Do leitor José de Alencar Godinho Guimarães:

A Vila de Boa Esperança, localizada às margens da PA 370, Km 43, vive hoje seus dias de glória por conta do alto preço da farinha de tapioca, carro chefe de nossa economia rural local. O quilo do produto está sendo comercializado a uma média de R$ 3,00.

Sendo assim, convivemos, nos últimos meses com o êxtase da lucratividade e da fartura nas mesas de nossos agricultores. E essa euforia resultou na ampliação da área plantada de roça de mandioca em 2010, e resgatou a tradição de sermos o maior produtor regional de farinha de tapioca.

No entanto, nem tudo são flores nesse vilarejo. O funcionalismo público municipal local convive com a expectativa gerada pelo concurso na área da educação, via Governo Maria I e II, para assim regularizar a situação de temporários, e daqueles que tem nesse concurso único meio para ingresso no mercado de trabalho.

Para surpresa de muitos, no entanto, nosso quadro de professores temporários na Escola Francisco Pereira Chaves diminuiu em apenas um número, pois tínhamos 9 e hoje temos 8.

Assim, ficamos com uma interrogação pertinente: será que nenhum dos convocados para a área do Planalto Curuá-Una, com exceção daqueles que já residem aqui em nossa comunidade, quiseram vir para esta escola ou será que a “escola” e/ou Semed omitiram a disponibilidade de carga horária para favorecer os seus apadrinhados?

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