Leitor contumaz do blog, Nilson Vieira comenta o post Barbosa: saída do STF é “especulação”:
Há quem o acuse de agir muito mais como um político do que como um juiz, em se tratando da AP470, especialmente.
É sintomático que o ex-governador de Minas Gerais, Eduardo Azeredo, do PSDB, acusado de ser artífice do chamado Mensalão Mineiro ou Valerioduto Tucano, em Minas Gerais, tenha declarado, hoje, antes de apresentar sua carta de renúncia, que no “STF não há julgamento, há condenação” (leia aqui https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2014/02/19/interna_politica,413611/eduardo-azeredo-renuncia-ao-mandato-de-deputado-federal.shtml).
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A renúncia, aliás, ao que tudo indica, tem como motivação maior, solicitar que o processo saia do âmbito do STF e retorne para o TJ de MG, onde certamente o ex-governador tem muito mais chances de escapar ileso das acusações.
Não tenho muita certeza de que a manutenção do processo no STF, no entanto, vá resultar em condenação para o deputado. Afinal, quem condenou sem provas, ou escamoteando as provas que poderiam alterar o rumo de um processo, pode muito bem inocentar, apesar delas.