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Está para o governo Dilma Rousseff, mas o grande beneficiário político é o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Essa é uma das conclusões a que se pode chegar pelos resultados da pesquisa Datafolha publicada na edição do domingo 22 do jornal Folha de S. Paulo, que começou a circular neste sábado 21.
O governo Dilma quebrou mais um recorde de popularidade, alcançando 64% na classificação ótimo/bom, contra 59% obtidos no levantamento anterior, feito entre os dias 18 e 19 de janeiro.
Quando os entrevistados foram perguntados sobre quem deve ser o candidato do PT a presidente da República em 2014, porém, o nome que sobressai é o de Lula. Ele conquistou 57% de respostas nessa questão, contra 32% para Dilma.
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“A presidente Dilma vem tendo curva crescente de popularidade e pode reduzir essa desvantagem em relação a Lula se mantiver essa trajetória”, disse o diretor do Datafolha Mauro Paulino ao jornalista Fernando Rodrigues, autor da matéria sobre a pesquisa.
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Segunda-feira, 23 de abril de 2012 às 9:14
Ciência sem Fronteiras vai selecionar mais 16 mil estudantes até o fim do ano, diz presidenta Dilma
Café com a presidenta O programa Ciência sem Fronteiras vai selecionar, até o fim deste ano, 16.300 alunos que irão aprimorar os estudos em universidades fora do país, anunciou hoje (23) a presidenta Dilma Rousseff, no programa de rádio Café com a Presidenta. Segundo ela, o programa é um dos programas mais importante do seu governo e a meta é levar 101 mil estudantes para estudar no exterior até 2014.
“Esse é um dos programas mais importante do meu governo. O Brasil, com o Ciência sem Fronteiras, vai levar os melhores estudantes para estudar nas melhores universidades do mundo. Eles vão ter contato com o que há de mais avançado em ciência e tecnologia. Quando esses estudantes voltarem, eles vão trazer conhecimento para aplicar aqui no Brasil e vão ajudar a nossa indústria, o governo a fazer tecnologias novas e a provocar processos de inovação dentro das empresas”, disse.
Como explicou a presidenta, atualmente, há quase 3.700 estudantes estudando no exterior. No final de abril, serão selecionados 10.300 bolsistas e em junho, mais 6 mil. As inscrições para o programa vão até a próxima segunda-feira, dia 30 de abril. Neste edital, os estudantes poderão se inscrever para cursos no Canadá, na Bélgica, na Holanda, em Portugal, na Espanha e outros países.
A presidenta acrescentou que o critério de escolha do Ciência sem Fronteiras é o mérito, o que gerará oportunidade para todos, inclusive para os estudantes de baixa renda.
“É preciso muito estudo, muita dedicação, tem que estudar todos os dias e tem que estudar muitas horas. Primeiro, os estudantes passam pela seleção que fazemos aqui no Brasil. Para isso é preciso ter feito mais de 600 pontos no Enem, a premiação em olimpíadas do conhecimento também conta. Além disso, precisam ter notas muito boas para serem aceitos nessas universidades, que fazem outro rigoroso processo de seleção.”
Segundo a presidenta, as empresas brasileiras também estão investindo no Ciência sem Fronteias.
“Os empresários estão percebendo a importância do Ciência sem Fronteiras e se transformaram em grandes parceiros do governo neste programa. Das 101 mil bolsas para os jovens estudarem no exterior até 2014, 26 mil serão oferecidas pelas empresas brasileiras. Isso porque elas sabem como uma experiência internacional como um curso no exterior pode ser importante para os seus futuros profissionais e para o futuro do Brasil. Essa parceria do governo com as empresas e as universidades vai ajudar o país a dar um salto no rumo de maior produtividade, maior modernização e, portanto, aplicando conhecimento à nossa atividade industrial, à nossa prestação de serviço, à nossa agricultura”, destacou.
Dá-lhe PT! Dá-lhe Dilma!
