Do leitor Sandro Lopes, sobre o post Manaus: show “Canta Tapajós” sob ameaça:
Jeso,
Uma contribuição aos procuradores, pra que se tenha justiça: se o show em Manaus sugere o voto pelo SIM, o Terrua Pará, com dinheiro público, insinua o quê? Os balões e mídia nos telões do jogo Brasil e Argentina “O Pará inteiro…” insinua o quê?
Se derem uma volta no trânsito legal de Belém encontraram facilmente táxis com adesivos. Serviço público pode? É Davi contra Golias. Mas nosso estilingue intelectual tá prontinho, já que por lá é “Não e Não porque Não”, aqui é SIM porque é melhor, mais justo pro Oeste, pro Novo Pará e, principalmente, para os paraenses do Oeste e Sul do Estado.
Este embate “Davi x Golias”, ou seja, “RMB (Região Metropolitana de Belém) x Regiões Separatistas”, pode ser inglória ou gloriosa.
O plebiscito é consultivo, o SIM que pode ser NÃO, ou vice-versa, o Legislativo e o Executivo é que decidirão.
Mas, se o Congresso determinou o processo consultivo é porque algo precisa ser modificado, mesmo sabendo que a consulta poderá ser uma luta inglória.
No legislativo, querendo ou não, precisamos do deputado Lira Maia, não o conheço pessoalmente, mas é o nosso representante, ele está lá no meio, conhece os caminhos do convencimento.
No executivo, nossa presidente Dilma, no meu entender, é técnica, social e democrata, preciso explicar?