Ilha sem barracas

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De Telma Amazonas, sobre o post Turismo beleléu:

Tem que tirar as barracas da Ilha do Amor em Alter, tem que tirar!

Sujam a praia, a comida é péssima e cara. E mesas e cadeiras impedem a caminhada na beira da praia.


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35 Responses to Ilha sem barracas

  • SS,

    Eu disse que o atendimento é ruim em todo o norte. O nordeste (que nada tem a ver com o norte) é adaptado ao turismo (uma de suas principais fontes de renda), desta forma, “lá” no nordeste há ambientes para todo tipo de clientes.
    Sobre Alter, acho o atendimento e serviço totalmente proporcionais aos preços.
    Adoro Alter, acho que além das praias, os quiosques e seus donos fazem parte da paisagem.
    Licitar as barracas além de injusto aumentaria os preços com certeza.
    Reconheço que as condições da vila não agradam a elite local, mas em compensação atrai turistas do resto do Brasil e mundo, pessoas que procuram exatamente o que a ilha tem a oferecer.

  • Penso que as barracas deveriam continuar, mas deveriam ser padronizadas, ter excelência no atendimento, banheiros químicos, higiene, comida de qualidade, e cerveja gelada.
    Assim poderíamos chamar Alter de paraíso.
    Enquanto isso…

  • O rio tapajós tem centenas de quilômetros de praias desertas.
    Quem quiser praia deserta tem muitas opções.
    A vila tem perfil turístico.
    Sem as barracas a farofa vai predominar
    O lixo vai predominar.
    O preço de 3 R$ da travessia é para 4 pessoas
    Mesmo sem energia o preço dos produtos comercializados é compatível com Santarém
    O problema do péssimo atendimento é uma realidade do norte inteiro
    Uma licitação para barracas com infra melhorada aumentaria significativamente os preços e excluiria os nativos da atividade.
    Conheço a maioria das capitais, a relação é simples, boa infra + bom atendimento = Preço alto.
    Falar que os preços da ilha são caros é coisa de gente que não conhece nada, que nunca viajou.
    Os Boraris estão vendendo suas terras e sendo empurrados para uma “favela” que tem no fundo da vila.
    A maioria das pessoas nem sabem que existe esta “favela”.
    As barraquinhas é uma das ultimas alternativas de renda deste povo
    Os Boraris e suas barracas são os mais legítimos para explorar economicamentea ilha.
    Por que ninguém fala nada daquela edificação que esta sendo construída na orla da ilha, aquilo sim é uma “aberração”

    1. Pessimo atendimos no norte ? passeis os primeiros dez dias do ano passado passendo pelo Nordeste e nos quatro estados que passei não vi isso não ? que raios de lugares voce frequenta JW ?

      Qualidade é cara … mas mais caro ainda são os tratamentos de saude causados pela falta de higiene .
      Farofa aumentar ? voce acha que um cidadão que vem para almoçar em restaurante na ilha vai trazer de casa se não tiver restaurantes na ilha ? ele vai para vila após curtir a praia .
      Que o governo licite a area e disponha financiamentos aos moradores locais , mas que haja concorrencia .

      Os boraris não são forçados a venderem suas casas , muito menos a continuarem morando em Alter do Chão .

      As barraquinhas não são a ultima opção para comunidade , alias acho que hoteis, lojas , restaurantes , catraieiros redem bem mais a comunidade .

      Defendendo esse modelo atual voce vai contra toda a comunidade , pois a ausencia de bons serviços na ilha afastam turistas não só da ilha da vila também .
      Que venha a mudança , pois do jeito que estar voce mesmo reconhece que tá ruim.

