Fábrica de cimento: executivos visitam Santarém

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Amanhã (22), a partir das 9h, na Prefeitura de Santarém, o prefeito Alexandre Von recebe executivos da InterCement, subsidiária do Grupo Camargo Corrêa.

A empresa planeja abrir uma fábrica de cimento na Amazônia – em Manaus ou Santarém.

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Durante o encontro, Von reafirmará as vantagens que o município oferece para receber a fábrica.

Os executivos conhecerão a área portuária e os acessos da BR-163 (Santarém-Cuiabá) ao possível local onde deverá ficar a fábrica, caso a empresa faça opção por Santarém.

what_image_2Uma das 40 fábricas de cimento da InterCement no mundo. Há 16 só no Brasil

Hoje, eles estiveram em Belém, participando de audiência com o governador Simão Jatene, para conhecer a política de atração de novos negócios, que o governo estadual desenvolve.

A holding InterCement tem sede em Portugal. A empresa está presente em 9 países, principalmente na América Latina e África. Com as marcas Cauê, Cimento Brasil e Cimpor, e ocupa a segunda posição no mercado brasileiro. Na Argentina, detém a liderança consolidada no mercado de cimento, por meio da Loma Negra.

No Brasil, a InterCement conta com participação de mercado de 20% e 16 unidades de produção.

Com informações da Prefeitura de Santarém e Camargo Corrêa


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8 Responses to Fábrica de cimento: executivos visitam Santarém

  • A energia de Tucuruí finalmente chegou em Monte Alegre e agora Santarém nao vai mais receber a fábrica ela vai pra MONTE ALEGRE seu petista

  • Santarem vai ficar so olhando a fabrica ir para monte alegre.. Pos e la que esta o minerio. E a enpresa vai economiza fazendo o cimento em monte algre pos a fabrica vai ser contruida em cima do local onde esta o calcario

  • Eu sou de monte alegre e torço para que essa fabrica se instale la em monte alegre.. Se for pra ela vim pra santarem eu torço para que nao dei certo esse projeto . Porq ela se instalando em santarem so quem vai ganhar com isso e santarem. E nao a regiao oeste do para. Ao meu modo de ver cada cidade deve ter enpresas que explorem os recursos minerais que aquele municipio oferece. E pelo que eu sei santarem nao tem nenhuma pedra de calcario para produzir cimento.. E esses filha da puta querem que a enpresa va tirar as pedras de calcario de monte alegre pra trazer pra santarem pra fazer cimento.. Mas tem graça um negocio desse . Vao tomar no cu vcs q apoiam isso. E vai tomar no cu o dono desse blog… Monte alegre e muito rica em minerios e as autoridades nao podem deixar tirarem facil assim as nossas riquezas

  • Essa industria vai e pra manaus…..

    Santarém vai ficar so com o gostinho na boca !!!!!!

    Os políticos não tem capacidade de bater os políticos do amazonas… !!!!

    VON E JATENE NÃO TEM CAPACIDADE DE SUPERAR OMAR AZIZ E ARTHUR VIRGÍLIO NETO NUMA NEGOCIAÇÃO DESSAS…..

  • É interessante que a empresa traga vantagens também para o município além dos empregos diretos e indiretos. Temos um exemplo de uma empresa em Itaituba que não oferece quase nada aquele município, pois o cimento é caro do mesmo jeito, mesmo sendo produzido por lá. Seria bom Jeso se nas próximas postagens pudessem ser explanadas as vantagens que o negócio poderá trazer a região, haja vista ser interessante saber os prós e contras para não ficarmos falando sem fundamentos.

  • Jeso,

    todo e qualquer investimento privado que venha para a nossa região e que se proponha a explorar nossos recursos naturais de forma sustentável e socialmente responsável deve ser bem vindo, com certeza! E esse é o caso do projeto do Grupo Camargo Correa com sua planta industrial para produzir cimento do tipo na nossa região.

    Da mesma forma que da reunião citada por você, representantes da mesma empresa também se reuniram com representantes do governo estadual, há dois anos, no CIG, em Belém, para discutir o mesmo projeto. Àquela altura, o interesse da empresa era montar sua planta industrial no município de Monte Alegre, onde há uma enorme jazida de calcário, da região da Mulata, próxima à rodovia PA-423. Reunião semelhante também aconteceu com o então prefeito de Monte Alegre, Jardel Vasconcelos, que apresentou as vantagens para a instalação da fábrica d cimento naquela cidade.

    Em ambas as reuniões, o gargalo para a instalação da fábrica era o mesmo que se apresenta hoje: falta de energia elétrica abundante e de qualidade. Toda a região Oeste sofre com esse problema, inclusive Santarém, já atendido com energia de Tucuruí, mas com seu sistema totalmente esgotado.

    Monte Alegre terá energia elétrica de Tucuruí dentro de dois anos, e essa é a previsão mais otimista, e soma uma vantagem em relação a Santarém: possui calcário abundantemente. E não apenas no jazimento da Mulata, que pertence ao Grupo Orsa, atual controlador do complexo do Jari, em Almeirim. Segundo o DNPM, há registro do minério em outros locais do município.

    Assim, é alvissareira, sim, a notícia do interesse da Camargo Correa em implantar uma unidade fabril na região para produzir cimento. Mas, paralelo a essa demanda, é preciso que a região se mobilize para conseguir energia abundante, segura e de qualidade como vetor de seu desenvolvimento, e não apenas para atender demandas de fábricas de cimento. Sem isso, continuaremos a viver para alimentar nossos sonhos de desenvolvimento!

    Que tenhamos melhor sorte do que esta que só atrapalha nossas vidas!

    PS: Na verdade, são três os grupos econômicos que têm projetos para a produção de cimento no Pará: os grupos Camargo Correa e Orsa, em Monte Alegre, e Votorantim, em Primavera.

    1. Em outras palavras, que se construam hidroelétricas no Tapajós, né? Seria essa a proposta nas entrelinhas ou estou enganado?

      Amigo, o problema não é falta de energia, é a DISTRIBUIÇÃO! Você mesmo cita: Monte Alegre tem um linhão passando por sobre a cabeça do povo, mas não tem rebaixamento da linha. Não fazem muitos dias haviam protestos em Óbidos pela falta de energia, o linhão também passa sobre as cabeças daqueles cidadãos.

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