
Santareno naturalizado, o tenente-coronel Osmar Nascimento acaba de galgar ao topo hierárquico da Polícia Militar do Pará: coronel.
Chegou à patente pelo critério de merecimento, conforme decreto de iniciativa do governador Simão Jatene publicado ontem (24) no DOE (Diário Oficial do Estado).
Ele e mais 4.
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Escolta militar à lá Cinderela.
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Amigo Jeso,
É bom ver as pessoas de Bem triunfarem na Vida, Merecedimente, conheço o Cel. Osmar há muitas luas cheias atrás, amigo dileto, sangue Bom. Minha homenagem siga Firme para chegar aonde ainda quer Chegar de Consciência tranquila e com seus Deveres em dia.
Valeu amigão
Abraços Prósperos e Vitoriosos
Sérgio Campos
É verdade Jota Ninos. A família grega tinha como patriarca Jorge Gina, já falecido, e matriarca dona Vandira que reside em São Paulo com os filhos Eco, Mac, Elizabeth, Efemia e Georgius Rico. O Osmar ou Pinho, era da turma e as peladas no escaldante asfalto ou no quintal da casa do Osmar, onde hoje é o consultória da Dra. Eva Gentil, eram animadas e diárias. Os pais e irmãos dele sempre foram gentis e compreensivos concosco, mesmo quando a bola derrubava as panelas da cozinha. O importante de tudo é que o Osmar venceu com brilhantismo e certamente ainda tem muito a contribuir com nossa terra, nossa gente. Sucesso sempre, meu amigo.
Promoção merecida para esse militar goiano naturalizado santareno. Ele, que é evangélico e engenheiro de profissão, começou a surgir no cenário paraense quando foi ordenança do então vice-governador Hildegardo Nunes, no primeiro governo de Almir Gabriel (1995/1998).
Reencontrei o agora coronel várias vezes como jornalista, quando aqui esteve vistoriando as obras no Colosso do Tapajós. Sempre com o mesmo sorriso afável que ameniza qualquer sisudez que exista numa farda militar.
Tenho orgulho de ter sido seu companheiro de peladas de domingo na adolescência, tendo sido sua família uma das primeiras que conheci ao chegar em Santarém, em 1978, aos 15 anos. “Pinho”, como o chamávamos, era o mais jovem dos filhos do “seu” Walter, dono do antigo Quitandão, um mini-box sortido que ficava na rua Floriano Peixoto canto com a travessa XV de agosto, em frente ao Banpará.
A família de “Pinho” morava na Floriano Peixoto, quase esquina com a Joaquim Braga. Quando não jogávamos bola em seu quintal, esfolávamos os pés no asfalto da Joaquim Braga, em frente ao colégio Frei Ambrósio.
Além de “Pinho”, participavam dos jogos seus irmãos mais velhos Waltinho (hoje gerente da TV Amazônia) e Nelson (Delegado de Polícia). A turma toda se reunia em frente ao casarão de madeira (onde hoje fica um edifício) pertencente à uma família grega, cujo patriarca era dono de uma loja de confecções no centro e amigo de meu pai.
Os filhos adolescentes da família grega (cujo nome me escapa agora) Mac e Eco, também faziam parte da patota. Foi dessa amizade que acabei conhecendo a família Nascimento que até hoje mantém laços afetivos (e profissionais) comigo.
Outro que participava dessa turma de “pés esfolados no asfalto”, era o colega Anderson Dezincourt (hoje analista judiciário, como eu). Lembro que o pior da pelada era ter que buscar correndo a bola, quando esta era chutada ladeira abaixo, em direção à praça São Sebastião… rsrs
Parabéns pelo sucesso alcançado, abçs do amigo
Merecimento! Cresceu por seus méritos e competência. Ad Astra per Aspera!
Eu sei que você lutou muito para ingressar e ter um emprego público e com certeza suas lutas foram intensas.
Parabéns Mano, que Deus te proteja!!
Parabéns Pinho, lembro do nosso tempo de Dom Amando, quando jogamos bola, e você era nosso goleiro, ahhh, lembro que você foi jogador do São Francisco – goleiro, amigão seja sempre humilde e lutador como sempre, pois é um vencedor, saiu de Santarém com 17 anos e foi estudar em Belém, ingresaando no NPOR, passaste necessidades e sou prova disso, hoje chega ao topo da sua carreira, um rapaz pobre humilde que um dia sonhou em ser policial militar e lutou muito pra ser….Parabéns Pinho (Cel Osmar).
Parabéns ao PM que encontrou graças aos Olhos de sua incorporação