  • Porra telma pede logo pra ninguem votar no Lira Maia é mais facil do que tirar os boraris da ilha do amor

  • Não vou falar sobre o quanto é complicado lidar com o povo de Alter. Vou dar algumas sugestões que poderiam ser colocadas em prática tanto em Alter quanto nas demais praias e barracas para baratear a aquisição de produtos pelos barraqueiros e consequentemente a venda aos clientes:
    1 – Comprar tudo conjuntamente (peixe, gelo, cerveja, refrigerante, água…tudo) através de cooperativa, associação, aglomeração ou qualquer coisa.
    2 – Responsabilizar quem explora a praia pela sua limpeza (obrigação).
    3 – Coleta seletiva de lixo (obrigação).
    4 – Banheiros químicos (limpeza permanente feita por quem explora o local).
    5 – Coleta e tratamento das águas servidas (esgoto da lavagem de pratos, etc).
    6 – Especialmente para Alter penso que as barracas deveriam ser construídas onde estão, porém em dois andares, cobertas por cavaco, interligadas acima por passarelas, a fim de que fossem utilizadas no inverno quando as catraias atracariam no tablado superior. Poderia se levar água e luz, mas permaneceria a proibição de música mecânica, para não se criar uma nova Maracanã. Com as barracas sendo exploradas no mesmo local, tanto no inverno, quanto no verão, acabaria a necessidade das barracas do “pé da serra” e aquela área ficaria livre para frequência de banhistas que pagariam mais caro pela catraia em razão da distância. Com as barracas fixas o preço da travessia não se transformaria em assalto.
    7 – Segurança.
    8 – Criação de uma fiscalização exclusiva para as atividades exercidas nas praias e demais logradouros públicos, formada por uma equipe multidisciplinar.
    9 – Ordenamento, legislação pertinente com determinação de multas para quem descumprir.
    10 – Abertura para CONCORRÊNCIA. Temos que acabar com os feudos.
    Para se ter uma idéia, na tarde do dia 26/07/11 fui à praia de Pajuçara e numa barracona (restaurante) de madeira vi que o esgoto das águas servidas é jogado num buraco ao lado, sem tratamento e que certamente vai parar no rio, poluindo a praia e, pior, sujando a água onde o cliente vai banhar-se. Ou seja, os caras são tão burros ou tapados ou sem noção que não conseguem ver que estão levando à falência seus negócios. Infelizmente muitos pensam da seguinte maneira: Quando esta praia não prestar mais, vou pra outra. ME TIRA O TUBO!

  • Concordo Telma! O que autoriza uns quatro ou cinco boraris (?) explorarem barracas num espaço que, por inteligência, deve ser conservado? Explorarem e depredarem! Na Ilha deve ficar somente a natureza. Quem quiser beber cerveja ou almoçar que faça no lugar adequado, isto é, nos restaurantes da Vila. Na Ilha deveria ser permitida somente a venda de água por ambulantes cadastrados, levando isopores nos ombros (nada de carrocinhas ou mesinhas para colocar os isopores). A bebida alcóolica deveria ser proibida ( o Corpo de Bombeiros agradeceria). Nada de shows de rádio, com ou sem palanque, na Ilha. A fiscalização para esses impedimentos deveria ser feita diretamente na Ilha e nos barcos que transportam banhistas (os catraieiros), pela PM e pela GM. Na Ilha deveria ser feita uma demarcação com bóias onde fosse proibido o trânsito de barcos a motor e proibido também a atracação de barcos com banhistas. A Ilha tem que ser consevada com sua beleza natural. Lógico que é conveniente para alguns sentar numa mesa dentro d’água, beber e comer! Aí a espinha e restos dos peixes são jogados no leito do rio e o mictório (isto para não ser mais grosseiro) é o próprio rio, sentado no banco. Já basta não a destruição da Praia do Cajueiro? ESTÃOA MATANDO A GALINHA DOS OVOS DE OURO! TAPAJOARAMENTE,

  • Telminha concordo em TUDO .

    Não ha nada que justifique a presença de barracas na ilha .
    Na vila ha otimas opções da restaurantes .
    Na ilha não ha esgoto , banheiros , não ha condições de higiene .

    Praia é para tomar banho , sol …..

