Plebiscito: Cargill se nega a fazer doação

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Azedou – como nunca na história de Santarém – a relação até então harmoniosa, sem qualquer ruído, entre empresários e a multinacional Cargill.

É que a empresa, na hora da coleta de fundos para bancar as despesas da campanha em prol da criação do estado do Tapajós, se recusou a dar um mísero centavo.

Alegou que não doaria nada porque não se envolvia em “questões políticas”. E ponto final.

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61 Responses to Plebiscito: Cargill se nega a fazer doação

  • A Cargill negou ajuda pra criação do Tapajós?

    Acordem, pra ela tanto faz! Pq a empresa vai se indispor com o governador? Pra ela tantu faz ter o Tapájós ou nao. E não adianta nada a empresa pagar campanha se a votação der o NÃO! è o povo quem decide, não a empresa!

    Agora, precisa de campanha pro SIM? Se der o “não”, a culpa é do povo, não da Cargill!

    Ao invés de perder tempo com essa discussão, pq ng questiona pra onde vai nosso imposto? E cade a prefeitura pra arruma os esgotos daqui?

    Saindo ou ficando, é o governo que fazer mudança. Pra onde vai Santarém desse jeito!

  • tá certo cargil a empresa que mandou os mocorongos prá PQP !!!!! qua !!! qua!!! qua!!!! adoro ver desgraça de mocorongo !!!!! qua !!!qua!!!qua!!!qua!!!!!

  • não é não !!! nnão é não !!! não é não !!! tá chegando a hora da porrada !!!! não é não !! tá batendo o desespero nos esquartejadores e filhores de jack o estripadores mocorongos !!!!

  • Porque que a Cargill tem de bancar essa campanha?? Cadê as arrecadações que foram feitas ao longo desses anos todos??? Quanto os empresarios locais doaram pra essa campanha??? Se cada politico, desde o vereador até os senadores, que são a favor do SIM tirassem apenas 1.000,00 de seus salários exorbitantes, em vista do que em média recebe o povo sofrido de nosa região que segundo matéria da Veja a distribuição gira em torno de 450,00 por trabalhador, menos que um salário mínimo, não precisariamos ficar pedindo esmolas pra nenhuma empresa. Entendo que independente de que se concretize ou não o Estado do Tapajós, os maiores interessados serão os politicos, visto que são os que mais vão lucrar de imediato com essa divisão..tanto social, quanto economicamente. A vida ensinou-me que quando eu quisesse algo pra mim…que eu trabalhasse e comprasse, pois até hoje nunca achei ninguém que me desse nada de graça sem querer uma devolução.

  • “Não se envolve em questões políticas” foi ótima…. E como então a Cargill conseguiu instalar seu porto em Santarém sem o correto licenciamento ambiental do mesmo?

    1. Para de falar besteira Renato. Antes de dizer que alguem faz alguma coisa errada ou incorreta, procure conhecer e estudar afundo as questões que cada um carrega, ninguem é obrigado a dar nada para essa campanha independente de pessoa fisica ou juridica irmao. Procure saber mais sobre os assuntos para poder ser o JUIZ que vc está querendo ser.

      1. Não tenho nãda contra a cargill, realmente ela não tem obrigação nenhuma em fazer qualquer tipo de doação, porém Geraldo, vc que manda as outras pessoas estudarem, será que vc também é o Juiz de suas próprias opiniões, o Renato não quer se Juiz de nada, ele apenas esta dando sua opinião, e ja que vc é tão culto e estudado, será que não aprendeu a ter respeito pela opinião de pessoas que vc nem mesmo conhece, não seja assim reveja os seus valores e suas opiniões, seja apenas juiz de suas proprias opiniões, essa é a minha opinião sobre o seu comentário, não sou juiza e muito menos estou lhe julgando

    2. Renato, vc tem razão, pois quando da audiência pública aqui em Santarém, fizeram uma politíca de 1ª com as associações, a comunidade do Laguinho e Salé e princiaplmente com moradores das regiões do Planalto e da comunidades da Curua-Una!

