Do Rio de Janeiro, o azulino Helvecio Santos comenta o post Ele disse:
Caro Jeso,
Como disse em outra inserção no Blog, a Diretoria do LEÃO, encabeçada pelo “Seu” Francisco Coimbra, não só construiu um time vencedor como também ajudou a construir cidadãos úteis à sociedade.
Na época em que jogávamos, todos os jogadores do LEÃO eram obrigados a estudar e como também já falei, essa a razão do porque, nessa época, o time do SÃO FRANCISCO Valente de Guerra era o time do Álvaro Adolfo.
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Aí está a prova da visão do “Seu” Chico, como carinhosamente o chamávamos. O Maromba, meu companheiro de zaga e último jogador a me abraçar quando me despedi no Trapiche naquele início de agosto de 1970, vindo para o Sul continuar meus estudos, é funcionário público federal. O Navarrinho, que chamo carinhosamente de Pequeno Grande Homem, o que é muito apropriado em toda extensão do termo, é professor do modular. O Edu, como não sou bisbilhoteiro, não perguntei o que ele faz quando o encontrei no Colosso em outubro p. p. Mas, não tenho dúvidas, está bem colocado.
Só pelo histórico desses tres companheiros já valia a pena a política escolar aplicada no LEÃO. Do Maromba (e seu inseparável óculos escuro) tive notícias pelo “Seu” Francisco quando há uns três anos nos encontramos no final do ano no Rio, ele vindo de Penápolis. Passamos um dia juntos e, com a bela vista da Praia de Icaraí, do alto do Museu de Arte Contemporânea, o peito explodindo de felicidades como criança que ganha um doce, cantamos o Hino do LEÃO.
Ele me falou que encontrara o Maromba num voo com destino a São Paulo, onde este ia assistir formatura de uma filha. Do Navarrinho tive notícias pelos amigos Pedrinho Moreira e Raimundo Gonçalves.
Assim, não tenho razão quando digo que uma agremiação esportiva é mais do que uma folha de pagamento na qual os nomes se renovam a cada temporada, enchendo o aeroporto de atletas em busca de novos pagadores? Aí está. Nossos “minhocas” (da Terra) jogaram, engrandeceram o LEÃO e o esporte santareno e hoje continuam a emprestar seu labor ajudando a construir pessoas que no futuro sejam também úteis à sociedade.
O papel de uma agremiação esportiva é muito mais do que bordar estrelas em camisas que ficam vazias a cada intertemporada. AVE! “SEU” FRANCISCO. A estrada que caminhamos tem asfalto AZUL. Nós somos troféus vivos a quem o LEÃO, por sua orientação, proporcionou horizontes. É um exemplo a ser seguido. QUE DEUS PAGUE AO SENHOR E A TODA A DIRETORIA.
SAUDAÇÕES AZULINAS.
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