
O médico santareno Álvaro Magalhães Cardoso, acusado pedofilia e estupro de vulnerável, foi condenado a 22 anos de prisão em regime fechado, em sentença proferida hoje, 25, pelo juiz Alexandre Rizzi, da 1ª Vara Criminal de Santarém.
Odete Friss Ebertz e Darliane Silva dos Santos, cúmplices do médico, também foram condenadas, ambas a 14 anos de prisão.
O processo tramita em segredo de justiça.
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Os 3 estão presos desde o dia 3 de julho deste ano, no âmbito da operação “Anjos da Guarda”, cujo objetivo foi cumprir mandados de busca e apreensão e de prisão preventiva – todos relacionados a abuso sexual de vulnerável, pedofilia e outros crimes de natureza sexual.
Os réus devem recorrer da sentença.
Álvaro Cardoso está preso em Belém, no Centro de Recuperação do Coqueiro, para onde foi transferido desde o final o mês passado por decisão do Tribunal de Justiça do Pará.
As duas mulheres cumprem pena na penitenciária agrícola de Cucurunã, em Santarém.