“Num hipotético cenário de segundo turno eleitoral contra José Serra, do PSDB, o mesmo ao qual enfrentou em 2010, Dilma, hoje, daria um banho, vencendo, segundo o levantamento do Datafolha por 69% a 21% – no resultado final de 2010, ela obteve 56,05% contra 43,95% de Serra.Num hipotético cenário de segundo turno eleitoral contra José Serra, do PSDB, o mesmo ao qual enfrentou em 2010, Dilma, hoje, daria um banho, vencendo, segundo o levantamento do Datafolha por 69% a 21% – no resultado final de 2010, ela obteve 56,05% contra 43,95% de Serra.”
Dá-lhe PT! Dá-lhe Dilma!
“Aprovação ao governo Dilma bate recorde e vai a 64%, diz Datafolha
Após um ano e três meses de duração, o governo da presidente Dilma Rousseff obteve aprovação recorde de 64% dos eleitores, que o consideram bom ou ótimo, mostra pesquisa Datafolha publicada na edição deste domingo pelo jornal “Folha de S.Paulo”. Outros 29% consideraram a gestão regular e apenas 5% acharam o governo ruim ou péssimo.
A série histórica das pesquisas do instituto revela que a avaliação do governo Dilma melhorou. No levantamento anterior, de janeiro, a gestão era aprovada por 59%, considerada regular por 33% e ruim ou péssima por 6% do universo pesquisado.
Os índices revelam a melhor avaliação obtida por um presidente no período considerado. Com um ano e três meses de mandato, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso tinha o governo aprovado por 30% e Luiz Inácio Lula da Silva por 38%.
Apesar da aprovação recorde de Dilma, um novo dado da pesquisa revela que a maioria dos eleitores consultados prefere que em 2014 o candidato do PT seja Lula. Para 57%, o ex-presidente deve voltar a concorrer nas próximas eleições presidenciais pelo partido, contra 32% que preferem que sua sucessora concorra à reeleição. Para 6%, o candidato petista não deveria ser nenhum dos dois e 5% não souberam responder.
A comparação entre os dois governos mostrou que para 57% dos eleitores, Dilma é igual a Lula. Para 21%, Dilma é pior que Lula; 20% acham Dilma melhor que Lula; e 2% não sabem.
A pesquisa foi realizada nos dias 18 e 19 de abril e ouviu 2.558 pessoas em 161 municípios de todos os estados e Distrito Federal. A margem de erro é dois pontos percentuais, para mais ou para menos.”
Esse é o jeito petista de governar e apesar dos contrários, a luta continua, sempre!Força PT, nossa luta não foi, não é e nunca será em vão!Quando ficarem patentes e definitivamente demonstrados os efeitos da redução dos juros, aí é que nossos adversários irão ver os resultados. Bola prá frente!
avenida brasil!
Putz…. Élbio !
Dilma, o Poste, bateu mais um recorde de popularidade !
Mas, ainda assim, o 57% dos brasileiros gostariam que Lula voltasse !
Chupa essa manga ÉLBIO !
Tiberio Alloggio
PS
Élbio não teime ! Lula está em São Paulo…. e já escreveu na estrela vermelha: Bye Bye Serra !
Fazer o que né petista …
O povo vota também no Jader , no Collor , Garotinho …….
este armando sabe tudo e o cara que inteligencia estas perdendo tempo no infraero devias te candidatar a vereador de preferencia pelo PSDB,claro!serias um forte concorrencia a alberta riker,babinha,pixilinga,surdão e assunção o principe.
esqueceu que acrescentar voce bombeiro .
Ah!
Esse cara trabalha na Infraero? Que ele acha da privatização dos aeroportos? Gostaria de ver a opinião dele.
Acho que o Brasil deu uma guinada pra melhor nos últimos anos. Pelo menos no cenário internacional. Vejo a administração da Dilma com muito respeito. Ela não carrega muito os vícios de políticos partidários profissionais. Ponto para ela que foi eleita sem passar por estes cargos políticos viciados de vereança, deputados e senadores. Vida longa à Mulher!
Vigilante, sem esses cargos não são por si só viciantes. São os eleitores que, viciados, colocam gente lá com “vícios”.
