Do escrivão da Polícia Civil Hitamar Santos, sobre a foto de ontem (19) do Olhar do leitor:
Esses pacus me fazem lembrar da minha querida Aveiro e do meu tempo de infância por lá. Quantas e quantas vezes ficava esperando, sentado debaixo da mangueira defronte da casa da Dona Nenê Sá, os pescadores atravessar o rio Tapajós para comprar uma ‘cambada’ para o jantar.
Nossos amadores ‘profissionais’ pescadores da época eram o ‘seu Arinos’ e ‘seu Jovelino’, que moravam na rua da frente (hoje avenida Humberto Frazão).
Olha, sem esquecer que o tempo em que ficava esperando os pescadores, logicamente estava apreciando as gostosas mangas já caídas, porque a Dona Nenê Sá não permitia, de jeito algum, alguém jogar pedras ou paus em sua mangueira.
— ARTIGOS RELACIONADOS
Aliás, minha mãe sempre fazia, como hoje ainda faz, os pacus cozidos (no caldo branco) somente no cheiro verde (cebolinha, chicória e alfavaca).
Oh! tempo bom. Saudades.
Márcio, obrigado pela foto que me fez recordar.
É Hitamar do jeito que tu come, um paneiro desse cheio de pacú, é pouco. kkkk agora tu tem que se contentar com o jaraqui dessas bandas…..
Menos, nem tanto assim, mas não nego que já fui muito bom de boca… kkkkk principalmente em se tratando de peixe original do tapajós, como um aracu ‘cabeça gorda’ kkkkk
No começo da safra, assado na brasa, dois dias depois
cozido no sal, cheiro-verde e cebolinha, dias depois, frito e comido com pimenta malagueta amassada ao lado do prato. Repetir no final da safra.
Quando começa e encerra a safra do pacu??
Faltou lembrar da mangueira de frente da casa do seu Alberto Nunes, lá era também ponto de espera dos pescadores.
falando em D. Nene Sá, a velha era rigorosa, que digam os netos quando vinham de Itaituba e Santarém passar férias na casa dela, não é Naldinho e Valdinho? Hum hum
kkkkkkkkkkkkkkk
Ainda hoje aveiro é terra de peixes bons e baratos.