
Um aplicativo para celulares foi criado com o objetivo de centralizar e facilitar o acesso a informações sobre a biodiversidade da região do Baixo Tapajós, no Pará. A ferramenta, desenvolvida pela Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), com sede em Santarém, oeste do estado, busca tornar o conhecimento científico mais acessível ao público geral, estudantes e pesquisadores.
O aplicativo funciona como um banco de dados dinâmico, reunindo registros sobre fauna, flora e aspectos ambientais da região.
De acordo com a equipe responsável pelo aplicativo, o intuito é permitir que qualquer pessoa com um smartphone (telefone celular) possa consultar características de espécies locais e compreender melhor o ecossistema (conjunto formado pelos seres vivos e o ambiente onde vivem) do Baixo Tapajós.
Busca por informações
Antes da existência do aplicativo, o acesso a esses dados muitas vezes dependia de pesquisas em publicações acadêmicas ou repositórios digitais mais complexos. A nova interface oferece uma consulta mais rápida e intuitiva.
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O projeto reflete o uso da tecnologia para auxiliar a divulgação científica e o monitoramento ambiental.
Além de servir como uma fonte de consulta rápida, o aplicativo pretende fomentar o interesse da comunidade pela preservação do patrimônio natural da região, oferecendo dados validados por estudos universitários.
A ferramenta já está disponível para uso e representa um esforço da instituição em levar o conhecimento produzido dentro da universidade para a sociedade, integrando tecnologia e conservação ambiental.
O aplicativo foi lançado no dia 3 de julho e está disponível para download em dispositivos Android na Play Store.
Fauna e flora
As espécies da fauna e da flora disponíveis para consulta no aplicativo estão presentes na Floresta Nacional (Flona) do Tapajós e na Área de Proteção Ambiental (APA) Alter do Chão.
De acordo com o professor Rodrigo Fadini, o objetivo primeiro do Biocheck Tapajós é divulgar a biodiversidade do Baixo Tapajós, e também aproximar a sociedade desse conhecimento.
“A gente queria divulgar a biodiversidade da região e também fazer com que as pessoas participassem ativamente da construção do conhecimento. Há uma função no aplicativo na qual as pessoas tiram fotos e os especialistas, depois, se reúnem para identificar as espécies fotografadas pela população”, pontuou.
Com informações da Ufopa
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