Há alguma coisa mal ajustada, mal resolvida, digamos assim, entre a direção da Apae (Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais) em Santarém e os profissionais que militam no mercado da fonaudiologia.
Em pouco mais de 3 anos, nada menos do que seis fonoaudiólogas – isso mesmo 6 – passaram pela instituição, numa rotina de demissão-admissão que tem deixado os pais das crianças ali atendidas sobressaltados.
Essa alta rotatividade já afeta, conforme o blog apurou, a qualidade dos serviços oferecidos pela Apae.
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