      Infeliz a decisão da CARGILL!!!!

      SIM ao TAPAJÓS com apoio da CARGILL ou sem o apio da CARGILL!

      Gostaria de saber se o SIRSAN apoia a causa?

  • Jeso, eu já fiz minha contribuição ao movimento pelo Tapajós e como eleitor pretendo estar em Santarém no dia 11 de dezembro para sufragar este inédito plebiscito no Brasil.

    Empresas não votam. O voto é do eleitor. Espero que o 77 tenha a maioria absoluta no oeste do Pará. Que tal se todos votos fossem pelo 77? Eu acho que a soma dos esforços e a idéia compartilhada são o caminho para isso.

    Saudações, Moacyr

    1. Concordo plenamente com o Sr. Moacir Mondardo; colocação corretíssima, o Povo da região Oeste do Estado e futuro Estado do Tapajós, tem que ter essa consciência que essa á a nossa única oportunidade de mudarmos a situação de nossa região; o momento é esse tem juntos votarmos pelo SIM e posteriormente com a formalização do novo Estado, lutarmos unidos pelas oportunidades de desenvolvimento; há 30 anos vivo na região e agora tenho esperanças de que podemos mudar a história em prol de nosso desenvolvimento; nossa região é altamente rica de recursos naturais; teremos o asfalto das BR-163 e BR-230, ligando-nos ao restante do País dignamente por rodovia asfaltada e não essa buraqueira de 30 anos que presencio; temos os investimentos diversos com a construção da Hidrelétrica do Belo Monte; temos o Porto da Cargill, que de uma forma ou de outra traz divisas para o município, mesmo embarcando a maioria dos grãos de outros estados; a mineração em toda a região é altamente potencializada gerando divisas e oportunidades de crescimento; quanto a política futura, ai sim todos nós temos que refletir, saber escolher nossos representantes; tem muita gente nova, honesta e com excelentes idéias, que podem nos representar; os governantes, políticos de modo geral, só vão estar lá no poder, com o nosso voto; o que vemos de errado na política atualmente é culpa exclusiva nossa, não adianta querer jogar a culpa apenas neles, alguns políticos. SIM AO ESTADO DO TAPAJÓS E SIM A NOSSA LUTA POR OPORTUNIDADES DE CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTADO.

  • Quais os verdadeiros motivos por trás da recusa da CARGILL em ajudar o movimento pelo Estado do Tapajós?

  • A Cargil não apoia com medo de uma futura concorrencia, independente de política ela tinha que dar uma força nesta campanha, acredito que lá ela gera bons empregos mais é pouco demais.
    Vamos logo abrir o caixa daí amigos da Cargil, não custa muito! 100 mil já serve, não vai nem fazer efeito nos milhões que vcs já ganharam aqui. Sim 77.

  • Sou a favor do sim, mais infelizmente se depender de Belém o estado só sai se houve uma canetada… Organizadores da campanha Tapajós e Carajás têm que pensar rápido e usar algum meio legal de adiar ou cancelar essa campanha para retornar em um momento oportuno.

    A dificuldade em arrecadar dinheiro do empresariado local se justifica, pois estão todos muito bem informados com relação à campanha de Belém.

    Taxis, vendedores ambulantes, funcionários públicos recebem ordens do seu “coquinho” dizendo não e não e pronto.

  • A CARGIL nao da recurso para a campanha do sim exatamente por conhecer o LIRA E O VON sabe pra onde vai o dinheiro.Ninguem sabe ninguem viu!

    1. Gostaria de informar a todos que a cada doação feita é emitido um recibo eleitoral para comprovar doação de recurso. E na prestação de contas final todos podem verificar onde foi epregado o recurso.

  • Entro na discussão para concordar em gênero, número e grau com meu mestre Milton Mauer. Plebiscito já, para opinarmos se a Cargill fica ou não em Santarém. Qual o deputado estadual da região que se propõe a apresentar esse projeto na Assembléia Legislativa e ou na Câmara Federal?

    1. multinacionais não têm esse nível de conscientização política que a classe acadêmica de Belém tem.

