2 mestres inesquecíveis

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Do leitor Vidal Bemerguy, sobre o post Dia dela:

Jeso,

Minha homenagem ao meu pai, Emir Bemerguy, neste dia da língua portuguesa. Um mestre nas palavras, rimas, conduta…

Mas não posso deixar de lembrar nossa querida mestra, professora Hecilda, que desde o primário, na escolinha Carequinha e, tempos depois, no colégio Dom Amando, nos honrou com a sua competência na arte de ensinar o português. Aos dois minhas justas homenagens.


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9 Responses to 2 mestres inesquecíveis

  • Dos citados, fui aluno da profa. Hecilda, no Dom Amando. E da Amércia Mota, na UFPa. Elas são o máximo!

    Mas, gostaria de destacar também (e aproveitar para homenagear) outros grandes nomes da Língua Portuguesa em Santarém: Ediene Pena e Dira Cordeiro. Tiro o chepéu pra todas elas!

    Udirley

  • Toninho, meu amigo!

    Assino embaixo de sua homenagem. Fui aluno de ambos e posso assegurar que foi com o poeta Emir Bemerguy que aprendi a escrever. Minha profissão tem tudo a ver com isso. Vivo hoje do ensino superior no jornalismo e serei eternamente grato pela herança que estes inesquecíveis mestres (figuras humanas exemplares) nos legaram.

    Abraços fraternos, mano velho!

    Samuca

    1. Samuel,
      Tenho orgulho imenso de ser filho do grande poeta e ao mesmo tempo ter entre meus grandes amigos a sua figura impar. Saber que temos pessoas honradas em nosso rol de familiares e amigos traz mais alento para esta vida tão dificil. Obrigado, em nome de meu pai, pelas suas sinceras palavras.
      Um grande abraço
      Vidal

  • Permitam-me mencionar, a exemplo do Vidal Bemerguy, minha mãe Maria da Glória Dias Campos, professora, diretora e poetisa, que iniciava o ministério do ensinamento ( de educar) pela alfabetização, nele permanecendo até a admissão ao ginásio, falecida aos 87 anos.

    1. Zé Ronaldo, vc. está nos devendo um livro de poesias inéditas da poeta (ou poetisa como vc. escreve, o que discordo: poesia não tem sexo, todos são poetas) Maria da Glória Dias Campos.

        1. Ronaldo, o termo “poeta”, empregado para todos, sem distinção de sexo e que eu defendo, é na verdade uma, digamos, licença poética.

  • Sem desmerecer os dois citados que tem todo o meu respeito, cito também a minha querida professora América Mota.

    1. Boa lembrança, Eduardo. como não,podemos citar todos os que nos honraram com o seu saber na arte de ensinar o portugues, fica a homenagem pessoal de cada leitor. Mas todos merecem nosso carinho e lembrança. Cada um tem um pedacinho de contribuição na formação de nosso carater. um abraço.

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