
Desembargadora do TJ (Tribunal de Justiça) Pará, Maria Edwiges Lobato ordenou a remessa – “com a a máxima urgência” – do processo penal que até ontem, 9, ainda tramitava na corte contra o ex-prefeito Marquinho Dolzane (PSD), para comarca de Juruti.
É que Marquinho não goza mais a prerrogativa de foro privilegiado, para ações do tipo penal, já que desde o final de dezembro de 2016 não ocupa mais o cargo de prefeito.
O processo é referente ao maior escândalo de corrupção na história política recente do município, o Mensalinho de Juruti. Marquinho Dolzane é figura de proa desse caso.
Há 14 pessoas ao todo envolvida no esquema.
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Na esfera cível, os 14 réus já levaram a primeira derrota: parte dos bens de todos eles foram bloqueados por decisão do juiz Vilmar Durval Macedo Júnior.