  • Com a palavra, o Sr. Joaquim de Lira Maia que, na época, ignorou a lei ambiental, passou por cima do ibama, e tudo pra favorecer essa coisa chamada cargil. A cidade perdeu uma bela praia, inclusive a mais próxima, tudo em nome de mais empregos pra população, e o que se viu e se vê até hoje é só enganação, pois essa empresa só deu uma meia dúzia de empregos. A cidade tá mais perdendo que ganhando, e até o impostos se ela paga vai tudo pra belém e não volta. Só fica aqui os impostos municipais que é uma merreca com certeza. E quando se precisa em um momento como este que antecede um plebiscito para a nossa emancipação simplesmente a dona cargil dá uma banana pra cidade. VAMOS CHAMAR O GREENPEACE DE VOLTA. E o Sr. Lira Maia deve explicações a cidade.

  • Minha mãe diria:
    Eu não ti disse?
    ______________________
    Agora quero ver esses baba ovos defenderem essa boa moça nas audiências públicas nos quatro cantos do mundo. Sempre soube que esta empresa que só quer se aproveitar de nossa região.
    BEM FEITO!!!!!

    1. Apoio vc Marcio, cade os empresários babacas que pegaram corda do Lira Maia e tentaram com paus e pedras, cena mais ridiculo impossível, expulsar o Greenpeace em favor da Cargill???
      E mais uma vez perguntou qual foi o desenvolvimento de Santarém após o desmatamento e crime ambiental para implantação desta empresa em nossa cidade????

  • Infelizmente, a Cargill está sobre mal administração geral aqui em Santarém. O gerente só vê o que ele quer? Os diretores em São Paulo tem que fazer mudanças URGENTE nessa gerência, pois a população já esta indo contra a empresa, quando em outros tempos todos eram unânimes a favor da CARGILL em Santarém.

    Santareno.

    1. Nunca isso aconteceu só era a favor da Cargill os sojeiros e o Lira Maia, a população mesmno nunca foi a favor!!!!!!!!!!!!

  • Já dizia minha mãe!
    EU NÃO TE DISSE?

    ________________________________

    Quero ver estes baba ovos participarem de audiencias públicas em favor desta multinacional que só pensa em $$$$.
    Para eles (CARGILL) devemos continuar morando no quarto dos fundos desta casa chamada Pará.
    Bem feito para toda população que abraçou esta causa medonha chamada CARGILL.

  • A Cargill agora tem que torcer para o Estado não sair, pois do contrário sabemos como ficam as coisas.

  • Tá vendo só. Boa parte do empresariado local sempre deu a cara a tapa pela CARGIL, sob alegação de que ela traria emprego, renda, desenvolvimento para Santarém e região. Até agora nada. Foi instalada ali como fruto de uma manobra política do então prefeito e hoje deputado federal Lira Maia. Quantos protestos já vimos na cidade contrários a permanência da empresa aqui. Agora sim vemos quem tem razão. Sei que o deputado lira, está como um dos líderes da campanha do SIM ao Tapajós. Ele bem que pdoeria se manifestar agora sobre a posição da sua cria né…..

  • Nunca concordei com a presença da cargill em Santarém, porém, jamais disse isso publicamente, por uma única razão: respeito aos santarenos que lá trabalham. Mas ao tomar conhecimento de que a multinacional se negou a contribuir com o sonho de liberdade da população do Oeste do Pará, reforço o coro dos que gritam FORA CARGILL, FORA CARGILL, FORA CARGILL…

    Ah, seria bom que o deputado Lira Maia, os sojeiros e o pessoal do Sirsan (legítimos defensores da Cargill), convencessem a multinacional a dar sua contribuição.

    Contra a CARGILL e contra todos aqueles que se opõem ao nosso sonho de libertação, votemos SIM 77.

  • nao se envolve em politica mas durante as audiencias publicas para aprovacao de sua permanencia em nossa cidade, soube muito bem procurar as entidades de classes para pedir apoio.

