
O parlamentar é acusado de 4 crimes: corrupção eleitoral, estelionato, esterilização em desacordo com a lei e formação de quadrilha.
As denúncias contra o peemedebistas são sustentadas pelo MPF (Ministério Público Federal) e ocorridas no processo eleitoral de 2004. No Supremo, a ação penal (nº 481) tramita há quase 4 anos.
Ele teria ordenado, em troca de votos, que suas esposa e a enteada, via fundação “PMDB Mulher”, a realização de cirurgias gratuitas de laqueadura tubária (ou ligadura de trompas), que impede a gravidez da mulher.
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Naquele pleito, Asdrúbal Bentes, cuja base eleitoral é o sul do Pará, foi eleito deputado federal.
No seu parecer ao STF, a PGR (Procuradoria Geral da República) pede a condenação de Asdrúbal pela prática dos 4 crimes. Ele, por sua vez, com base na “inexistência de qualquer prova” que o incrimine, requereu a sua absolvição.
O relator desse processo é o ministro Dias Tofolli.
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