Estação paixão
A fome que deriva essa sede
avassala meu peito frágil,
transborda desejos,
atravessa as fronteiras
de ilusão.
Doce mistério
tua boca talismã
doce veneno
esse império angelical.
Bicho do mato
que nem sabe da canção
força infinita que me redime
para o abismo da paixão.
Escrevo com esse abandoo
mas vens com a força da estação
de repente és o vento
de repente escureces o verão.
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De Edu Dias, poeta amazônico nascido em Óbidos.
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