Jeso Carneiro

5 perguntas sobre o caso STC

O blog já publicou 10 matérias sobre a série que joga luzes no mais valioso dos bens – o STC (Sistema Tapajós de Comunicação) – deixado pelo empresário santareno Joaquim da Costa Pereira aos seus herdeiros.

Algumas perguntas surgiram (e novas surgem a cada dia) sobre o caso que, apesar dos fortes holofotes sobre ele, ainda continuam sem respostas convincentes.

Ei-las:

1) Por que a sociedade supostamente fechada entre Joaquim Pereira e Jader Barbalho, em janeiro de 2001, não podia ser revelada à época e agora. 10 anos depois, pode?

2) Por que, negociante talentoso, Joaquim Pereira não guardou consigo uma cópia do contrato/negócio firmado com Jader Barbalho, e que envolvia justamente o bem mais valioso do seu patrimônio?

3) Por que só agora, passado 1 ano e 3 meses da morte de Joaquim Pereira, o ex-deputado Jader Barbalho se apresentou como interessado no espólio do empresário santareno?

4) Por que o contrato de gaveta assinado em 2001 foi firmado sem a assinatura reconhecida em cartório das partes envolvidas, como é praxe em transações comerciais desse tipo?

5) Por que Vânia Pereira Maia, cuja assinatura aparece no contrato/negócio firmado entre seu pai e Jader Barbalho, escondeu até do juiz sobre a existência de tal documento?

Leia também:
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