À meia-noite de domingo (3), nem Jader Barbalho (PMDB), nem Paulo Rocha (PT) – ambos candidatos ao Senado – e muito menos Roselito Soares (PR), ex-prefeito de Itaituba e candidato à Alepa, terão conhecimento da votação que obtiveram nas urnas.
Isto porque o TSE irá considerar nulos todos os votos dados aos fichas-sujas do pleito.
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Nota do blog: Com a medida, o TSE quer evitar a chamada “pressão das urnas” sobre a decisão do STF mais à frente. Ou seja, não dar argumentos ao candidato ficha suja de que “a população” os elegeu, que estão legitimado pelas urnas e, por isso, tem que ser empossado no cargo para o qual foram eleitos pelo voto.
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Essa pressão das urnas foi muito utilizada no julgamento, por exemplo, da prefeita eleita Maria do Carmo, de Santarém, em 2009 no STF.