
O acervo deixado pelo violonista Sebastião Tapajós começa a ser avaliado pelo instituto que leva o nome do artista paraense nascido em Alenquer/Santarém.
A iniciativa conta com apoio da Ufopa (Universidade Federal do Oeste do Pará). Uma pesquisadora e um restaurador estão na cidade realizado o trabalho, conforme o JC noticiou na terça-feira (10).
Sebastião Tapajós Pena Marcião morreu em outubro do ano passado, aos 79 anos, após sofrer um ataque cardíaco. Ainda em vida, foi criado o IST (Instituto Sebastião Tapajós), cuja área de atuação é, entre outras, cultura, preservação ambiental e educação.
É presidido atualmente pela cantora Cristina Caetano e tem como vice-presidente o biólogo Podalyro Neto.
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Confira, abaixo, 6 preciosidades que fazem parte do acervo deixado pelo artista e que estão sendo alvos de catalogação e avaliação.
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LPs (discos de vinil) recebidos por Sebastião em 2016 na presença de Jackson Rego e Eduardo Serique. O conjunto de 10 LPs gravados na Alemanha foram enviados por seu empresário e deram origem à ideia embrionária de criação do IST (Instituto Sebastião Tapajós).
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A obra Música Brasileira, editada na Alemanha, de Claus Schreiner. Com a dedicatória do autor.
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LP do primeiro grupo que Sebastião Tapajós participou como músico: Os Mocorongos;
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Convite recebido por Sebastião Tapajós para recepção com o presidente da República, em Brasília, em 1989. Na época, o país era presidido por José Sarney.
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Violão com o qual Sebastião Tapajós tocou por muitos anos, com remendo de fita adesiva;
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LP de Sebastião Tapajós e outros músicos gravado na Alemanha.
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