Déja vú
A noite cheirando a açucena,
com mistérios, luzes e sorrisos.
Tua boca vermelha enlouquece,
teus olhares cínicos, convidativos.
Perco – me entre cenas, sonhos,
jogos de sedução.
Deixo – me levar pelo gosto adocicado de tua boca,
tua pele, teu tesão.
Entrego – me inteira
rompendo milbarreiras,
deixando – me tatuar
tuas marcas, teus carinhos,
tuas digitais em mim.
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De Lumar, poeta amazônica nascida em Santarém do Tapajós.