
A Polícia Federal deflagrou, na manhã de hoje (31), a operação Concisor, com objetivo de coibir crimes ambientais no estado do Pará.
Cerca de 60 Policiais federais dão cumprimento a 15 mandados judiciais, sendo 4 mandados de prisão, 5 mandados de busca e apreensão e 6 de conduções coercitivas, bem como ordens judiciais de afastamento de servidores da função pública, em 5v cidades do interior do Pará: Marabá, Parauapebas, Breu Branco, Canaã dos Carajás e Eldorado dos Carajás.
A operação que contou com o apoio de informações do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente), durante toda a investigação, tem entre os presos, servidores do órgão ambiental que são suspeitos de repassar informações para madeireiras e outras pessoas fiscalizadas pela autarquia federal em troca de vantagens indevidas ou dinheiro em espécie.
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Os investigados vão responder por corrupção passiva, ativa e concussão.
Se condenados, podem pegar penas de prisão de até oito anos de reclusão, além de multa.
Concisor significa cortar o mal, exterminar e derrubar o crime.
MERENDA ESCOLAR
A Polícia Federal, com a participação do Ministério Público Federal, Ministério Público do Estado do Amapá, Controladoria-Geral da União e Tribunal de Contas da União, deflagrou na manhã desta terça-feira (31/10) a Operação Senhores da Fome, para investigar o desvio de recursos destinados à merenda escolar no Amapá.
Estão sendo cumpridos 4 mandados de prisão temporária, 7 mandados de condução coercitiva e 18 mandados de busca e apreensão em Macapá. Cerca de 100 policiais federais participam da ação.
A operação investiga a atuação de empresários, diretores de escolas e servidores da Secretaria de Educação do Estado do Amapá no desvio de aproximadamente R$ 2 milhões, destinados à merenda escolar de vários municípios do Estado. Com o desvio, pelo menos 52 escolas da capital amapaense ficaram sem os alimentos da agricultura familiar.
De acordo com as investigações, no início de 2016, vários diretores assinaram o termo de recebimento dos alimentos sem, entretanto, recebê-los. Algumas dessas entregas teriam sido feitas, inclusive, no período de férias escolares.
Os investigados irão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de peculato, associação criminosa e falsidade ideológica.
Com informações da Polícia Federal
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