
Vês, em praça pública, ao formidável estrebuchar da última quimera da esquerda, a candidatura à prefeita de Santarém (PA) de Maria do Carmo (PT). Que sangra, muito.
É o enterro político, que se aproxima, dessa companheira insepavável, duas vezes prefeita e também calejada de derrotas em disputas históricas pelo cargo.
Toma um fósforo, socialista. Acende teu cigarro, comunista!
A mão de Maria que te afagou em inúmeras eleições é a mesma que hoje, vacilante, trêmula, procura e não encontra o apoio de Helder em cenário de tantas incertezas.
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A mão que afaga é a mesma que apedreja. E, abertamente, incessa a candidatura de José Maria Tapajós na cidade.
Apedrejar essa mão vil, esquerda, Maria jamais haverá de fazê-la.
Pois o homem que, nesta terra é conhecido como Rei do Norte, sente inevitável necessidade também de ser fera, quando se propõe eleger no mínimo 100 prefeitos do MDB neste ano.
O beijo, petista, é a véspera do escarro. Acostuma-te à eleição que te espera sem Maria.
Jeso Carneiro
Repórter e editor do portal JC. Pai, avô do João e do Joaquim, botafoguense, saofranciscano e dublê de dançarino. Artigo inspirado no poema “Versos Íntimos”, de Augusto dos Anjos.
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