Ao blog, via twitter, o secretário de Comunicação do Pará, jornalista Ney Messias (foto), fez as seguintes ponderações a propósito do artigo O “não” disfarçado do Terruá, da lavra de Nelson Vinencci e postado ontem à tarde (18) neste sítio:
1º) Que o projeto Terruá Pará custou aos cofres públicos pouco mais de R$ 500 mil;
2º) Que o Terruá Pará, “em momento algum fala de política em qualquer viés”;
3º) “O Terruá Pará existe desde 2006 e, portanto, estamos retornando algo que esta na agenda mínima”;
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4º) Que o Terruá Pará irá incorporar artistas locais por “onde passarmos, portanto, a única política é a da circulação da música paraense”;
5º) “O que mais me indigna é o tratamento dispensado ao Sebastião Tapajós, como se um artista consagrado dependesse de governos”;
6º) Que todos os artistas que participam do Terruá Pará ganham cachês simbólicos. “Sebastião Tapajós ganhou R$ 1.500 pelos dois shows”;
7º) “Como é que uma pessoa que quer criar o estado do Tapajós trata dessa maneira um de seus principais signos culturais?”;
8º) “Jeso, não existe essa intenção, nem subliminarmente, de ‘não disfarçado ao estado do Tapajós’. Acho uma pena que um projeto tão lindo seja transformado nisso que o articulista tentou fazer.”
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Bom , mudei p/ Belém tem 8 meses e vejo que a realidade não só da capital , vejo que várias cidades do interior do estado se colocarem na balança o peso é igual . Os politicos são sempre os mesmo é um circulo a cada giro “eleição” é a vez de um se eleger , ou seja os mesmo politicos as mesmas robalheira e tenho provas, até mesmo de minha cidade natal que fica no sul do estado (Novo repartimento) e outras que sei tambem afinal sou muito ligado no que acontece no meu estado , então quando votar procure fazer a diferença vote e cobre doseu politico fique atento o que acontece na sua cidade as verbas do governo do estado que chega a sua cidade , pq vejo que muitos problemas é de gestão municipais e não estadual e num é tamanho de estado que vai mudar as coisas por aqui “PA ” não, e sim saber o que acontece na sua cidade , p/ não cometer a besteira de votar nele denovo ou em algum do mesmo grupinho..
Jeso, esse debate tem que ser em nível civilizado. Não conheço o Nelson Vinnenci,mas o parabenizo por puxar esse assunto, que foi a realização do TERRUÁ PARÁ em São Paulo. Iria passar em brancas nuvens se não fosse contestado pelo articulista. Essa história ( ou estória, melhor afirmando) é uma farsa que se repete. Como disse o nobre secretário Ney Messias, já foi realizado em 2006, também em São Paulo, vendendo a imagem do nosso Pará. Pergunto? Naquele momento, ao retornar ao nosso Estado, o Governo Estadual teve a mesma preocupação de levar ao interior do nosso estado o mesmo show? A mesma estrutura? Respondo: só aconteceu o show, na época, na Casa das 11 Janelas, em Belém. Fui assistir… Muito bom ver a cultura do nosso Pará ser cantada em nossas terras… mas acabou por aí. Nunca houve a preocupação de levar a cultura ao interior, ou melhor, valorizar a cultura regionalizada em nosso Pará.
Hoje, 2011 a história se repete, como farsa… Usa-se dinheiro público para “mostrar” o Pará em sampa, com retorno duvidoso ( para a vinda de turistas e curiosos em conhecerem o Pará) . Vende-se lá fora e só depois vir a Belém fazer a “presença em casa”?
Só agora este governo quer levar o terruá a Santarém e Marabá, e a todo o interior? Quando esse governo do Estado vai valorizar aquele artista que está por todo este Pará e não tem as benesses do nosso dinheiro, que é mal aplicado na área cultural?
Pergunto: Qual o retorno econômico que “vender” a imagem do Pará com esse terruá trouxe? Em 2006 e agora? Em 2006, meu primo que mora em sampa foi assistir, matar a saudade de nossa cultura. Sabe qual o público presente? Paraenses matando a saudade de casa …
Porque nenhum político contesta essa utilização nefasta do dinheiro público???
Parabéns, Nelson Vinnenci. Não estais sozinho na contestação… E viva a cultura paraoara !!! ( marajora, tapajoara…).
