Coluna Painel, da Folha de S. Paulo, hoje (27):
A reprimenda dada por Joaquim Barbosa em Luís Roberto Barroso ontem [na sessão plenária do Supremo], quando o novato abriu a dissidência para absolver os réus do mensalão da condenação por formação de quadrilha, fez crescer no STF a aposta de que ele deixará a corte antes do término de seu mandato na presidência.
Mesmo colegas que achavam remota uma candidatura de Barbosa neste ano passaram a dizer que a reviravolta no julgamento dará ao relator discurso para legitimar a entrada na política.
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