O comentário do Marcelo é típico de quem tem raiva de pobre ou no mínimo não sabe da grande obra da exclusão social que sempre essombrou o Brasil. Também não sabe que o modelo praticado está sendo elogiado pelo mundo. Ele fala apenas de popularidade e não percebe o crescimento economico do Brasil, do avanço social e da força internacional.
Todo investidor que entrar no Brasil, desempregados do mundo estão vindo para o Brasil (isso é um pouco preocupante a longo prazo), classe D e E migraram para classes superiores, Bancos do governo nem precisa falar etc…etc…e etc… Ainda temos muitos caminhos pela frente, como a erradicação da fome e acabar com a corrupção, vamos deixar a presidenta trabalhar. Para se acabar com as obras maléficas do passado só com outra grande obra, a da “Oportunidade”.
Élbio, você está melhorando…rssss…gostei da tua nobresa em reconhecer os méritos da Dilma. rsss…e não é que ela passou um sabão no Obama!
abs,
Jeso, colo excelente análise da Maria Inês Nassif, acerca da atual situação política e cônimica do Brasil. Excelente texto também para os estudantes de Direito e áreas de humanas entenderem os conceitos de virtude e fortuna.
A POLÍTICA BRASILEIRA, A VIRTUDE E A FORTUNA
Depois de 27 anos de redemocratização do país, e de um período prolongado de luta aberta entre forças que se opõem no cenário político, talvez seja conveniente lembrar Maquiavel também no nosso pedaço de mundo, onde atribuímos à velha ordem excessivo poder para decidir nosso futuro.
Maria Inês Nassif
Houve um tempo em que a desenvoltura de velhas raposas da política tradicional, e uma vocação dessas lideranças para remar a favor da maré, davam a impressão, para quem as assistia do lado de fora do palco institucional, de que elas tinham um quase monopólio, um poder ilimitado de construir a história. Depois de 27 anos de redemocratização do país, e de um período prolongado de luta aberta entre forças que se opõem no cenário político, talvez seja conveniente lembrar Maquiavel também no nosso pedaço de mundo, onde atribuímos à velha ordem excessivo poder para decidir nosso futuro.
Dois governos de Luiz Inácio Lula da Silva e pouco mais de um ano com Dilma Rousseff – três gestões onde a disputa política saiu dos porões do poder e se escancarou para outros setores sociais – mostraram que o jogo político, mesmo quando escamoteado, é virtude e fortuna. Ou seja, nunca é produto exclusivamente da vontade de um governante, embora a virtude seja fundamental para mover um governo, e a fortuna, isto é, a roda da história, nunca acontece descolada da virtude.
As virtudes de um e outro governante não são iguais, mas já se pode dizer, com um alto grau de certeza, que o correr dos acontecimentos – a fortuna – foi adequada às diferenças entre Dilma e Lula. Dilma está no lugar e na hora onde tem que estar; Lula cumpriu o seu papel no seu momento. E o processo histórico, como se move, saiu de uma realidade onde o governo era defensivo e tinha como contraponto um presidente com raras qualidades de conciliação; para uma outra, em que o governo é ofensivo e a presidenta, sem habilidades específicas para manobrar a política institucional, encontra terreno para exercer a sua vocação maior, que é a de se contrapor.
A rápida intervenção de Dilma nos juros domésticos (o pesadelo para todos os governantes das últimas duas décadas) tanto pela via institucional, o Copom, como da pressão direta sobre os bancos, é o estilo Dilma, beneficiado pelo gradual abandono da ortodoxia econômica iniciada no governo Lula e pela crise mundial. A volta por cima da crise política do chamado “mensalão” de 2005, via apoio popular, é estilo Lula.
Nos mandatos de Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010), exceto em um breve primeiro ano de lua-de-mel com as elites políticas brasileiras, o governo foi mantido acuado na política institucional por uma minoria oposicionista amplificada por uma mídia hegemônica; e, no plano da sociedade civil, manteve uma aproximação permanente com setores não organizados, beneficiados pelos programas sociais e/ou atraídos pelo carisma do chefe do Executivo.
