
Renan Silva Sena foi preso neste domingo (14), acusado de atirar fogos de artifício em direção a sede do Supremo Tribunal Federal (STF). O bolsonarista ficou conhecido por agredir enfermeiras durante manifestação.
Segundo informações do jornal do Correio Braziliense, a sede da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) sofreu uma tentativa de invasão por parte de 25 bolsonaristas. Agentes fizeram barreira para impedir que o grupo avancasse.
Um homem ligado ao deputado bolsonarista Otoni de Paula (PSC-RJ) também participou do ataque ao Supremo Tribunal Federal (STF) na noite de sábado (13).
Leandro Cavalieri ou Cavalieri do Otoni, como ele se apresenta, aparece entre os manifestantes durante o ataque.
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“Sou Cavalieri do Otoni, assessor parlamentar do deputado Otoni de Paula. Você [STF] não vai acabar com o nosso Brasil. Viva a democracia, canalha, tá? Nosso Brasil vai ser livre eternamente, em nome de Jesus”, disse Leandro.
Relação política
Apesar de Cavalieri se apresentar como assessor do deputado, o congressista negou que o homem faça parte de sua equipe, “nem em Brasília e nem Rio de Janeiro”. Segundo Otoni, Cavalieri jamais o assessorou.
“A relação que tenho com ele é uma relação política, como eu tenho com muitas pessoas que vêm até mim querendo meu apoio político”, afirmou Otoni para o site Congresso em Foco.
Após os ataques ao STF, o presidente da Corte, ministro Dias Toffoli, pediu à PGR (Procuradoria Geral da República) e à PF que tomem medidas contra o episódio.
Toffoli encaminhou ofícios aos órgãos responsáveis, tanto na esfera federal quanto distrital. O presidente do STF já havia divulgado uma nota neste domingo repudiando os ataques à Corte.
Também com informações da Veja
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