    1. e o meio político soube também articular como ninguém para estarem todos lá. Agora BEM FEITO!!! TAI A CARGILL MOSTRANDO SUA CARA!!!!

  • Só o que me faltava agora, desde quando a Cargill tem que bancar movimento separatista, cara?

  • A EXEMPLO: Acabei de vim da palestra na UFOPA, sobre a viabilidade de perspectivas de emancipação do estado do Tapajós.
    As palestras com suas informações, poderiam através do vídeo serem repassadas para o povo, para não ficarem limitadas somente a classe acadêmica. Como? Transformando as palestras numa linguagem popular, transcrevendo as informações num formato videográfica, televisivo, com imagens limpa, bem iluminada, com variação de quadros, de enquadramento, do jeito que o povo está acostumado ver na televisão, com depoimentos de pessoas formadoras de opinião vindo do povo, depois essas imagens, devidamente editadas, poderiam serem repassadas para o povo através de data show e telão nos bairros e comunidades, desde que tenha um formato, uma linguagem que ele possa entender.
    Em outras palavras:Televisão comunitária. Fica a idéia.

      1. DIVIDIR PARA SOMAR:

        1. Imagem do boto caçando.
        Loc Off:

        – Por maior que seja o boto, sozinho ele não consegue nada.
        Sua caçada é feita em grupos. Ágeis e inteligentes, os botos se dividem, para que ao final sobre mais para cada um.
        É isso que a gente quer: dividir, para somar.

        Estado do Tapajós já.

  • Democracia é isto: liberdade de escolha do SIM ou do NÃO. Não há motivo pára criticar a Cargil que tem sofrido muito nas mãos dos tais ambientalistas comandados pelo padre Edilberto Sena. A empresa não quer colaborar, é direito dela e ponto. O resto é demagogia, argumento besta de comentaristas despreparados para conviver com as divergências de atitudes e de opiniões. Sou NÃO e NÃO!!!

  • Não vejo q tal empresa esteja errada. Que seja louvável a participação de todos (particulares ou não) tudo bem. E democraticamente, se deve o direito de recusa sim.

    Concordo o leitor Marco (27 de outubro de 2011 às 12:04), o que precisamos é de divulgação, esclarecimentos, ‘boca-a-boca’, aproveitar o espaço na mídia para se colocar idéias construtivas, palestras em escolas, enfim…

    Desta forma – cativando a credibilidade popular – é mais fácil se pedir aliados, donativos e até voluntários para se minimizar os custos que sabemos que existem.

    Pq não se promover um Show com artista locais favoráveis ao sim, e desta forma canalizar a verba tal campanha?

    Todos os anos temos o Sairé como fiasco, pois só aprenderam até agora a pedir dinheiro às vésperas para realização do evento. Trabalhar a evento o ano inteiro, e arrecadar com isso nem pensar: Pois requer ‘arregaçar as mangas’ e ninguém está disposto.

    E como PÉSSIMO exemplo é o que estamos ensinando a esse povo: Pedir! Pedir! Pedir!

  • Algumas campanhas são vencidas com pouco dinheiro , muita mobilização social e grandes argumentos, coisa que não esta havendo, se dinheiro fosse tudo, nossa ex governadora tinha se reeleito facilmente.
    Vamos investir pesado na televisão que é o que todo o povo assiste.
    Indo bem na televisão o resto fica mais fácil.
    O Duda sabe disso.

      1. Só para lembrar o cachê do Duda Mendonça é de R$ 3 milhões, para fazer a campanha do Tapajós, isto mesmo, R$ 3 milhões. Que tal uma solução caseira, contratem o Dudu Dourado!

  • Concordo com o Mauer. Esse é momento do empresariado local perceber como uma empresa como esta, não tem compromisso com a sociedade local. Se beneficia, mas dá contrapartida social.
    E a única vez em que deu foi a reforma da biblioteca municipal, realizada através de sua Fundação Cargill, que é possível ter deduzido os valores investidos do seu imposto de renda…

  • Aqui no Brasil, principalmente em Santarém, agente tem que pensar duas vezes, antes de fazer qualquer doação pra qualquer campanha que seja. Agente sempre fica com um pé atrás, com relação ao fatiamento (fatiamento, entenda-se: PRA QUE BOLSO VAI) do dinheiro. Eu mesmo sou a favor do sim, porém, contra a doação de dinheiro.