Com os movimentos sociais organizados o governo Lula não teve sempre um bom diálogo, mas o fato de ser entendido como um mal menor, contra um partido, o PSDB, que criminalizou a ação política desses setores, poupou-o de uma oposição forte à esquerda. O MST, por exemplo, nunca se declarou feliz com o PT no governo federal, mas foi atraído pelas suas próprias bases e pela opção do “mal menor” a se encontrar com o partido em períodos eleitorais, e a aliviar a pressão quando os setores conservadores tocavam fogo na política institucional.
O governo Dilma Rousseff mostrou algumas coisas mais. Primeiro, que no final das contas os estilos diferentes dos dois presidentes petistas vieram na hora certa. Em segundo, que a vontade pessoal de um mandatário popular conta, mas desde que ele entenda, conflua e aproveite o processo histórico que o levou ao poder.
Dificilmente o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria chegado ao final de seu mandato, se não tivesse algumas qualidades essenciais: a habilidade e pragmatismo de negociador sindical e uma grande facilidade para se fazer ouvir pelas massas, que deram a ele a sustentação política necessária para se contrapor a uma oposição fraca, porém associada a uma mídia tradicional hegemônica. Suas duas administrações, exceto a trégua inicial – necessária para atenuar os efeitos da investida especulativa do mercado financeiro no ano eleitoral de 2002 – ocorreram sob forte ofensiva. A pequena oposição falou grosso pela voz da mídia.
Dilma Rousseff tem outro perfil. Não teria cintura para sobreviver numa conjuntura política tão desfavorável como a enfrentada por Lula, mas o fato é que o governo de seu antecessor, os compromissos políticos assumidos por ele e a montagem de seu palanque permitem, ironicamente, que ela seja ela mesma. Se tivesse tentado ser Lula, teria fracassado. Além disso, uma gestão econômica que é continuidade do governo Lula, mas que é a sua praia, numa conjuntura que o mundo chafurda na lama do neoliberalismo, simplesmente desmonta qualquer oposição significativa às orientações de governo, e dão a ela dimensão própria no âmbito internacional, mesmo fazendo uma política externa de continuidade à anterior.
Dilma falou de igual para igual na Cúpula das Américas porque sabe ser positiva; mas tem o respeito da comunidade internacional não apenas porque é positiva, mas porque o ex-presidente Lula, que atuou com desenvoltura nessa área, deixou no passado o complexo de vira-lata neoliberal. Antes disso, a elite brasileira tomava como referência os países ricos nas formulações econômicas externas e extasiada, olhando para fora, deixava visível a enorme vergonha do próprio país.
Os êxitos do governo Lula encheram o palanque de Dilma e sua base aliada. A habilidade política de Lula costurou o resto. Sem isso, no entanto, dificilmente a presidenta teria condições de tentar mudar os termos de relacionamento com a sua base parlamentar. E sem o estilo Dilma, seria complicado levar essa tentativa muito longe.
Também seria difícil manter o estilo Dilma nas relações políticas institucionais se a oposição, menor ainda do que era no governo Lula, não tivesse sido severamente atingida pela enorme crise decorrente das denúncias contra seu principal porta-voz, o senador Demóstenes Torres, envolvido com uma quadrilha comandada pelo contraventor Carlinhos Cachoeira. Não foi apenas a oposição que perdeu a credibilidade, mas a banda de música do DEM e do PSDB passou a ser menos crível numa mídia que acuou o governo passado, mas está acuada agora. Por mais irônico que seja, fica mais fácil agora para Dilma definir novas relações com o Legislativo. Ela não está na posição permanente defensiva em que Lula foi mantido nos seus dois governos, não tem as dívidas de gratidão que seu antecessor tinha com políticos tradicionais da base aliada e lida numa situação em que foi escancarado não apenas o uso da máquina administrativa pelos aliados, mas pelos próprios oposicionistas, ao que tudo indica um avanço sobre território alheio obtido pelo expediente da chantagem.
O momento é outro e o processo histórico anda, sempre. Qualquer análise política sobre o Brasil de hoje tem que se livrar dos fantasmas do passado e dar a eles sua devida dimensão. Esta é a condição para virtude e fortuna.
