Na coluna de hoje (24) da jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo (assinantes):
A decisão afirma que o “poder disciplinar” do empregador tem base na “relação interpessoal e na confiança” e que o “mau comportamento” justifica a demissão.
O funcionário, que trabalhava numa indústria mecânica de Minas Gerais, negou que estivesse fumando maconha.
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Um vídeo gravado pela polícia nas cercanias da empresa foi analisado por um perito que atestou que ele consumia a droga. O trabalhador venceu a causa no Tribunal Regional, mas foi enfim derrotado pelo TST.
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