    1. Você vê a praia apenas como lazer, as pessoas da comunidade dependem dela para viver!.Essa discussão é séria e deve ser tratada com a importância que ela merece, pois tem uma relação com a economia do local.
      A discussão não pode ser feita por moradores de Santarém, ou qualquer lugar que seja (Rio de Janeiro e Manaus, por exemplo), sem inserir os moradores locais.
      Na realidade, vejo mais preconceito do que uma discussão séria que pense na comunidade.

      1. Santarena enquanto voce trata essa situação com romantismo , ficamos sujeitos a uma infecção intestinal e a pessimos serviços …. a vila não se resume as barracas na ilha , existem catraierios , lojas , hoteis , restaurantes que depedem desses mesmos turistas que podem não voltar mais devido aos pessimos serviços .

  • Cerveja por R$ 4,50 eu pago aqui na sede do município, mais caro ainda, em locais que promovem shows que o cantor não se apresenta.
    Por que tanta implicância com os barraqueiros de Alter do chão, eu almocei com mais uma pessoa a duas semanas, lá na ilha, um tucunaré mais uma cerveja e uma caipirinha, por R$ 38,00. Paguei R$ 3,00 de ida e R$ 3,00 de volta, ou seja, R$ 1,50 per capita para atravessar. Cada catraia leva 4 pessoas, menos de R$ 1,00 real por pessoa.
    Tirar as barracas da ilha é tão absurdo que vou me abster de comentar.

    Nazareno Lima

    1. Quando vejo essa discussão só posso pensar que há uma intenção de empresários que querem lucrar com a vila e retirar a comunidade. Será que isso?

  • Com relação a treinamentos na área de higiene e saúde, os vendedores das barracas recebem constantemente, tanto pela Vigilância Sanitária quanto por outros órgãos, como SENAC e SEBRAE. O que falta é condições adequadas para que sejam postos em prática os conhecimentos repassados. A fiscalização constante também. Por se tratar de ESPAÇO PÚBLICO, é interessante que haja concorrência para uso do espaço por empresas e pessoas que se adequem ao exigido, do ponto de vista do atendimento, qualidade de produtos e serviços oferecidos e PREÇO também. A manutenção das barracas, vejo com bons olhos, desde que não descaracterize o espaço.
    Aproveitando o espaço, o que não pode acontecer é o que ocorre na Praia do Pajuçara, onde casas foram instaladas e muradas sem autorização sei lá de quem, impedindo o livre acesso de pessoas à praia. O mesmo pode vir a ocorrer no Carapanari, Jutuba, Jutubinha e até Tapari e Ponta de Pedras.

  • Colaborando com a discussão “praia do amor”… Temos dois pontos que devemos considerar: primeiramente a estrutura de uma praia que está estampada em vários canais, como sendo uma das mais belas do mundo… Uma praia considerada “bela” teria que oferecer ao turista pelo menos, “o minimo de estrutura”, e quando falamos em mínimo, estamos falando de banheiros e lixeiras, do contrário, o belo se torna feio…..na parte humana, sem duvida alguma, as pessoas que lá trabalham, também precisam passar por uma formação. Tudo é uma questão de educação, sem ela nada funciona.

    1. A ilha do Amor, infelizmente só é bonita em fotos e cartões postais. A realidade é bem outra. Praia suja, água poluída, atendimento precário nas barracas, falta de educação dos barraqueiros. Lamentável. E não pensem que os turistas não reparam pois reparam sim! E ainda os paraenses ficam com fama de porcos e sem educação. Reestruturar, capacitar é necessário!
      Prefiro mil vezes as praias de Cajutuba, Aramanai, que além da beleza natural dispõem de uma melhor infra-estrutura.

  • Alerto a todos, que fazem do turismo a única saída para obtenção de emprego e renda no Oeste do Estado do Pará, a se organizarem em cooperativas.

    Vocês ficaram forte e a luta será digna no futuro proximo.

