O então presidente da Província do Pará, Cônego Batista Campos, é levado à presença do capitão John Pascoe Greenfell que o manda amarrar à boca de um canhão com o morrão aceso, pronto para despedaçar o padre, fato esse que só não aconteceu por interferência dos demais membros do governo provisório e dos demais cidadãos presentes. Batista Campos foi, então, recolhido preso ao brigue “Maranhão”, para ser remetido ao Rio de Janeiro, onde deveria ser julgado.