Jeso Carneiro

A candidatura que sangra em praça pública. Por Jeso Carneiro

A candidatura que sangra em praça pública. Por Jeso Carneiro
Banco de madeira na praça do Santíssimo, em Santarém. Foto: Ag. PA

Vês, em praça pública, ao formidável estrebuchar da última quimera da esquerda, a candidatura à prefeita de Santarém (PA) de Maria do Carmo (PT). Que sangra, muito.

É o enterro político, que se aproxima, dessa companheira insepavável, duas vezes prefeita e também calejada de derrotas em disputas históricas pelo cargo.

Toma um fósforo, socialista. Acende teu cigarro, comunista!

A mão de Maria que te afagou em inúmeras eleições é a mesma que hoje, vacilante, trêmula, procura e não encontra o apoio de Helder em cenário de tantas incertezas.

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A mão que afaga é a mesma que apedreja. E, abertamente, incessa a candidatura de José Maria Tapajós na cidade.

Apedrejar essa mão vil, esquerda, Maria jamais haverá de fazê-la.

Pois o homem que, nesta terra é conhecido como Rei do Norte, sente inevitável necessidade também de ser fera, quando se propõe eleger no mínimo 100 prefeitos do MDB neste ano.

O beijo, petista, é a véspera do escarro. Acostuma-te à eleição que te espera sem Maria.

Jeso Carneiro

Repórter e editor do portal JC. Pai, avô do João e do Joaquim, botafoguense, saofranciscano e dublê de dançarino. Artigo inspirado no poema “Versos Íntimos”, de Augusto dos Anjos.

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