Se você encontra um pará em qualquer lugar de um grito bem ALTO “OLHA JÁ A ALEPA É DO pará”
Os parás são diferentes dos Tapajoaras pois suas bocas são roxas e muito PITIUAS… Suas pernas são TUÍRAS iqual ao acaí que botão pra dentro do grosso e do delgado.
Tenho muito orgulho e respeito pelo TAPAJÓS (estou falando do RIO TAPAJÓS). Esse SIM, nunca se meteu em política, ou com políticos, encanta direitistas, esquerdistas e outros istas mais… Para ELE (O Rio Tapajóas), todo o meu amor e o meu respeito.
Que confusão!!! Vamos botar ordem na casa, ei Jeso!!!
Achei mesmo bacana foi o cachê do Sebastião Tapajós só 750 plecos, para ele ir em São Paulo no Ibirapuera fazer um show… kkkkkkkkkkkkk, se for assim me orgulho muito do meu amigo Nato Aguiar que vai ali em Porto Trombetas, ele e o Nelson Vinenccis que um dia assisti eles lá, e faturaram 2 mil plecos. Estão enganando o nosso pobre violonista, isso é muita sacanagem. Cadê o ‘SIM’ que não contrata ele que carrega no nome do Novo Estado e foi quem divulgou o Tapajós para o mundo.
Juro que desconfio que a turma do ‘NÃO’ está usando ele para mostrar que até o Tapajós é contra o Tapajós, entenderam? NÃOOOO??? Então ficam aí chupando o dedo!
Nelson Vinencci, vc esta envergonhando os tapajônicos com este dispeito! para com isso! parece que todos aqui desse blog estão com mania de perseguição!! cuidado isso é patológico! agora tudo que alguem de Belém faz é de proposito, contra o estado do tapajós!! eu hem!
Eu gostaria de saber o que passa pela tua cabeça caboclo, ja que não consegui ver o atraso que tomou conta desse município!! em que mundo tu vives???
E para falar mal do Sebastião Tapajós, tens que lavar a boca com detergente!! INveja é uma caca mesmo né nelson!! kkk
NÃO custa repetir o comentário pra esse moço malouvido,
Nelson, todo dinheiro público deve ser fiscalizado pelo cidadão, até ai concordo com você.
Quanto ao achincalhe que você faz da produção cultural do Pará chamando de açaí azedo, é asneira, bobagem ou despeito. Todos nós, do hoje imenso Pará, estamos impregnados dessa cultura, e assim continuaremos no futuro Tapajós.
Nossa autonomia e o SIM no plebiscito não passa pela negação dessa identidade cultural comum. Nossas afinidades têm raízes tão ou mais profundas que o nosso desejo de sermos o futuro Estado do Tapajós.
Não tenho procuração, mas, o Sebastião Tapajós não precisa lhe informar qual a sua posição sobre a criação do Tapajós, para que você se tranqüilize e não coloque isso sobre suspeita diante dos leitores do Blog, ele está cansado de manifestar-se em defesa do Estado do Tapajós, fez isso inclusive em São Paulo no citado Terruá.
Será bom que o Terruá venha para Santarém, isso só contribui e aprofunda nossos laços e intercambio cultural. Deixe que os artistas a favor do NÃO se manifestem, ouvirão de nosso povo uma resposta convincente. Se o fizerem de forma dissimulada terão o silêncio como resposta. Até parece que você não conhece nossa gente.
Apenas reivindico a presença de Jana Figarella na programação do evento, ela, com toda certeza, é uma estrela tão reluzente quanto às outras que se apresentam no projeto. Deveria estar presente no evento de São Paulo para divulgar o SIM e o nosso Tapajós. A não ser que a turma que organiza o Terruá nos apresente uma compositora e intérprete tão singular quanto ela.
Não é porque estamos diante do plebiscito que vamos promover um apartheid cultural com a cidade de Belém, que é um dos principais pólos de produção da Cultura Popular de nosso País. Isso é uma tremenda burrice e uma afronta a uma parte do que somos.
