Jeso Carneiro

Cota indígena na UFOPA: erro grosseiro

Do leitor Jonivaldo Sanches, sobre o post Indígenas farão prova de redação na UFOPA:

Embora inexista comprovação científica de que existam indígenas em Santarém, a UFOPA continua ofertando vagas em separado para para quem se autodenomina índio.

Continuam os dirigentes dessa instituição adotando um prática fruto da orientação do governo federal, que utiliza o critério raça (conceito cientificamente inaplicável ao ser humano) como diferenciador para ingresso de determinadas pessoas nos quadros discentes da univerdade.

Infelizmente, essa prática, além de ferir o princípio da meritocracia, reforça questões racistas de que deveriam ter sido há muito superadas. Parte do pressuposto de que algumas supostas raças teriam de ser compensadas por perdas históricas já que o Estado não lhes teria oportunizado condições de desenvolvimento.

Esquecem-se, contudo, os arautos desse tipo de política, que somos o conceito de raça não pode ser utilzado como diferenciador para políticas compensatórias por ser inaplicável ao ser humano. Se tivessem de aplicar alguma compensação deveriam adotar critérios socio-econômicos.

Esse erro é algo grosseiro, principalmente vindo de uma institução Universitária que deve se apoiar no tripé ensino, pesquisa e extensão.

É simplesmente lamentável esse tipo de política.

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