Folha de S. Paulo
Sites de vídeos, como YouTube e Vimeo, teriam de remover trechos de novelas ou programas publicados por usuários se houver um pedido da empresa dona do conteúdo.
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O projeto em tramitação prevê que, em caso de recusa do site, ele se torne corresponsável pela veiculação – sendo passível de punição judicial também.
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A retirada, portanto, passaria a ser encarada quase como uma obrigação, e não como opção.
Segundo especialistas, o texto faz com que as empresas de internet sejam enquadradas na atual legislação de direito autoral, editada em 1998, que não trata de conteúdos on-line.
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