NÃO CUSTA NADA REPETIR PARA ESSE MOCORONGO ZÉ RUELA, A MINHA OPINIÃO SOBRE O TERRUÁ PARÁ
O show é uma mistureba de diversos movimentos artísticos de Belém, uns pegando carona dos outros. E para dar credibilidade ao espetáculo, convocaram o artista sanatreno de renome internacional Sebastião Tapajós, que se mistura ao tecnobrega, à guitarrada, virando uma espécie de tigelada de açaí azedo com farinha de tapioca.
É assim que vejo o Terruá Pará, entendeu? Se teu olhar é outro, tô nem aí!!!
é justo não gostar do terruá, idiota é tentar estabelecer um confronto entre os artistas locais e versus os artistas populares de Belém. Pior ainda é usar o nome do Sebastiáo Tapajós nesse pretenso elogio de que ele está legitimando o projeto com sua presença, apenas para botar em suspeição qual a posição dele sobre o plebiscito. Você entendeu muito bem o que eu disse, apenas é um cara muito mal intencionado.
Que a opinião de Sebastião Tapajós seja contra ou a favor da criação do estado do Tapajos, é opinião dele, vamos respeitar, como de qualquer pessoa. Por sinal Jeso, Sebastião viajou hoje para São Paulo e gravar sua participação no show do Criança Esperança promovido pela Globo. Sebastião em todos os sentidos merece o maior respeito por todos nós santareno, sempre.
Mais respeito como? Se tu puxaste o saco do Ney Messias que pagou um cachê vergonhoso para o Sebastião Tapajós de 750 reais? Você que deveria ter vergonha e pedir desculpa de escrever aqui no Blog que o Ney Messias é grande profissional, quando paga cachê simbólico para uma figura de renome como o sebastião Tapajós, ora essa! Vai te amalucado!
SECRETÁRIO MAIS DE MEIO MILHÃO PODE SER 1, 2 OU 3…
Diante da contestação do Secretário de Comunicação do Pará Ney Messias, sou obrigado a exigir que a autoridade preste conta com o povo do Oeste do Pará, do que foi gasto com o Terruá em São Paulo, pois se estou certo, pouco mais de meio milhão, pode ser 1, 2 ou 3…
Relendo o artigo da Secom, me bateu uma curiosidade, se o cachê do Sebastião Tapajós foi R$ 750 reais por cada show, como o Secretário afirma, posso então arriscar que a média dos cachês de cada artista pode ter sido de R$ 500 reais, por cada show, certo?
Os músicos, vamos considerar que levaram R$ 200 reais, por cada show, que eu não acredito, que um músico do naipe do Maestro Luiz Pardal, vá sair de Belém para se apresentar em São Paulo em um mega evento para levar R$ 200 reais de cachê? Sinceramente é difícil de acreditar.
Veja quem foi para São Paulo, segundo o Governo Jatene:
1)_ Participaram do Show em São Paulo: Gaby Amarantos, Edilson Moreno, Charme do Choro, Dona Onete, Sebastião Tapajós, Pio Lobato, Solano, Felipe e Manoel Cordeiro, Quarteto de Cellos da Orquestra Jovem de Cellos da Amazônia, Paulo André Barata, Gang do Eletro, Carimbó Uirapuru de Marapanim e ainda as cantoras Lia Sophia e Luê Soares.
2)_ Músicos da Banda Base: Luiz Pardal (maestro e arranjador), Félix Robatto (guitarra), Adriano Sousa (bateria), Calibre (baixo), Esdras Souza (saxofone) e Trio Manari (percussão). Os produtores Carlos Eduardo Miranda e Cyz Zamorano são os responsáveis pela direção artística do show.
3) Mais os Chefs do restaurante Remanso do Peixe de Belém, Thiago Castanho e Mara Salles, que ofereceram um almoço para 50 jornalistas em São Paulo na quarta-feira, 1º de junho, no Restaurante Tordesilhas, um dos mais prestigiados da capital paulistana.
Esse foi o time da elite do Show que foi de Belém e que não poderia faltar no evento do Terruá na terra paulistana. Implicando aí custos com passagens aéreas, hotel, transporte e a merreca do cachê, que segundo o secretário nem chegou a mil reais o do Sebastião Tapajós por cada show, ele sendo sem dúvida o maior cachê do evento.
E ainda tem o aluguel do auditório do Ibirapuera, luz, palco, som, a técnica, levando em conta que os artistas foram uma semana antes para São Paulo, pois o show foi montando e deve ter havido ensaio, no local do evento e tudo mais, que vamos considerar aí também a logística do show em São Paulo que não é barato.
