
Morreu no início da madrugada desta terça-feira (3), aos 64 anos, o jornalista Celivaldo Carneiro. Lutava contra a covid-19 há cerca de 2 semanas e estava internado em UTI no HRBA (Hospital Regional do Baixo Amazonas), em Santarém (PA).
Diabético, Celivaldo estava em estado grave há 24h. Ainda há pouco seus familiares foram chamados ao HRBA para lhes comunicar o falecimento.
Era casado com a advogada Abigail Ribeiro Carneiro e tinha 2 filhos (Bárbara e Daniel) e uma neta, Júlia.
Atuava no jornalismo há mais de 30 anos. Era tecnólogo em Metrologia e graduado em Comunicação Social/Jornalismo.
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Mais velho de uma prole de 11 irmãos (Celivaldo, Eládio, Jeso, Fabiano, Osvaceli, Paula, Alda, Sávio, Célia, Carol e Osvaldo), o jornalista trabalhou, antes de fundar em junho de 1989 o jornal impresso Gazeta de Santarém, hoje site, no extinto jornal O Tapajós e também n’O Liberal, como correspondente no oeste do Pará.
Filho de Osvaldo e Célia Carneiro, Celivaldo Batista Maciel Carneiro nasceu no dia 24 de junho de 1956, em Abaetetuba (PA). Chegou a Santarém, com os pais, ainda garoto.
Estudou nas escolas Carequinha e Dom Amando. Fez curso superior de Jornalismo no Iespes (Instituto Esperança de Ensino Superior) e de Direito, na UFPA (Universidade Federal do Pará), hoje Ufopa, sem contudo concluí-lo.
Não haverá velório. O enterro, no jazigo da família no cemitério de N.S. dos Mártires, será restrito aos familiares.
Celivado Carneiro é um dos marcos do jornalismo investigativo em Santarém. Iniciou sua carreira como fotógrafo e depois abraçou também a redação jornalística.
A sua cria, Gazeta de Santarém, teve 1.215 edições imprensas – todas elas disponíveis no ICBS (Instituto Cultural Boanerges Sena). E também digitalizadas por ele, uma a uma, e guardadas em seus arquivos.
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