Consequência do corte de R$ 50 bilhões decretado pela presidente Dilma Rousseff nos gastos públicos federais, o navio da Previdência Social em Santarém está ancorado na orla da cidade há cerca de 3 semanas, sem previsão para novas viagens.
Em fevereiro do ano passado, a agência flutuante, a 1ª deste tipo criada para atender ribeirinhos na Amazônia, alcançou a marca de 150 mil atendimentos, feito comemorado pelo então ministro José Pimentel.
Desde que começou a singrar os rios amazônicos, nunca o PrevBarco ficou tanto tempo parado, sem ser útil para nada, em terras santarenas.
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