Jornalista defende show de “Babá” na praça

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José Ibanês - Blog do Jeso
Ibanês: show em praça pública

Jornalista, José Ibanês comenta o post Violonista lança hoje “Da Lapa ao Mascote”:

Caro Jeso,

O CD do nosso mestre do violão foi produzido, segundo me contaram, com incentivo do Governo do Pará, por meio da Lei Semear. Por isso, Babá está apresentando o show de graça.

Como é num ambiente fechado, foram distribuídos convites, esgotados logo cedo. Estranhei essa promoção ofertada gratuitamente à nata da sociedade santarena que se concentra num dos clubes mais tradicionais da cidade, o Centro Recreativo.

Será que nós, simples mortais, não-sócios do Recreativo, não temos direito de ouvir e aplaudir nosso ídolo? Por isso, sugiro que o próximo show gratuito de Sebastião Tapajós seja em praça pública, num ambiente onde o povão possa apreciar a sua arte. Fikadika.


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13 Responses to Jornalista defende show de “Babá” na praça

  • Barão do Arapiuns, não aprendeste em casa, na escola e muito menos na Universidade da vida, pois, a educação e respeito todos (as) gostam e se sentem bem. O nosso MESTRE DA MÚSICA, conhecido internacionalmente pelas suas inebriantes apresentações/show. É acima de tudo um senhor cidadão que merece todo nosso respeito e admiração espontânea. É uma pessoa ilustre mas humilde, gente boa mesmo. Na qualidade de profissional, ele de certeza faria seu show na sua casa, com maior simplicidade possível, desde que, na qualidade de Barão tivesse dinheiro suficiente para pagá-lo. Acaba com este disface e o respeita, da tua dmiração ele não precisa, ele já tem de toda Santarém. Quanto ao cheiro ou odor dele, te garanto por ter viajado recentemente com ele na lancha rápida de Óbidos à Santarém, juntos conversando, não senti esse mau cheiro a que tu …; te refere. “Quem és tu para manchar/empanar o brilho dele …, Coloca-te na tua, deixa disso, de falar com desdém do Estado do Pará, não será por aí que chegaremos a nossa Emancipação Territorial. Desculpe, mas se não sabes elogiar ou admirar os outros; não seja mal educado e descortes. Tenho dito.

  • O Show é patrocinado pela Natura Musical, portanto esta escolhe e negocia o local de apresentação que melhor lhe convier. O Sebastião está muito vivo, por isso pode fazer show a qualquer momento e em qualquer local, basta que alguém o convide. Show em praça pública não significa que quem gosta da boa arte vai até lá curti-la. O gênio Sebastião tem que ser respeitado por todo mundo e parte desse mundo não o respeita.
    A última vez que o Tapajós se apresentou em praça pública, num palco armado lá perto da quadra de esporte do Mascotinho, há uns três anos, tinha no máximo 15 pessoas, incluindo eu e minha esposa, como espectadores. Um tremendo desrespeito. Praça pública pra quê?
    A qualidade técnica, obviamente, é muito melhor em local fechado. O Centro Recreativo é um excelente espaço. Nós estávamos lá e não somos de pn de elite Que venham novos espetáculos! … Do fantástico Sebastião ou de qualquer representante da boa música.

  • Pode até fazer em uma praça, Sebastião Tapajós é grande em qualquer lugar. Mas porque o povo só merece a praça? Façam uma jornada de 5 a 10 shows no Centro Recreativo e Teatro. A acustica deste tipo de show é melhor e o povo merece algo diferente.
    O Teatro municipal de São Paulo sempre abre as portas para estas propostas, alguem vai negar esse show ao povo de forma diferenciada?
    Abs

  • Pertinente a consideração do companheiro Ibanês. Se tem verba pública, tem que lançar na praça! Assim evitamos comentários posteriores da falta de valorização dos nossos artistas.

  • Ibanês discordo totalmente – este show já foi de graça, quem teve a feliz sorte de ser amigo ou conhecido do Babá ganhou o convite, mas o próximo tem que ser pago, pois é inútil jogar pérolas aos porcos – Babá já esteve em praça praça pública em Santarém e os abestados não respeitam sua genialidade, então percebo que na instancia da vida em que se encontra hoje Sebastião Tapajós, ele tem todo o direito de ser seletivo com quem ele queira que aprecie sua arte. O povão que vá para as baladas sertanejas e deixem o filé para quem gosta de filé.
    Um forte abraço – Nelson Vinencci

    1. Em primeiro lugar, porco é você! Se o Baba quer ou tem que ser seletivo, não aceite patrocínio publico. Ponto.

  • Já que o estado esta bancando o show , porque não foi em um local aberto , assim todo o publico tinha acesso .

    Assim beneficia uma meia duzia de puxa saco do governos

  • Fui um dos “privilegiados”, assisti o belo show do violonista e do grupo de músicos que o acompanhou, excelente a moçada.
    Concordo totalmente com o José Ibanês e digo mais, só lotou porque foi de graça. No meu lado tinha um casal de nata, onde a mulher assistia novela pelo celular enquanto o espetáculo seguia seu curso. Se perguntar para essa espectadora qual música do Ari Barroso o Sebastião tocou, a resposta será com certeza: “não vi nenhum Ari por lá”

    Chico Corrêa

  • Prezado Ibanês,
    O show não foi para sócios do Recreativo, o espaço foi alugado para a NATURA que foi quem fez os convites.
    Agora, concordo plenamente com vc com relação a um show em praça pública.

  • Aplaudido e de bom gosto, a proposta ou sugestão do jornalista José Libanês, que deve ser levado a cabo, isto é à risca. Como bem afirma, o patrocínio da apresentação/SHOW do nosso querido e incomparável músico santareno do violão, Sebastião Tapajos, nosso ícone BABÁ; foi sob o pálio da Lei Estadual SEMEAR. Money público, realizado em um ambiente/recinto fechado e elitizado; mais ainda com distriuição de convites gratuitos. Nada mais justo e salutar, o custo/BENEFÍCIO seja estendido ao POVÃO; em praça pública (São Sebastião). Ou realizado no Parque da cidade. Até eu estarei lá, pois não fui escolhido para receber o convite, quando o procurei já não tinha mais. Mesmo assim, quem me atendeu, com todo respeito e consideração me falou que para mim não iam me exigir o convite. Apesar de ser fã do MESTRE e ele me conhecer, e ter tido muita vontade de presenciar o SHOW, não quis me arriscar a sofrer constrangimento; não fui. Perdi o inesquecível …, “A música eleva a alma e a …, me tira a calma”. Vamos conseguir …, com As Graças de Deus.

  • Sebastião Tapajós é elitista não gosta de ver o povão em seus shows, prefere o cheiro odorizado de perfume francês que a elite usa para disfarçar o seu mau cheiro. Esse violonista, aliás, deveria se enclausurar no Parazinho, onde gosta de se apresentar.

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