(*) Colunista política, editora da Carta Maior em São Paulo.
http://www.cartamaior.com.br
Alguns leitores desde blog bem que poderiam sempre dar uma olhada pela Carta Maior, ia lhes fazer um bem danado.
Com bolsa filho, bolsa familia, bolsa indio, bolsa presidiário, bolsa luz, bolsa gás, bolsa grávida, bolsa verde, bolsa pescador, bolsa seringueiro. Assim é muito fácil crescer em popularidade.
O que se pode esperar de um governo populista e assistencialiasta? Nada!!! Mas uma década perdida.
Marcelo, sua análise econômica é de uma superficialidade infantil que beira à doença psíquica. Para iniciar a reviravolta, peço que leias o artigo desse link: https://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2012/04/22/uma-empresa-de-um-novo-brasil-441475.asp
É uma boa leitura para te trazer à realidade. A nossa atual realidade econômica.
Eu diria meu caro Jeso, beira a fanfarrice e a idiotice. Marcelo é um papagaio, viúvo do Demostenes Cachoeira Torres.
Caro Jeso, para mim essas duas pessoas acabaram com o PT no Parazinho e no Tapajós, eu votei nas duas mulheres para governadora e prefeita e hoje posso falar o que eu acho. O povo Santareno
Jeso, nunca foi Petiista e sim 80% dos eleitores da Maria são Marianos e não Petista, com a saída da
Maria da prefeitura esse povo vai sair também, então aqui no Pará é dificil ser Petista onde tivemos a portunidade de ter essa facilidade de ser, mas acabaram com os verdadeiros Petista.
Parabéns Presidenta Dilma.
Foi a unica que encarou de Frente, os Ex- ministros corruptos que vieram do Governo Lula e picou FORA. uma meia duzia.
Enfrentou e não recebeu uma unica vez o canalha do Ricardo Teixeira/ CBF, que bailava….bailvava no Palacio na epoca do Lula.
Desmoralizouos “agiotas oficiais” os banqueiros quando reduziu os juros nos bancos Oficiais , coisa que o Governo Lula, nunca ..jamis pensou emfrentar.
É por isso e outras que Presidenta DILMA tem minha Admiração e Respeito.
Em Tempos: não votei na Presidenta Dilma e cansei de chama-la de “”cavalo Paraguaio”., porém
está sendo uma grata Surpresa..
Agora o PT…o partido ….o PARTIDO….´´ééééé é igualzinho o Dem o PMDB e outros …se não pior Esse PT é Nocivo ao Povo Brasileiro.
Me orgulho ser Petista, mas sou Petista do LULA e da DILMA, eu não sou petista da Ana Julia e da Maria do Carmo.
Assim é fácil ser petista, Seu Ricardo. rsrsrs
Putz … orgulho de ser Petista ??????
De dinheiro em cuecas ?
Do maior escandalo de corrupção da Republica a ser julgado pelo STF ainda esse ano ?
Do assassinato do Celso Daniel ?
Do Lulla brandando que não sabia de nada ?
Do Dossie Vedoim ?
Dos Aloprados ?
Do apoio dado a Renan Calheiros , Collor , Sarney e outros ?
Em outros paises o PT estaria fechado e todos seus lideres presos .
DÁ-LHE LULA. DÁ-LHE LULA!
hahahahhahahahahhahahahahahahahahahahah pega FDP, que venha os bicudos elitisados.
Na verdade o grande beneficiado é o povo, nós, a sociedade que estamos desfrutando de comida na mesa, de emprego, de acesso à educação, etc. Ainda falta? Sim, e muito, só estamos começando, Dilma só tem um ano e três meses e será Dilma em 2014. Não acredito que Lula volte em 2014, agora seu papel e outro e muito outro.
Falar bem da politica implantada por Lula e prosseguida por Dilma é redundância.
Que Deus continue abençoando o Brasil
Eleitor pesquise mais um pouco , procure na historia e verás que a sua afirmação quando diz que a politica implantada por Lulla e proseguida por Dilma não está correta.