William Martins Lopes está proibido de exercer a profissão de advogado em todo território nacional devido uma suspensão imposta pela OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), subseção de Uberlândia (MG), onde ele está inscrito. Ele também tem inscrição suplementar em Santarém (PA).
O MPF (Ministério Público Federal) solicitou à Policia Federal abertura de investigação contra o advogado por suposto crime de racismo contra um grupo de indígenas. O episódio aconteceu no interior de uma churrascaria (“Dois Irmãos”) há uma semana (dia 21) em Santarém.
As ofensas aos indígenas que estavam no recinto foram, inclusive, testemunhadas pelo procurador-chefe do MPF no Pará, Felipe de Moura Palha e Silva.
Segundo o presidente da OAB em Santarém, Ítalo Melo, o advogado William Lopes não pode militar na profissão, em qualquer lugar do país, enquanto a suspensão dele estiver em vigor.
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Isto porque, pelo estulto da OAB, o advogado suspenso não pode praticar atos privativos de advogado, sob pena de nulidade dos atos e nova infração ética. Também não pode perceber honorários.
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