
A Câmara de Vereadores de Juruti deve sofrer um novo e duro golpe, inclusive com prisões, neste início de ano de 2018.
A suposta compra de votos que resultou na eleição do ainda presidente (preso) da Casa, Marisson Garcia (PT), entrou em definitivo no radar da Polícia Civil e Ministério Público do Pará.
Contra todas as probabilidades matemáticas, Marisson derrotou o favorito Elivan Rocha (PSD) à presidência da Câmara, em janeiro de 2017, por apenas 1 voto (7 a 6) de diferença, numa suposta articulação financeira comandada pelo prefeito Henrique Costa (PT).
O voto mais surpreendente da virada foi o do pastor Carlos Alberto (DEM), opositor ferrenho da candidatura a prefeito do petista em 2016.
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É nessa eleição cheia de pontas soltas que polícia e o MP estão colocando lupas em busca de provas e indícios de crimes, para deflagrar uma nova fase da operação Suplício de Tântalos.