
Estado de Minas
Está prevista para esta terça-feira a votação em segundo turno da PEC do Voto Secreto, aprovada na Câmara e já apreciada em primeiro turno no Senado, mas com resistência declarada de nomes fortes do principal partido na Casa, o PMDB.
O líder do governo, Eduardo Braga (PMDB-AM), é um dos senadores que, ao lado de José Sarney (PMDB-AP), Jader Barbalho (PMDB-PA) e Eunício Oliveira (PMDB-CE), se manifestaram contra o fim do voto secreto para todas as decisões plenárias do Legislativo.
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Esses senadores desejam que a abertura do voto fique restrita aos processos de cassação de mandato e, por isso, podem atrapalhar a conclusão da votação da PEC.
O senador Romero Jucá (PMDB-RR) ficou de reapresentar ainda hoje um requerimento de desmembramento da PEC, de forma que seja aprovada e promulgada até o trecho que trata das decisões sobre cassação, deixando o restante tramitar “ad eternum”.
Na semana passada, o requerimento chegou a ser apresentado, mas não foi votado. Além do PMDB, o PSDB, com o líder Aloysio Nunes (PSDB-SP) à frente, é favorável ao fatiamento.
Leia mais em Nova batalha no Senado para aprovação do voto aberto.