  • Concordo em parte. O atendimento é o pior possível e a qualidade dos produtos oferecidos não justifica o preço.
    O que tem que ser feito não é a retirada das barracas, mas sim a realização de treinamentos para melhor atendimento, readequação de qualidade e educação ambiental.

    Na minha opinião o que deve realmente acontecer, em termos de restrição, é a proibição do tráfego de veículos na rua da orla, pois aquele espaço deveria ser destinado somente aos pedestres, sem poluição visual e, principalmente, sonora!

  • Tirar as barracas não é a melhor ideia, mas sim reestruturar tudo aquilo que está totalmente fora de padrão turístico.
    Uma vez eu e minha senhora fomos OBRIGADO a levantar de uma mesa só porque não estávamos consumindo, achei uma tremenda falta de respeito afinal aquilo ali é público e os barraqueiros não tem o direito de achar que são donos.
    Agora é hora de alguém do poder público tomar uma atitude de melhorar tudo por lá, pois a maioria dos turistas que visitam alter vão mais por causa da ilha do amor, e se o atendimento não é dos melhores e a higiene nem se fala, como querem que o turista volte o fale bem dos serviços prestados naquela ilha?

    Fabrício.

  • Em várias capitais ou cidades como Porto de galinhas-PE, RJ, CE e em outras praias turísticas, cada cadeira para passar o dia custa R$ 5,00, mais R$10,00 da barraca, o que difere é que o atendimento é excelente, comida cara mais de boa qualidade, cerveja gelada.
    Aqui em Alter são um monte de preguiçosos, cerveja quente, atendimento péssimo acham que estão fazendo favores, preços caros, falta fiscalização do poder público, cadê o secretário de turismo? cadê a vigilancia sanitária? Precionam esses barraqueiros preguiçosos que se acham dono da vila e fazem um “TAC”, e não cumprirem tirem eles e coloquem profissionais experientes e que sabem trabalhar com público.

    Já pensou uma barraca da Peixaria Raiana, do Saulo, ou de qualquer outro restaurante?
    Preço, atendimento, cerveja e comida de ótima qualidade e com uma vista exuberante, melhor que isso só entrando no Tapajós, ficar de bubuia e apreciar as nossas belezas.

    1. Esse tipo de comentário confirma a minha impressão: a discussão sobre as barracas da vila faz sentido para quem quer tirar a predominância da comunidade e inserir uma elitizinha santarena.
      Melhorar a vila só faz sentido se for para melhorar a vida daqueles que moram lá.
      Os exemplos que esse “viajante” deu são péssimos. Querem fazer da vila mais um lugar para elite.

      1. Meu amigo “Vila para a comunidade”, predominância da comunidade é preguiça, imundicie e falta de preparo, são um monte de “banqueiros” aproveitadores que não fazem p. nenhuma para melhorar o turismo da vila.
        Já imaginou se a vila chega a um ponto de virar como a praia do maracanã da vida?
        Você já viu alguém ir passar férias no Rio de Janeiro e ir tomar um banho no piscinão de ramos?
        Turismo de qualidade atrai dinheiro, atrai público pra vila, deixam de ser burros.
        Se vocês querem viver nessa falta de interesse em agir, sem intúito de melhorar o atendimento da vila, vão acabar vendendo churrasquinho na praia para se sustentarem e o público que se tornará, será de plenos farofeiros, não vão vender nem tubaína, porque esses farofeiros que vcs estão apoiando, vão trazer tudo de casa.

        Vocês são um bando de desorganizados, reclamam tanto, porque não colocam pelo menos banheiros na praia do Cajueiro, qual é a alegação? Que lá alaga também?
        No cajueiro dá mais gente que na ilha, e cagam do mesmo jeito dentro dágua, o que difere é que no cajueiro como o público predominante é de baixa renda, eles cagam em qualquer lugar e não estão nem aí, na iha são mais conservadores.

