Coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo:
Lançado há três anos, o recadastramento biométrico de eleitores atingiu até agora cerca de 25% do total de brasileiros aptos a votar.
O ministro Marco Aurélio Mello, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), afirma que o caso de Henrique Pizolatto, que falsificou documentos de um irmão morto que chegou a “votar” em 2008, mostra a necessidade de se acelerar a iniciativa.
Mello diz que já conversou com o ministro José Eduardo Cardozo, da Justiça, sobre o assunto.
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A coleta da impressão digital dos eleitores é feita pela Polícia Federal.
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