
As duas, à época, segundo o MPF (Ministério Público Federal), atuavam em escandalosa irregularidade, inclusive como canais de desvio de recursos públicos municipais.
Com a luz sobre as contas das cooperativas, o STF quer chega aos nomes de quem se beneficiava com os pagamentos feitos pela Prefeitura de Santarém, por determinação de Lira Maia, hoje deputado federal do DEM.
Maia alegou prescrição desse processo ao Supremo. Mas a alegação foi refutada.
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Os tribunais de contas (Estado e Município) do Pará foram acionados, no último dia 28, a abrir a caixa preta das cooperativas e remeter ao STF, em 15 dias, cópia e informações de todos os pagamentos.
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