
1º) Que o projeto Terruá Pará custou aos cofres públicos pouco mais de R$ 500 mil;
2º) Que o Terruá Pará, “em momento algum fala de política em qualquer viés”;
3º) “O Terruá Pará existe desde 2006 e, portanto, estamos retornando algo que esta na agenda mínima”;
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4º) Que o Terruá Pará irá incorporar artistas locais por “onde passarmos, portanto, a única política é a da circulação da música paraense”;
5º) “O que mais me indigna é o tratamento dispensado ao Sebastião Tapajós, como se um artista consagrado dependesse de governos”;
6º) Que todos os artistas que participam do Terruá Pará ganham cachês simbólicos. “Sebastião Tapajós ganhou R$ 1.500 pelos dois shows”;
7º) “Como é que uma pessoa que quer criar o estado do Tapajós trata dessa maneira um de seus principais signos culturais?”;
8º) “Jeso, não existe essa intenção, nem subliminarmente, de ‘não disfarçado ao estado do Tapajós’. Acho uma pena que um projeto tão lindo seja transformado nisso que o articulista tentou fazer.”
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