  • GOSTARIA DE REAFIRMAR A MESMA POSIÇÃO QUE SEMPRE DEFENDI EM RELÇÃO E ESSA MULTINACIONAL QUE SE INSTALOU EM SANTARÉM, POR OBRA DE ALGUNS ILUMINADOS GESTORES, DESTRUIU A VIDA DE MUITOS PEQUENOS AGRICULTORES QUE VENDERAM SUAS TERRAS A PREÇO DE BANANA, E HOJE ESTÃO PASSANDO POR SITUAÇÕES DIFICEIS, MAS INFELIZMENTE MUITOS APALUDIAM OS ATOS COMETIDOS POR ESSA EMPRESA INCLUSIVE MASSACRANDO O GRANDE DEFENSOR DO MEIO AMBIENTE O GREENPEACE.
    E AGORA NA HORA DE DEFENDER O NOSSO TERRITÓRIO OS FILHOS DA P……. DIZEM QUE NÃO SE ENVOLVEM COM QUETÕES POLÍCICAS, SÓ ESQUECEM QUE FOI A POLITICA QUE OS COLOCOU EM SANTARÉM.
    VOCÊ LEMBRA QUEM ERA O PREFEITO NA ÉPOCA.

  • A Cargil não se envolve em questões políticas, então porque ainda está aqui??? “Porque será que será?”

  • O Estado da Multinacional é o Minnesota, nos EUA.

    Tá pouco se lixando com o destino e o desenvolvimento da população do Oeste do Pará.

    Os nossos “farmers” importados do Sul pela Cargill e seus fãs incondicionados, que se virem.

    Afinal o SIRSAN também tem que dar !!

    Tiberio Alloggio

  • Milton Mauer e Jeso, empresas grandes brasileiras e multinacionais tem planejamento estratégico e doações, patrocínios, etc., tem que ser lançado no planejamento, o Lira Maia, como coordenador do movimento sabe disso ele trabalhou na ANDRADE GUTIERREZ. Vocês é que deveriam ter se planejado com antecedência e não ir fazendo tudo na doida. O gerente da Cargill em cima da hora não vai dar dinheiro do bolso dele.

  • Então proponho um plebiscito sobre a permanência da Crrgill em Santarém. Assim vai sentir que muita coisa é política, inclusive a presença dela naquele local, onde nunca deveria estar.

    1. E os empregados da empresa, conterrâneos seus, onde vão trabalhar? Sem falar que a recusa a doação é permitida legalmente. Agora, impedir uma empresa de atuar em qualquer lugar do Brasil é totalmente inconstitucional, no nosso atual estado de direito. Há não ser que você queira venezualizar o Brasil.

      1. Caro Anonimo, se a cargil sair o grupo Maggi entra na hora, os empregos são mantidos e o Senador Blairo Maggi com certeza daria umabela contribuição,
        Gringo é assim mesmo.

    2. Excelente ideia a do professor Milton Mauer. Apoio total a sua proposta de plebiscito sobre a Cargill, aliás, numa cidade onde seus cidadãos são respeitados, qualquer obra que custasse qualquer interferência paisagística, deveria ser submetida a aprovação de seus moradores, afinal são para eles que as cidades devem ser feitas em primeiro lugar.

    3. Quer dizer que a Cargill nunca doou dinheiro pra nenhuma campanha de deputado federal ou estadual da região? kkkkkkkkkkk Me engana que eu gosto!

      1. Já mandou muito dinheiro para a campanha de deputado estadual e principalmente deputado FEDERAL!

        1. É vem aí as eleições e esse federal vem de novo com a cara de pau!!!!!

      1. Eu apoio a decisam da cargil de não da dar dinheiro, a esses parazitas que querem dividir o Pará, concerteza ela tem coisas mais importantes pra investir dinheiro.

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