Para o arquivo

Publicado em por em Oeste do Pará

À unanimidade, a 6ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF (Ministério Público Federal), em Brasilia, determinou o arquivamento da representação feita na unidade do MPF em Santarém contra ONGs que estariam incentivando comunidades do município a se declararem falsamente como indígenas.


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4 Responses to Para o arquivo

  • É lamentável que mais uma vez o MP que deveria ter o papel de impacial se manifestar desta forma. Todas as denuncias feitas pelos “indios” estão sendo analisadas e quando o caso é ao contrário, arquivam. É, realmente não da para entender a imparcialidade.
    Acho incrivel que ninguem esta se preocupando com as 11 comunidades tradicionais que na gleba moram e estão na eminencia de perderem suas terras por meia duzia de indios que resolveram ser indios do dia para noite, pois ate o levantamento feito pelo Iterpa na região em 2005 eles chegaram ate em optar por um assentamento comunitário e em 2006 mudaram de opinião: resolveram ser indios. Existem dezenas de familias na regiao da gleba que conhecem estes “indios”desde que chegaram la, vindos do Nordeste do Brasil. O proprio tio do DADA vive falando que tudo isso é uma palhaçada!
    O MP deveria sim ter dado mais atenção ao caso, ate para poder colocar na balança todas as medidas e so depois poder tomar lado.
    Lamentável que não queiram saber a real verdade dos fatos e são tão ideologistas.
    Dificil acreditar na credibilidade dos fatos desta forma, sem uma investigação.

  • Uma boa noticia essa do MPF.

    Rafael,
    A ONG deve ser Terra dos Direitos que tem tradição no Brasil todo na defesa dos Direitos das Comunidades Tradicionais.
    A representação ao MPF deve ter sido feita por “falsos comunitários” na realidade madeireiros e empregados de madeireiros que exploram a região.
    A Assessoria aos ” madeireiros e falsos comunitários” deve ter sido garantida por um “falso antropólogo” e assessor de Deputado Federal.
    Na câmara municipal, um vereador “falso Verde” também está nesse coral.
    Enquanto isso, um “falso Jornalista” e um “falso comentarista” de um semanário local, botam a boca no trombone para desqualificar os comunitários do Rio Maró, indígenas e não indígenas .

    Tiberio Alloggio

    1. Muito bem Tibério,

      Esses falsos comunitários e falsos verdes tentam desqualificar o movimento indígena por que os indígenas resistem ao agronegócio em suas terras, resistem à grilagem, resistem à expulsão de comunidades, resistem ao crime ambiental. É só por isso que eles incomodam!!!

  • Agora só resta aos madeireiros interessados nas áreas das comunidades indígenas da Gleba Nova Olinda lerem a revista Veja, para satisfazerem seus desejos de verbalização da mentira. Seria bom saber quem foi o autor da representação e qual foi a ONG denunciada. É sempre bom dar nomes às moto-serras. Provavelmente o MPF não deu a mínima a tal denuncia, pois deve ter coisa mais importante a fazer.

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