O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, defendeu ontem (29) que policiais e agentes de trânsito possam atestar a embriaguez de um motorista sem a necessidade de uso do bafômetro.
“O Ministério da Saúde é favorável àquilo que já foi votado no Senado: a avaliação do agente de trânsito ou do agente policial é suficiente para identificação de um motorista que ingeriu álcool”, disse.
Padilha reforçou o apoio da pasta à política de tolerância zero em relação à ingestão de bebidas alcóolicas por motoristas. Segundo o ministro, quem bebe não pode dirigir.
“Nossa lei tem que caminhar nesse sentido. A pessoa que beber, independentemente do nível de álcool, não deve dirigir. E essa avaliação [de embriaguez do motorista] um agente policial ou de trânsito é capaz de fazer”, concluiu.
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A 3ª Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) deve decidir hoje se a polícia poderá usar outros métodos, além do teste do bafômetro, para verificar se o motorista está embriagado.
Fonte: Agência Brasil
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Jeso,
Esse é o problema do teu discurso, te atreves sempre a colocar sentimentos nos outros que não existem, quem dera que a minha boa vontade nesse caso imperasse, estamos falando de uma realidade e não do que eu e você gostariamos que fosse. Saistes completamente do foco, e agora conseguistes te superar, a apeleção é o fim das instituições, colocastes até palavras na minha boca….apelastes feio mesmo, usar a humildade, o grande Lula, gente boa na profissão…..
Eu heim, deus me livre de me atrever a continuar o confronto com o que pensas, vou ser execrada aqui. A ultima palavra, será a tua! definitivamente!
Sérgio querido, parto do principio que toda e qualquer profissão, principalmente agentes do poder publico existem para prestar de forma honesta serviços para a comunidade, mas posso ter sentimentos pessimistas diante de uma lamentavel realidade. Veja a máfia de transferencia de pontos de carteira até para quem já morreu. Repito, qualquer pessoa com maturidade o suficiente entederá que estamos falando de uma fragilidade cruel nessa classe.
Telma
Telma, só defendo o meu ponto de vista. Não fugi do foco, como afirmas. Ao contrário, tenho te mostrado exemplos de quão enviesada é a tua opinião de não se dar autoridade para que guardas de trânsito possam penalizar quem, embrigado, dirige, sem que se precise de bafômetro.
Outro exemplo: soldados não são investidos de autoridades, de poder de polícia para prender desordeiros, bandidos, criminosos? Por que o guarda de trânsito não pode ser investido também da autoridade de prender os que burlam a lei ao beber e dirigir?
“Fragilidade cruel” na classe? Como assim? Há “fragilidades cruéis” em todas as classes, Telma. Não é exclusividade dos guardas de trânsito. Há na dos jornalistas, dos economistas, dos padres ou qualquer uma outra classe.
Há “fragilidade cruel na classe” dos guardas de trânsito? Então que se separe o joio do trigo. Mecanismos para isso a sociedade possui à farta. Basta utilizarmos.
Gente… o Guarda de Trânsito só vai determinar que o motorista está sob efeito de alcool se este se recusar a provar que não está, ( bafômetro ou dosagem ), se o motorista colaborar e provar o guarda não vai fazê-lo bebado sem ele realmente está. E de outro ponto, se o guarda assim o fizesse injustamente, um exame provaria facilmente o contrário. Não entendi tamanha discussão. Se o cara ta bebado, melhor que qualquer um, até pessoas comuns do povo o detenha, se não está, nem um Ministro vai provar que ele está bebado. Pronto! Acabou!
“QUEM NÃO DEVE NÃO TEME”. PODE VIR, GUARDA DE TRANSITO, MINISTRO, JUIZ, PROMOTOR……… SE VOCE NÃO BEBEU BEBIDA ALCOOLICA, NÃO TEM PORQUE SE PREOCUPAR. AGORA SE ESTIVER ERRADO TE LASCA MANO!
Jeso,
Acredito que tens discernimento o suficiente para entender que não estamos generalizando e nem deixando de acreditar que existe profissionais bons e honestos no meio, acho que isso é bem óbvio e não merece discurso distorcido e moralista. Lula, profissão humilde, acreditar que tem gente boa no meio, não apela!
É bem evidente que se trata de uma realidade constante e normal, o de propina de guardas de transito.
Telma
É uma realidade constante, Telma, a má conduta de políticos, juízes, membros do Executivos e, nem por isso, nós, eleitores, população, devemos pregar o fim dessas instituições. Não é apelar não, Telma. Mas há, claramente, uma má vontade de sua parte e do Gregório com relação aos guardas de trânsito. Repito: há pilantras, propineiro nas mais diferentes profissões. Mas isso não é regra.
Também não vejo assim ,minha amiga Telma e Gregório, devemos partir do principio de que o agente está ali para fazer o correto e cumprir a lei,de forma leal e idônea , claro que em qualquer categoria temos os bons e maus servidores , mas vamos ser honestos, via de regra os condutores incorrem em erros e a solução talvez fosse se exigir que tivesse o equipamento para auferir o nível de consumo de álcool para se fazer a contra prova caso o motorista não reconheça a infração cometida e atestada pelo agente .
Gregório, foi o primeiro pensamento que tive, isso só vai abrir a chance de aumento das propinas. Olha ai, mais uma chance de receita para os guardas.
Não creio que isso vai passar, não pode ser!
Telma
Telma e Gregório, discordo de vcs. Por que não confiar no guarda de trânsito? Lula deu um exemplo eloquente de, ainda que de origem humilde, com pouca instrução, o homem pode sim até governar o país. Por que um guarda de trânsito não pode atuar com dignidade no exercício de sua função? Me parece torto, enviesado esse raciocínio de vcs. Há gente pilantra em toda a profissão, mas creio que isso seja regra. Se agir com má fé, fora da lei, que o guarda seja enquadrado, penalizado, expulso da corporação. Tem-se mecanismo para isso. É só colocar em prática.
Também discordo de você Jeso. Os motivos de não confiar na grandiosisima maioria dos guardas de trânsito estão escancarados por ai. Essa comparação que você fez não tem sentido Jeso, pois nesse caso especifico não se trata de competência profissional, se bem que no caso do ex: presidente isso também é questioavel… O problema é a falta de honestidade da maioria. É temeroso dar poder de “juiz” pra pessoas assim
Há juízes, caro Carlos Simões, com poder que tem nas mãos aprontando todas. Que o diga a corregedora do CNJ. Mais: a maioria dos guardas de trânsito são corruptos? Onde te respaldas para afirmares isso?
Caro Jeso, quando me referi a juiz quis dizer quanto ao poder de decisão e não quanto a conduta dos mesmos, inegável que não faltam casos corrupção no meio. Claro que existem bons policiais honestos e dedicados mas Infelizmente baseado naquilo que vemos e lemos em jornais, revistas e nas experiências que a gente passa andando aqui mesmo em Santarém e no restante desse grande Brasil de norte a sul, leste a oeste, a sensação que temos é exatamente essa… Dq a maioria são corruptos, se fizerem pesquisas de opinão com a população não tenho dúvida dq esse número chega fácil aos 90, 95%. Particularmente não acredito que cheguem a esses números assombrosos.
Entendo a preocupação do Ministro, mas essa atitude nos coloca a mercê de agentes de moral duvidosa. Numa situação desses podemos ser presos e multados sem direito a defesa.
Fica a preocupação!