Bem, 500 mil para montar um show dessa magnitude, pagando miseráveis cachês, pode até que seja, viu Secretário, mas bem que o Senhor poderia ser mais transparente e mostrar as contas para nós que estamos aqui na juquira, mandando o dinheiro para vocês daí, irem fazer show em São Paulo né?
Nelson Vinencci
Cara, não estamos falando de Belém ou Santarém ou de Oriximiná meu caro, estamos falando de difundir a cultura PARAENSE, não Tapajoara ou qualquer outro nome que você queira falar. Que tal, você cobrar, por exemplo, de fichas-sujas comprovados como Lira Maia, Alexandre Von, Prefeita Maria, enfim, tantos políticos daqui do Oeste que nunca fizeram nada por vocês, e são os grandes líderes desse movimento separatista, onde foi parar essa dinheirama que usaram e gastaram? Por que não fazes isso? Não fazes por que não queres? Ou por que tu temes algo? Ou por que tu é o famoso rabo-preso?
Enfim, vocês vão tomar uma surra nas urnas! E, não venham com esse papinho furado de novo Pará, sim para todos porque não vai colar, e é por causa de comportamento como o seu, de puro recalque, achando que a culpa do Oeste ou de Santarém estar assim é de Belém, que vão perder votos na capital!
Viva o Pará!! 55 em cima de vocês!
Destabanado, já fui processado pelo Lira Maia, entendeu? Vai te informar melhor papa-açaí? O que vejo nesse teu texto zé-mané é que tu chegaste agora no ônibus e já quer um lugar na janela… calma aí caboclo, aqui é terra tapajônica meu filho, a eleição ainda não aconteceu, depois de contado os votos, aí sim, mas até agora está zero a zero.
Pô, sou papa açai e com muito orgulho, mas daqueles que tomam o bom açai de Belém, igual o Tacacá, não esse ruim e DOCE e sem graça que vende em Santarém. Engraçado, o que tu viu nesse texto, pelo que entendi, nada, pra ter falado um monte de besteira como essa. Terra tapajônica? Isso não existe meu amigo, isso se chama Pará, e isso não é uma eleição, mas sim um plebiscito (gente ignorante é complicada), e vamos impor uma derrota esmagadora em cima de vocês! No mais, que bom que fostes processado pelo Lira Maia, pois mostra o quanto é contraditório tua situação, pois são caras como ele que levaram o BAIXO AMAZONAS pro lixo, e ele ta liderando o movimento separatista, a troco de que? É um cara desse que vai governar o tão propagada Tapajós?
Parem de colocar o problema de vocês nas costas de Belém. Resolvam o que é de vocês, e parem de choramingar com esse papo recalcado.
Agora te pergunto, Nelson Vinencci, estranho, és paraense mesmo? Ou viestes de fora? Bom, tu já assistiu algum evento do Terruá-Pará, por acaso? Já fostes em SP pra ver? Então, porque tu veio com esse monte de baboseira e críticas desnecessárias de um evento que até falar de Alter-do-Chão fala, hein? Fala por falar, mas nunca saiu daqui de Santarém pra ver, rapÁ! Égua, vou te contar, quem tem que sentar lá no final da linha é tu! 0 x 0 é?
Já vistes a pesquisa sobre a opinião do Belenense em relação a divisão? E, tu acha que com esse comportamento de puro recalque vais conseguir a simpatia de alguém de lá? Só com argumento fajuto? Pare e pense, quem vai decidir essa parada é a capital, ou seja, vocês estão ferrados!
Andrei,
Você tem razão, a culpa do Oeste do Pará estar desse jeito não é de Belém, é de nós mesmos. É por isso que finalmente estamos buscando tomar para nós mesmos a responsabilidade pelo nosso destino. Se você e outros belenenses não aceitam isso, é natural para quem acha que sempre se deve olhar de cima da capital para o interior. Pense melhor e quem sabe vai entender que será melhor pra vocês também. Imagina só, vocês não vão ter que ficar discutindo com o mala do Nelson por causa disso.
Agora, sobre a sua sugestão de fazer a lista dos fichas sujas, podemos incluir os daí de Belém também? Melhor não, né? A lista ia ser quem sabe muito maior.