O pescador no rio Tapajós e a sua atenta companhia
Veja também:
Um jato na guia da palmeira na orla, de David Marinho.
Risco a jato, de Conceição Miléo.
Por do sol na praia do Carapanari, de Hudson Serique.
O azul do infinito amazônico, de Elis Lucien.
Quase soturna, Vicente Guedes.
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Parabenizo o fotógrafo pelo flagrante, e ao pescador pela sua interação com a natureza, quando representa o “fiel da balança” entre os entes; natureza x homem x tecnologia: rio e garça = natureza; homem = administrador desse patrimônio; motor rabeta = tecnologia.
Portanto, essa é a verdadeira “equação da sustentabilidade”!
Parabéns pela linda filmagem, que harmonia entre o pescador e a mãe natureza, com a água do rio tapajós e a ave (garça). Admirável a confiança da ave no homem; pescador que deve ser uma excelente pessoa humana ! Amém !!!