Jeso Carneiro

Valor de fábrica desapropriada é contestado

Tecejuta nos tempos áureos

Desapropriada por interesse público pelo governo Maria II, a área da desativada fábrica de tecelagem Tecejuta, no bairro da Prainha, ainda rende capítulos na Justiça em Santarém.

Os proprietários do imóvel, a família Benzecry, de Manaus, contestaram o valor que o governo quer pagar pela área (R$ 879.660,34).

Por conta disso, a juíza titular da 8ª Vara Cível de Santarém, Betânia Batista, determinou que seja feita uma avaliação do imóvel por um perito. E designou o engenheiro Hugo Ricardo Aquino Silva para essa tarefa, pela qual ele receberá a quantia de 5 salários mínimos.

Na antiga Tecejuta, está sendo erguido o Cipar (Centro Integrado de Pesca Artesanal), cujas obras estão orçadas em R$ 2 milhões e terão repasse do Ministério da Pesca e Aquicultura ao governo Maria II.

Foto: Vidal Bemerguy

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