
O caso chama atenção pelo modus operandi: uso de, ao menos, 30 empresas fantasmas.
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Em vez de pagarem os R$ 100 milhões devidos, por exemplo, os contadores recolheram R$ 34 mil aos cofres públicos nas operações fraudulentas.
Neste link, a íntegra da matéria sobre esse esquema no portal G1.