        Tomem vergonha na cara e vão fazer um curso especializado em turismo, se não, coloquem uma placa de venda nessas barracas e dê lugar para quem quer e sabe trabalhar.

        Só mais uma coisa, praia para Elite é o baralho, tu acha que vender meia banda de “BOCÓ” que num é nem filhote de tambaqui por R$ 75,00, cerveja a R$ 4,50, água por R$ 2,00 coca cola por R$ 5,00 de 1,5L, etc é para elites ou pobres?

        O pobre coiado fica lá no cajueiro por que não tem condição de pagar R$ 6,00 míseros reais de catraia, eles só vão pra ilha, quando eles atravessam com água no pescoço na seca e não precisam pagar nada, ainda levam a tira colo o isopor cheio de bebidas com e sem álcool, e as latas até o talo de farofa, não gastam um centavo nessa caristia de barracas da ilha.

        Jeso eu usaria essa engraçadérrima frase desse rapaz como a frase do dia:

        “Melhorar a vila só faz sentido se for para melhorar a vida daqueles que moram lá.”

        Em época de carnaval e sairé, eles pegam barracas na praça só para vender para os comerciantes daqui de santarém, porque tem preguiça, são garapeiros e aproveitadores.

        Até para pensar são preguiçosos, tu não ta vendo, se fizerem melhoras, é só a vila que vai se beneficiar. Onde vão se ospedar, onde vão comer, onde vão fazer compras? em Belterra que não é.

  • Acho que tudo pode na vida. Desde que…Precisa ordenamento e uma licitação tendo com parametro a qualidade.
    Agora Telma, quando as mesas as margem do rio, isso eu concordo, tem que tirar, dando espaço para caminhada molhando os pés e deixando as crianças brincarem na beira a vontade e perto dos olhos dos pais.
    O melhor serviço de barraca na praia do cajueiro é de uma pessoa não de Alter, o Joaquim, musica que não é forró nem brega, e comida de qualidade, com preço bom.

    1. Pela primeira vez o DUDU falou alguma de útil, o que acontece com o serviço na ilha do amor é o mesmo que aconrtecia com o SAIRÉ, apartir do momento que passou para a prefeitura administrar as coisas mudaram para melhor, pois ninguém pode bater o escanteio e correr para cabecear, como também não se consegue assobiar e chupar cana, bem dizia o Benito de Paula,

  • Estou com JOSÉ DE ARIMATÉIA. Quer dizer que quem escolher ficar na “ilha” vai ter que passar fome e sede o dia inteiro, se não quiser virar farofeiro? Tenha dó…

  • Desculpe, Telma, nâo concordo com sua ideia.
    Estou morando no Nordeste e viajado bastante. Sou exigente e observo produtos e serviços turisticos.
    Penso que as barracas devem ser mantidas. Precisamos, enquanto donos daquilo, exigir uma regulamentação sobre preços e serviços a serem praticados.
    Imagine ir para a ilha do amor e ter que levar uma quentinha!
    Abs

  • sem contar que o povo que trabalha na ilha são tomados pela preguiça e demora no atendimento.
    A cerveja quase nunca é gelada e alguns bares quando chega o por do sol chegam a ‘convidar’ seus clientes a se retirarem.
    Isso é um absurdo.

  • Aí enche de “farofeiros” que irão comer por ali mesmo deixando sacolas plásticas, restos de comidas penduradas nas árvores.

    O que deve haver é um projeto de padronização das barracas que incluam banheiros químicos espalhados pela ilha, treinamento aos barraqueiros e fiscalização de higiene e preços.

  • Concordo Telma, mas confesso que já comi peixes deliciosos na ilha do amor. E também o valor de R$ 6,00 pago para ter acesso à praia com as travessias nas canoas. É mais caro que a passagem de ida e volta no ônibus Santarém-Alter do Chão.

  • vamos leva farofa ? temos é que ter visão de negócio como o turismo é visto em outros lugares, o local é público, então fazemos uma licitação com regras claras quem vencer explora o local.

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