima, agora veementemente contra a criação dos novos estados, uma posição contraditória e desrespeitosa com os filiados do PV em Santarém, que inclusive pediram votos para o então candidato, quando este se comprometeu a ajudar na criação do Estado do Tapajós.
Aliás, ser contraditório parece ser umas das “qualidades” do presidente do PV do Pará. Quem não lembra de Zé Carlos Chefe da Casa Civil do Governo Jatene I e anos depois abraçado com Ana Júlia na desastrosa campanha política que tentava reeleger a ex governadora.
Ano que vem teremos novas eleições, desta vez municipais. Talvez alguns “políticos” de Belém estejam falando agora o que parte do povo de Belém quer ouvir, em troca de alguns votos.
Infelizmente o posicionamento contraditório de lideranças do PV tem também levado o partido para a contradição, gerando insatisfação de seus filiados e simpatizantes.
Com a ajuda ou não de falsos promesseiros iremos dizer SIM pelo Tapajós, vencermos e ficarmos distantes de certas figuras do cenário político paraense!
Onde escrevi “Foi com indignação”, corrigir para ” É com indignação” no segundo parágrafo. Grato
vencer e ficar distantes, digo
O mais interessante, Bruno, é que Zé Carlos ( o homem das mil caras), quando deputado estadual do PT na década de 90, foi uma das vozes dissonantes da Alepa e da direção estadual de seu partido, mostrando-se favorável à criação do estado do Tapajós à época.
Esteve por aqui e foi sempre bem recebido pelos políticos locais, como amigo de nossa causa. Éramos iludidos e não sabíamos…
Infelizmente, a cultura da imposição de poderes, da preservação da submissão é muito presente em vários aspectos da vida social. A imbecilidade e a intolerância querem se sobressair a qualquer custo, violando liberdade de expressão, de pensamentos e sonhos. Pórem, a capacidade sonhadora e libertadora, que é intriseca ao ser humano deve superar qualquer limite de submissão, e ser maior que a mediocridade.
É triste… se não fosse também cômico e ao mesmo tempo ignorante!
A preocupação deve estar Jeso, no pós plebiscito, pode restar uma animosidade entre belemense e santareno. E aí? Como meus amigos de Belém virão visitar Alter do Chão? E como eu irei tomar umas geladas em Belem com meus amigos Otacilio Amaral, Beto Frazão e João Batista? PORRA!!!
Vamos parar com isso.
É verdade, Dudu. Mas tenha certeza: qualquer que seja o resultado, o Pará não será o mesmo no pós-plebiscito. As feridas abertas aqui, principalmente por causa dessa gente que incita a intolerância, o belicismo, a “guerra”, como Zenaldo et caterva.
Creio que, independentemente do resultado, seremos mais respeitados por essa turma do contra.
Eles vão ter que nos engolir, como já dizia o velho Zagalo!!!
A fulanização da campanha é um vício de ambos os lados. Se uns esculhambam o Zenaldo, outros escracham o Lira Maia, e por aí vai. Não seria melhor cada lado apenas mostrar seus argumentos, pró ou contra a divisão, sem baixar o cacete no adversário?
Meu Caro Ismaelino, seria bom que fosse como queres e como eu também quero: que os políticos agissem como estadistas que e democratas que devem ser, porém campanha política não se fez, não se faz e possivelmente jamais se fará conforme nossas utopias.
Adiverti antes do início dessa campanha, que ela seria realizada com base no discurso do jogo de soma zero, na qual o adversário ganha exatamente o que o outro perde. Pelo menos dessa forma é que os políticos da capital agiriam. ”Esquartejar o Pará”, “retalhar” são termos reflexos disso.
Essa estratégia constitui-se em uma falácia de quem age com má fé, a fim de transformar a campanha em palanque para um jogo político oculto, mas não tanto, que consiste em antecipar a campanha municipal para a Prefeitura da Capital do Estado. A demagogia é o tom dos políticos contrários aos novos estados. Não sendo a toa que todos devem ser candidatos a algum cargo na eleição do ano que vem.
Essa falácia tem de ser denunciada, porém não somente ela. A má fé de quem a propala dolosamente também tem de ser realizada, pois é de interesse público que comportamentos como esse sejam combatidos.
Queremos discutir ideias e propostas, porém estamos discutindo com homens. Homens públicos que não estão se portando de modo nem responsivo e nem responsável.
discutamos ideias sim, porém com a clareza de que ataques falaciosos não podem e nem devem ficar sem resposta, menos ainda os autores dessas ideias mentirosas.
Jeso, Nao ha nada que se possa fazer contra esse tipo de idiotice. Coisa de gente que ainda vivem nos tempos das cavernas.
Somente espero que eu e nem Dudu tenhamos que tirar “visto” para visitarmos parentes e amigos ai. rs